{"id":15950,"date":"2013-05-30T19:11:52","date_gmt":"2013-05-30T19:11:52","guid":{"rendered":"http:\/\/opatriota.org\/portal\/?p=15950"},"modified":"2023-01-19T22:34:22","modified_gmt":"2023-01-20T01:34:22","slug":"seminario-sobre-energia-nuclear-reeb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/opatriota.org\/?p=15950","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio sobre energia nuclear &#8211; REEB"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">Aspectos pol\u00edticos e\u00a0 ambientalistas<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Dias 23 e 24 de maio de 2013 realizou-se o 2\u00ba Semin\u00e1rio sobre Energia Nuclear- Aspectos Econ\u00f4micos, Pol\u00edticos e\u00a0 Ambientalistas , promovido\u00a0 pelo Laborat\u00f3rio de Geografia F\u00edsica do Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ, COPPE\/UFRJ, sobre A Seguran\u00e7a nas Usinas Nucleares Post Fukushima, Acidentes Radioativos: Impactos Socioambientais, Aplica\u00e7\u00f5es das Radia\u00e7\u00f5es Ionizantes: Riscos e Benef\u00edcios.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Com participantes da Marinha do Brasil \u2013 Almirante Alan Paes Leme Arthou, sobre o Programa Nuclear da Marinha do Brasil \u2013 Matrizes Energ\u00e9ticas e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel no Brasil; Assistente da Presid\u00eancia da ELETRONUCLEAR \u2013 Doutor Leonam dos Santos Guimar\u00e3es, sobre As Usinas Nucleares de Angra dos Reis e o seu Entorno; Professora Fernanda Correa da Costa, Editora e Coordenadora da Revista de Estudos Estrat\u00e9gicos Brasileiros da Universidade Federal Fluminense, Pesquisadora do Programa de Base Log\u00edstica de Defesa do INVEST-UFF e Comentarista de Assuntos Estrat\u00e9gicos;\u00a0 Professores da UFRRJ, UERJ, profissionais ligados \u00e0 \u00c1rea da Energia Nuclear e da\u00a0 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Nuclear.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Muito bom e objetivo, bastante concorrido, com audit\u00f3rio atencioso lotado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sobre a parceria da Marinha do Brasil com a Fran\u00e7a, podemos afirmar que \u00e9 extremamente l\u00f3gica, comercial e pol\u00edtica, principalmente, a parceria militar com a Fran\u00e7a. O Brasil \u00e9 inclusivo, mas, n\u00e3o se deixa influenciar. A Fran\u00e7a e o Brasil se unem, n\u00e3o contra este ou aquele pa\u00eds: o Brasil se une para fugir da depend\u00eancia e de toda e qualquer forma de influ\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por quest\u00f5es de seguran\u00e7a, na \u00e9poca em que o mundo era dividido em esferas de influ\u00eancia entre a URSS e os EUA \u2013 o Brasil, por raz\u00f5es hist\u00f3ricas e geogr\u00e1ficas, foi classificado como um dos aliados menores \u2013 sat\u00e9lites, aqueles que n\u00e3o t\u00eam luz pr\u00f3pria \u2013 sem nenhuma vantagem para o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Terminada a bi-polaridade de poderes, os sat\u00e9lites se colocaram na incomoda posi\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o \u00e0 hegemonia Norte-Americana. A tend\u00eancia apontava para um poder multipolar, cada grupo com um l\u00edder e seus sat\u00e9lites. Com rela\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lites a Col\u00f4mbia e o Peru aprofundaram as suas liga\u00e7\u00f5es de depend\u00eancia com os EUA. A Venezuela, o Equador e a Bol\u00edvia idem, atrav\u00e9s de alian\u00e7as desequilibradas, com a R\u00fassia.