{"id":42326,"date":"2018-11-20T21:30:52","date_gmt":"2018-11-20T23:30:52","guid":{"rendered":"http:\/\/opatriota.org\/?p=42326"},"modified":"2023-01-16T08:26:39","modified_gmt":"2023-01-16T11:26:39","slug":"consciencia-humana-cotas-humilhantes-somos-todos-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/opatriota.org\/?p=42326","title":{"rendered":"CONSCI\u00caNCIA HUMANA &#8211; COTAS HUMILHANTES &#8211; SOMOS TODOS BRASILEIROS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONSCI\u00caNCIA HUMANA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ernesto Caruso, 30\/11\/2006<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Brasileiros de todos os tempos se aprochegaram a esta terra bendita pelo meio que a Hist\u00f3ria registra, desde os primitivos, cognominados por equ\u00edvoco de \u00edndios, esparsos, tribais, antrop\u00f3fagos, guerreiros, aos mais recentes que aqui aportaram e descendentes, conseguindo se unir de norte ao sul, de leste a oeste na Grande P\u00e1tria pela obra de Deus e m\u00e3os de homens de valor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dessa gente, um nome pode ser lembrado a cada momento de reflex\u00e3o a exigir a justa homenagem pelo bem que fizeram e heran\u00e7a que deixaram. Loas a todos, mas como um dos exemplos do tema, justi\u00e7a se fa\u00e7a ao insigne militar \u2014 MARECHAL JO\u00c3O BAPTISTA DE MATTOS \u2014 cuja exist\u00eancia \u00e9 um reposit\u00f3rio de dignidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sua vida militar \u00e9 um modelo de dedica\u00e7\u00e3o como l\u00eddimo representante da Arma de Infantaria, quer \u00e0 frente da tropa em combate, quer como instrutor e administrador, atingindo com brilhantismo os mais elevados postos da carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adepto e cultor do conhecimento por excel\u00eancia n\u00e3o poupou esfor\u00e7os, agregando \u00e0 sua forma\u00e7\u00e3o militar o estudo das Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais, ainda como capit\u00e3o, em 1937, deixando uma li\u00e7\u00e3o a tantas turmas que se sucederam na busca de um diploma na \u00e1rea civil, que na maioria das vezes, funciona como vasos comunicantes fluindo a vida da caserna \u00e0 outra parte da sociedade e dela sorvendo o n\u00e9ctar que deve fortalecer o esp\u00edrito de brasilidade, integra\u00e7\u00e3o de uma grandiosa Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Laborioso, deixou 13 obras sob o t\u00edtulo Os monumentos Nacionais, Imprensa Militar, 1947 que hoje integram as cole\u00e7\u00f5es de Obras Raras das bibliotecas, n\u00e3o se limitando aos aspectos iconogr\u00e1ficos, nem aos componentes paisag\u00edstico, descritivo e tur\u00edstico. N\u00e3o. Veramente \u00e9 parte integrante da Geografia e da Hist\u00f3ria locais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como ilustra\u00e7\u00e3o, cita-se a cria\u00e7\u00e3o da distante Cruzeiro do Sul no portal do Acre que nos apresenta uma contribui\u00e7\u00e3o colhida da obra do Marechal, al\u00e9m de servir de fonte a outras publica\u00e7\u00f5es em diversas bibliografias, irradiando a cultura e elevando o nome do Ex\u00e9rcito:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs contendas entre brasileiros e peruanos tiveram fim com a expuls\u00e3o destes, estabelecidos em posto militar na foz do rio Am\u00f4nea, ap\u00f3s forte combate travado naquele local, no dia 5 de novembro de 1904, entre tropas brasileiras do 15\u00b0 Batalh\u00e3o de Fronteiras do Ex\u00e9rcito, refor\u00e7adas pela ajuda dos propriet\u00e1rios importantes dos arredores e as for\u00e7as peruanas do posto militar, que totalizavam 80 homens armados e municiados\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Prestou servi\u00e7o na museologia nacional e na do Ex\u00e9rcito, foi Presidente do Instituto de Geografia e Hist\u00f3ria Militar do Brasil e do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro, Diretor-Tesoureiro da Sociedade Brasileira de Geografia, membro-titular da Academia Guanabarina de Letras e da Academia de Letras de Marqu\u00eas de Valen\u00e7a, al\u00e9m de s\u00f3cio correspondente de institui\u00e7\u00f5es estrangeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deixa como legados, entre tantos atributos, a perseveran\u00e7a e um expressivo padr\u00e3o de fam\u00edlia bem constitu\u00edda, de origem pobre, neto e bisneto de escravas, mas que pais e