Quem sofrerá com esta atitude insana do Conselho Universitário (COUN) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), orquestrada pelo Mag. Reitor Zaki Akel Sobrinho, será o povo paranaense.
Em abril de 2013, quando o Reitor Zaki Akel Sobrinho deu posse aos novos diretores do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ele jurou solenemente (de pézinhos juntinhos) que combateria a todo custo as investidas do desgoverno para implantar a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBESERH porque ele a considerava ilegal, imoral, inconstituional e contrária aos interesses da UFPR e dos usuários do HC, mas de uma hora para outra mudou de lado e começou a cooptar os membros do Conselho Universitário (COUN) a votarem pela aprovação do convêncio entre a UFPR e esta aberração jurídica chamada EBSERH.
Algo que chamou a atenção na votação que aprovou o convênio foi a ausência de 23 dos 63 conselheiros, todos, sabidamente, contrários à aprovação da EBSERH. Se todos os faltantes tivessem comparecido e votado, o placar teria sido 32 contra e 31 a favor. O que aconteceu com eles? Sequestro, propina, ameaças, covardia, interesses eleitoreiros em jogo?
Outra mentira desferida pelo Reitor Zaki Akel Sobrinho é a garantia de continuidade do atendimento exclusivamente pelo SUS. Quem ler com atenção a lei 12.550/11, especialmente o seu art. 8º, descobrirá que dentre os recursos e retribuições pelos serviços prestados pela EBSERH, está receitas decorrentes de convênios firmados entre entidades nacionais e internacionais. Ora, Operadoras de Saúde são entidades tanto nacionais, quanto internacionais.
Os revanchistas que esperam que os “servidores públicos se deem muito mal com a EBSERH”, também podem “tirar o cavalinho da chuva”, pois para eles não mudará nada, apenas os celetistas da Fundação da Universidade Federal do Paraná – FUNPAR (é com N mesmo, não é erro de ortografia ou digitação) dar-se-ão mal, pois a EBSERH, como empresa do governo federal independente a externa à UFPR não tem obrigação alguma de encampar o pessoal FUNPAR. Leia mais…
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também é mentira que ficarão desempregados. quem não é aposentado (aprox. 300), tem outro emprego, até outros dois.
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Dentre as grandes questões que envolvem a implantação desta excrescência é a forma de demissão do pessoal FUNPAR. Está na lei 12.550/11 que a empresa poderá realizar processos seletivos de pessoal simplificados para a sua implantão e isso já foi pensado dentro da UFPR, mas a questão é que, para sair da FUNPAR e entrar para EBSERH, tanto a primeira, quanto a segunda, poderão exigir que os funcionários peçam demissão, abrindo mão dos 40% da multa rescisória e nenhum dos 916 destes funcionários quer isso. Querem ser demitidos para ganhar os 40% e daí serem admitidos na EBSERH. O grande problema nestas horas é que nem sempre a verdade aparece ou triunfa
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Deixa eu ver se entendi: o governo vai trocar servidores que não custam nada em encargos sociais trabalhistas por funcionários celetistas que custam cerca de 50% de seus salários só em impostos, contribuições e taxas trabalhistas? Por um acaso isso não é burrice e incompetência, ou é algum novo paradigma de administração de empresas?
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pelo jeito é isso mesmo, joão. deve ter alguma maracutais por trás. alguém tá levando nessa, pois se fosse em uma empresa privada SÉRIA, toda a direção (presidente, ministros, etc) já estaria no olho da rua.
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