<br \/>\nImposs\u00edvel para o Brasil, continuar sat\u00e9lite, dissimulando conhecimentos cient\u00edficos, tecnol\u00f3gicos e dissimulando o conhecimento dos seus recursos naturais energ\u00e9ticos, os quais urgiam por uma destina\u00e7\u00e3o utilit\u00e1ria, em benef\u00edcio da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A partir da\u00ed, n\u00e3o houve mais nenhum subterf\u00fagio, nenhuma dissimula\u00e7\u00e3o: o Brasil n\u00e3o \u00e9 sat\u00e9lite, o Brasil tem luz pr\u00f3pria. Entenda-se como luz pr\u00f3pria, os recursos naturais energ\u00e9ticos do subsolo brasileiro: ur\u00e2nio, ni\u00f3bio (S\u00e3o Gabriel da Cachoeira) l\u00edtio, berilo, outros minerais nucleares e hidrocarbonetos: petr\u00f3leo, g\u00e1s e outros. Desde ent\u00e3o, a disputa pelo controle dos recursos naturais brasileiros ficou \u00f3bvia \u2013 sem qualquer raz\u00e3o para contemporizar. As desconfian\u00e7as pr\u00e9-existentes, tornaram-se verdadeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No Brasil, a necessidade de parcerias vi\u00e1veis e confi\u00e1veis se fez patente. O Brasil passou a tender em optar pela Fran\u00e7a, formando um bloco onde os parceiros t\u00eam a mesma import\u00e2ncia. A Fran\u00e7a secular \u2013 jamais dissimulou e sempre procurou n\u00e3o se submeter a hegemonias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Fran\u00e7a, um dos pa\u00edses mais sofisticados tecnologicamente do mundo, entretanto, n\u00e3o disp\u00f5e de base f\u00edsica para conseguir, sem alian\u00e7as, ser um dos polos de poder mundial. O Brasil, pa\u00eds continental, com mercado crescente, enorme produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, biocombust\u00edveis, pr\u00e9-sal, as maiores jazidas de ur\u00e2nio do planeta e com a Amaz\u00f4nia para conservar e explorar \u2013 tornou-se para a Fran\u00e7a, o parceiro ideal.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Como nenhum bloco pode ser significativo sem os recursos naturais de um pa\u00eds continente, o Brasil poderia ser o parceiro ideal para qualquer outra pot\u00eancia tecnol\u00f3gica sem base f\u00edsica. Mas, o Brasil escolheu a Fran\u00e7a.<br \/>\nA Fran\u00e7a visa o acesso a recursos naturais escassos no mundo, entre os quais, o ur\u00e2nio. A Fran\u00e7a \u00e9 uma pot\u00eancia nuclear. Na parceria, houve interesse estrat\u00e9gico do Brasil: a certeza da transfer\u00eancia de tecnologia que propiciar\u00e1 o avan\u00e7o almejado, na \u00e1rea nuclear brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Quanto \u00e0 transfer\u00eancia de tecnologia, j\u00e1 foi dito e provado com fatos \u2013 ao longo de mais de quarenta anos, durante os quais, o Brasil conseguiu tecnologia nuclear pr\u00f3pria (atrav\u00e9s da MB) independente de qualquer acordo de transfer\u00eancia de tecnologia jamais transferida \u2013 porque, a t\u00e3o enaltecida \u201ctransfer\u00eancia de tecnologia\u201d n\u00e3o existe.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica entre concorrentes comerciais nacionais e internacionais significa dar facilidades ao concorrente (ou, seja, entregar o mapa da mina do ouro aos concorrentes) e disto ningu\u00e9m duvida mais. Transfer\u00eancia de tecnologia n\u00e3o \u00e9 mais justificativa para se assinar contratos comerciais nacionais e internacionais. Transfer\u00eancia de tecnologia \u00e9 argumento utilizado, de um modo geral, pelos desavisados (?) intermedi\u00e1rios, interessados na assinatura do contrato.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas, a Fran\u00e7a tem uma tecnologia preciosa, desconhecida do Brasil, que n\u00e3o a prejudicar\u00e1, de modo algum, se transferida. Trata-se da administra\u00e7\u00e3o dos rejeitos nucleares. Em uma das cidades francesas, o lixo at\u00f4mico \u00e9 processado a olho nu, protegido por paredes envidra\u00e7adas, ponto tur\u00edstico franc\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Governo do Brasil fechou uma grande parceria com a Fran\u00e7a: n\u00e3o se comprometeu, de modo algum, a ser mero fornecedor de ur\u00e2nio in natura, para nenhum bloco regional, por mais amigo, forte e poderoso que seja.