filho, \u00fanico que era, deram prioridade ao trabalho e ao estudo, vencendo barreiras de toda a ordem; nascido em 1900, apenas doze anos ap\u00f3s a Aboli\u00e7\u00e3o, j\u00e1 era cadete em 1918 deste Ex\u00e9rcito que abra\u00e7a a todos brasileiros indistintamente, de origem africana, europ\u00e9ia, americana e asi\u00e1tica, ricos e pobres; foi declarado Aspirante a Oficial em 1921 e promovido a General em 1955, coroando a exitosa carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um homem nobre, um militar de escol, um educador que tem o seu nome perpetuado em col\u00e9gio estadual no sub\u00farbio de Coelho Neto e na Delegacia da Academia de Hist\u00f3ria Militar Terrestre do Brasil, ambos no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Par\u00e2metro de vit\u00f3ria da consci\u00eancia humana, transparente como a alma, pura, \u00e1gua cristalina, inodora, ins\u00edpida e incolor, que unge a uni\u00e3o e abomina a segrega\u00e7\u00e3o pela forma, como se o ser ou n\u00e3o ser desse o aval para uma qualifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">xxxxxxxxxxxxxx<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COTAS HUMILHANTES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ernesto Caruso, 24\/03\/2004<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo assiste constantemente cenas de viol\u00eancia decorrentes de intransig\u00eancia religiosa e racial. Na nossa mente, tais fatos seriam coisas do passado. Da barb\u00e1rie, dos livros e das profundezas da Hist\u00f3ria da humanidade. N\u00e3o. Est\u00e3o presentes e a televis\u00e3o colabora nos colocando, n\u00e3o como espectadores dos circos da maldade, mas como figurantes impotentes, inermes, imunes fisicamente, no meio das arenas encharcadas de sangue. Kosovo, s\u00e9rvios, albaneses, ETA, bascos, Irlanda do Norte, IRA, palestinos, judeus, chechenos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, temos a intoler\u00e2ncia das torcidas organizadas, que agridem a pau, at\u00e9 a morte, o admirador da equipe advers\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Interessante que essa agressividade inexiste quando se trata de um parente ou amigo torcedor de outro time. No m\u00e1ximo, uma goza\u00e7\u00e3o diante de uma derrota. O sorriso no lar vira baba de raiva nos est\u00e1dios e vizinhan\u00e7as. Matar ou morrer, tanto faz, para vingar a honra dos vencidos em campo, \u201cpobres coitados\u201d que deixar\u00e3o de somar o \u201cbicho\u201d aos milh\u00f5es que ganham dos clubes do momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 a intoler\u00e2ncia religiosa foi ensaiada, fez passeatas e chutou imagens, mas n\u00e3o deu muito certo neste solo f\u00e9rtil onde vicejou o sincretismo religioso, semeado pelas culturas que aqui aportaram. Quantas fam\u00edlias se unem a despeito do Deus que adoram. Quantos amigos se abra\u00e7am nas comemora\u00e7\u00f5es, estudam ou trabalham juntos sem a m\u00ednima preocupa\u00e7\u00e3o com a religi\u00e3o que professam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A intoler\u00e2ncia racial est\u00e1 sendo costurada pelos interesses pessoais e eleitoreiros e por uma ingenuidade e altru\u00edsmo, dos que n\u00e3o sentem a inten\u00e7\u00e3o de alguns em fomentar mais uma divis\u00e3o na Unidade Nacional. De uma feita, fermentam a quest\u00e3o das \u201cna\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas\u201d \u2014 os brasileiros primitivos \u2014 e de outra a dos afro-descendentes. Inaceit\u00e1veis diante dos s\u00e9culos de miscigena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cotas para os afro-descendentes \u00e9 uma \u201cgenial\u201d descoberta, como se fosse f\u00e1cil encontrar um crit\u00e9rio justo para definir quem o \u00e9, dentre os brasileiros, para atender \u00e0queles que pretendem impor suas condi\u00e7\u00f5es \u00e0 sociedade. A UERJ p\u00f4s \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do candidato definir a pr\u00f3pria cor da pele. A UNB exige fotografia e submete a uma comiss\u00e3o determinar pela apar\u00eancia os caracteres de afro-descendente do candidato, o que fatalmente conduzir\u00e1 a erros. Manifesta\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es judiciais proliferam. Alguns, com essas caracter\u00edsticas e j\u00e1 matriculados, n\u00e3o querem carregar um r\u00f3tulo de inferioridade, pois lhes ferem os brios. Outros que se preparam para o concurso, tamb\u00e9m n\u00e3o admitem. N\u00e3o h\u00e1 unanimidade; existem os favor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00eam raz\u00e3o os que repelem esse tipo de protecionismo humilhante, pois n\u00e3o concordam com o atestado de inferioridade \u00e9tnica, at\u00e9 porque s\u00e3o frutos do amor de pais e m\u00e3es das diferentes origens; quando os olham, sentem orgulho de ambos, sem discrimin\u00e1-los, nem orden\u00e1-los.