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Governo Brasileiro acertou na estrat\u00e9gia: a parceria Brasil-Fran\u00e7a formar\u00e1 um novo centro de poder, com parceiros iguais e complementares.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Os incans\u00e1veis batalhadores da \u201cecologia\u201d, proliferadores do \u201cterror\u201d nuclear, do \u201capavorar para paralisar os usos da energia nuclear no Brasil\u201d, estavam bem representados. Exemplificavam com Chernobill e Fukushima (Three Miles Island foi mencionada de passagem: j\u00e1 est\u00e1 bastante decodificada, face \u00e0 seguran\u00e7a das inumer\u00e1veis usinas nucleares dos EUA, fornecendo energia econ\u00f4mica e limpa para a ind\u00fastria e os lares norte-americanos).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Apesar da popula\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o acreditar mais no \u201cperigo\u201d das usinas nucleares, o site www.ibin.com.br , contendo trabalho cient\u00edfico e t\u00e9cnico mostrando as diferen\u00e7as das usinas de Jap\u00e3o, Chernobyl de Angra dos Reis\u00a0 &#8211;\u00a0\u00a0 provando cientificamente que as usinas nucleares brasileiras, localizadas em Angra dos Reis s\u00e3o mais seguras do\u00a0 que as referidas usinas \u2013 foi disponibilizado a todos, objetivando pesquisa e esclarecimento p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Foi dito e deve ser repetido \u00e0 exaust\u00e3o:\u00a0 o importante em termos da seguran\u00e7a das usinas nucleares\u00a0 brasileira \u00e9\u00a0 prever\u00a0 &#8211; para n\u00e3o acontecer no Brasil\u00a0 &#8211; a sabotagem nuclear (igual a ocorrida em\u00a0 Alc\u00e2ntara, no Maranh\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Foi dito que a campanha contra a utiliza\u00e7\u00e3o da energia nuclear para fins pac\u00edficos no Brasil \u00e9\u00a0 simplesmente uma guerra comercial feroz, na qual aos interessados esperavam contar com o apoio da ignor\u00e2ncia da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Foi explicado que, acostumados a levar graciosamente a mat\u00e9ria-prima min\u00e9rios nucleares do subsolo brasileiro, com a inten\u00e7\u00e3o de\u00a0 vend\u00ea-la a pre\u00e7o de ouro ad eternum para o Brasil\u00a0 &#8211; at\u00e9 aqui, \u201co\u201dcliente preferencial &#8211;\u00a0 n\u00e3o conseguiam se acostumar com a id\u00e9ia da imin\u00eancia de terem que pagar o pre\u00e7o justo com o valor agregado da referida mat\u00e9ria-prima. Principalmente,\u00a0 n\u00e3o se conformavam em n\u00e3o mais conseguir vender a tecnologia que o Brasil j\u00e1 detinha &#8211; genuinamente brasileira \u2013 gra\u00e7as aos t\u00e9cnicos da Marinha do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um tanto demagogicamente, foi dito que os estudantes \u00e9 que seriam os donos de tudo, e que a decis\u00e3o de dar continuidade ou n\u00e3o ao programado em termos de energia nuclear no Brasil, dependeria deles.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Neste ponto, foi lembrada a import\u00e2ncia de professores e alunos da UERJ entenderem bem\u00a0 e lembrar \u00e0 futuras gera\u00e7\u00f5es de brasileiros, que \u00e9 preciso deixar patrim\u00f4nio . Que o patrim\u00f4nio investido nas usinas, nucleares era muito grande, h\u00e1 mais de quarenta anos\u00a0 investido,\u00a0 objetivando oferecer aos contribuintes de todo o investimento &#8211; estudantes da UERJ, das Universidades e de todos os nacionais e estrangeiros residentes no Brasil \u2013 uma energia econ\u00f4mica, segura, ecologicamente correta e port\u00e1til: podendo ser instalada onde quer que se fizessem necess\u00e1rias, sem ter que indenizar pelas desapropria\u00e7\u00f5es, sem violar o habitat natural, a biodiversidade,\u00a0 etc.. E que\u00a0 paralisar os enormes investimento na \u00e1rea da gera\u00e7\u00e3o da energia nuclear era um acinte \u00e1 intelig\u00eancia de todos, um