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como ficou demonstrado no 46\u00ba Congresso Nacional de Gen\u00e9tica, estudos indicam que 45 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam heran\u00e7a gen\u00e9tica dos silv\u00edcolas e que praticamente n\u00e3o h\u00e1 afro-descendentes sem miscigena\u00e7\u00e3o no Brasil. Assim, raramente algum brasileiro, com ra\u00edzes profundas, poder\u00e1 dizer: \u201cSou 100% branco\u201d ou \u201cSou 100% negro\u201d , mas todos podem escrever nas suas camisetas: \u201cSou 100% brasileiro\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, as a\u00e7\u00f5es judiciais, inicialmente voltadas para as vagas nas universidades, passam a confrontar gente de tez mais clara e mais escura, produzindo uma dicotomia negativa, incentivando a intoler\u00e2ncia racial, aquela tratada no in\u00edcio deste texto, que abominamos, al\u00e9m de passarmos a ter cidad\u00e3os de primeira e segunda classe. Inadmiss\u00edvel entre brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 a UFRJ d\u00e1 um passo adiante, quando est\u00e1 pretendendo criar cotas para gente pobre advinda das escolas p\u00fablicas, onde est\u00e3o os brasileiros de todas as origens. Ser pobre \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o de inferioridade econ\u00f4mica, mas n\u00e3o de etnia. Apoio ao ensino e cria\u00e7\u00e3o de emprego far\u00e3o melhorar a mobilidade social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros tentaram demonstrar superioridade racial e n\u00e3o deu certo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Publicado n\u2019 O Farol, abril\/2004)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SOMOS TODOS BRASILEIROS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ernesto Caruso, Dez\/2000<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Censo em andamento por todo o Pa\u00eds trouxe \u00e0 baila um tema, bastante discutido pela televis\u00e3o e jornais, versando sobre a cor da pele do brasileiro. Uma declara\u00e7\u00e3o se destacou sobremaneira. O entrevistado, muito simp\u00e1tico e se n\u00e3o me engano baiano, com um largo sorriso, diz: \u201cEu n\u00e3o sou preto; preto \u00e9 carv\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estas poucas palavras merecem profunda reflex\u00e3o, pois demonstram a sensibilidade existente no homem comum, reagindo, talvez sem perceber, contra os padr\u00f5es usuais para se determinar a cor da pele. Como podem ajudar os antrop\u00f3logos? Os dissociadores destacam as diferen\u00e7as, pois quanto mais confronto, melhor. As cores que os entrevistados lhes atribu\u00edram s\u00e3o as mais diversas poss\u00edveis corroborando a id\u00e9ia inicial referente \u00e0s d\u00favidas existentes sobre o assunto: marrom, moreno, pardo, mulato, negro, chocolate, jambo, mesti\u00e7o, etc. Um outro mais confuso, resultado dos estere\u00f3tipos que lhes impregnaram a mente, diz: \u201cEu sou negro, pois filho de negro, negro \u00e9.\u201d Talvez tivesse um pequeno percentual de origem africana, em compara\u00e7\u00e3o com as suas ra\u00edzes europ\u00e9ias e as do brasileiro primitivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parece ser um absurdo a designa\u00e7\u00e3o da cor da pele em fun\u00e7\u00e3o do que se convencionou chamar de cor branca e cor preta. N\u00e3o h\u00e1 gente branca, nem preta. Aquele que se achar branco, passe uma tinta branca na pr\u00f3pria pele e tire a conclus\u00e3o. O que se considera preto, pincele a sua pele com tinta preta. Com certeza dar\u00e3o raz\u00e3o ao baiano sorridente, quando afirmou que preto \u00e9 carv\u00e3o. Provavelmente o \u201cbranco\u201d dir\u00e1 que branco \u00e9 giz. Assim, h\u00e1 que se encontrar um novo modo de determina\u00e7\u00e3o da cor da pele do brasileiro, rejeitando-se mais esse r\u00f3tulo desagregador, valorizando-se, em contra-partida, a quest\u00e3o versando sobre as origens dos entrevistados. O non sense da pergunta