verdadeiro assalto ao Tesouro Nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Foi explicado, tamb\u00e9m, que\u00a0 a constru\u00e7\u00e3o das usinas geradoras de energia nuclear n\u00e3o tinha sido \u201cobra de um general-ditador\u201d. A necessidade de se utilizar a energia nuclear no Brasil foi a conseq\u00fc\u00eancia l\u00f3gica de amplos estudos, iniciados com o Almirante \u00c1lvaro Alberto da MB em 1925, que contou com o convencimento e apoio do Presidente Get\u00falio Vargas, objetivando dar destino utilit\u00e1rio aos minerais nucleares estrat\u00e9gicos que jazem no subsolo brasileiro. Estudos que terminaram com a aceita\u00e7\u00e3o do convite efetuado pela a Alemanha \u2013 atrav\u00e9s do embaixador do Brasil Paulo Nogueira Batista &#8211;\u00a0 pai do atual representante brasileiro no FMI- que agendou e preparou a visita do Presidente Geisel, objetivando a parceria Brasil-Alemanha, no Acordo de Bonn.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Finalmente, foi feito quase que uma exorta\u00e7\u00e3o aos estudantes da UERJ, das Universidades do Brasil e aos brasileiros de modo geral, no sentido de n\u00e3o se deixarem usar,\u00a0 e nem, trabalhar contra os pr\u00f3prios interesses, porque, quem n\u00e3o estiver ganhando muito para defender o indefens\u00e1vel \u00e9 porque est\u00e1 pagando muito caro para n\u00e3o ter o Brasil desenvolvido na sua infra-estrutura \u2013a qual se fundamenta, na energia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Informar \u00e9 preciso. Inimagin\u00e1vel concordar com o \u201cdevagar, quase parando\u201d do Programa Nuclear\u00a0 Brasileiro. As inten\u00e7\u00f5es do ex Vice\u2013Presidente\u00a0 Marco Maciel, em construir as usinas no Nordeste, devem ter necessariamente solu\u00e7\u00e3o de continuidade. Absurdo, dos absurdos n\u00e3o unir as pesquisas da Marinha com as das Estatais\u00a0 brasileiras, porque, absolutamente n\u00e3o s\u00e3o departamentos estanques e, portanto devem por dever de of\u00edcio, trabalhar juntas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Absurdo dos absurdos continuarem importando ur\u00e2nio enriquecido a peso de ouro e exportando o nosso ur\u00e2nio a pre\u00e7o vil, para enriquecer, ainda mais, os que j\u00e1 se enriqueceram muito, a custa, ou, da \u201ccomplac\u00eancia\u201d, ou,\u00a0 do descalabro da pol\u00edtica nuclear brasileira -pol\u00edtica nuclear estrangeira, mantida a custa do er\u00e1rio p\u00fablico brasileiro, melhor dizendo. N\u00e3o d\u00e1 mais para tergiversar. A n\u00e3o ser que continuem insistindo em paralisar mais de 60 anos de pesquisas ininterruptas dos pesquisadores e t\u00e9cnicos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Parab\u00e9ns aos organizadores. Que venham outros eventos esclarecedores, abertos ao\u00a0 p\u00fablico &#8211; no Instituto dos Advogados Brasileiros, na Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Imprensa, no Clube de Engenharia, na Escola Naval.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Profa. Guilhermina Coimbra.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aspectos pol\u00edticos e\u00a0 ambientalistas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[17,2],"tags":[],"class_list":["post-15950","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ernesto-caruso","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15950","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=15950"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15950\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72278,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15950\/revisions\/72278"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=15950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=15950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=15950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}