conduzir\u00e1 \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de resultados insatisfat\u00f3rios aos pretendidos pelo censo, ao contr\u00e1rio da vis\u00e3o que os brasileiros teriam se a consulta abordasse os ancestrais, part\u00edcipes da grande, singular e cosmopolita miscigena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os brasileiros, forjados ao longo do tempo, s\u00e3o o resultado das vagas migrat\u00f3rias ocorridas nesses quinhentos anos e em milhares de anos, onde nossa mente possa atingir e imaginar a chegada dos brasileiros primitivos, sabe-se l\u00e1 como, chamados de \u00edndios, pelos portugueses da Esquadra de Cabral. Outros \u201cdescobridores\u201d foram se sucedendo, africanos, espanh\u00f3is, italianos, alem\u00e3es, asi\u00e1ticos, \u00e1rabes, poloneses, judeus, russos e tantos mais,gerando brasileiros de ontem, de hoje e de sempre, agregando componentes sang\u00fc\u00edneos e culturais de entrela\u00e7amento permanente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que este caldeamento seja um motivo de orgulho do nosso povo, que soube enfrentar e expulsar os invasores de toda a ordem no curso da Hist\u00f3ria, marcada fundamentalmente pela defesa da Na\u00e7\u00e3o Brasileira, na Batalha dos Guararapes, em 19 de abril de 1648, empreendida pela contribui\u00e7\u00e3o decisiva das for\u00e7as luso-brasileiras de Vidal de Negreiros, Felipe Camar\u00e3o, Henrique Dias e Fernandes Vieira, representando os brasileir os primitivos e os de origem europ\u00e9ia e africana. Louve-se esta data como o Dia da Etnia Brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os formadores de opini\u00e3o t\u00eam responsabilidade nesse processo, a come\u00e7ar por abolir qualquer refer\u00eancia \u00e0 cor da pele, quer positiva pela vit\u00f3ria alcan\u00e7ada, quer negativa pelo delito cometido. N\u00e3o podemos nos referir a um descendente de asi\u00e1tico de \u201cjapon\u00eas\u201d ou \u201cchin\u00eas\u201d, porquanto sendo brasileiro, precisa ser tratado como tal. Tamb\u00e9m n\u00e3o devemos chamar de \u201cgringos\u201d outros tantos que adotaram esta terra como P\u00e1tria. N\u00e3o s\u00e3o atitudes simp\u00e1ticas, educadas e muito menos aglutinadoras. Todos n\u00f3s temos orige ns pr\u00f3ximas ou long\u00ednquas de algum migrante estrangeiro. Absorvemos muito das suas tradi\u00e7\u00f5es, curtimos suas m\u00fasicas, aplaudimos suas dan\u00e7as e vivemos suas festas, mas somos brasileiros. Os destinos das pessoas n\u00e3o podem ser marcados por suas caracter\u00edsticas de identifica\u00e7\u00e3o e nem as carteiras de identidade t\u00eam mais essas informa\u00e7\u00f5es. Nossa preocupa\u00e7\u00e3o tem que ser outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sociedade precisa zelar pelo bem-estar do cidad\u00e3o. Fazer com que todos vivam com dignidade, participando e comprometendo-se com o desenvolvimento da Na\u00e7\u00e3o e usufruindo dos seus benef\u00edcios independentemente da cor da pele e das suas origens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PUBLICADO N\u2019 O FAROL, DEZ 2000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONSCI\u00caNCIA HUMANA Ernesto Caruso, 30\/11\/2006 Brasileiros de todos os tempos se aprochegaram a esta terra bendita pelo meio que a Hist\u00f3ria registra, desde os primitivos, cognominados por equ\u00edvoco de \u00edndios, esparsos, tribais, antrop\u00f3fagos, guerreiros, aos mais recentes que aqui aportaram e descendentes, conseguindo se unir de norte ao sul, de leste a oeste na Grande &hellip; <a href=\"https:\/\/opatriota.org\/?p=42326\" class=\"more-link\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">CONSCI\u00caNCIA HUMANA &#8211; COTAS HUMILHANTES &#8211; SOMOS TODOS BRASILEIROS<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-42326","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/42326","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=42326"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/42326\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70158,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/42326\/revisions\/70158"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=42326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=42326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/opatriota.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=42326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}