A questão não é se as urnas eletrônicas são seguras ou não.
A questão é que as urnas de cada Estado tem nomes diferentes de candidatos a serem votados e são mais de 550.000 urnas espalhadas pelo Brasil, sendo impossível sabotar todas elas.
A fraude é centralizada, podendo acontecer apenas no servidor de totalização dos votos no TSE e a evidência disso e de que existiu fraude na última eleição e em anteiros às de 2018, é o empenho dos ministros do STF, mais exatamente, Barroso, Moraes, Dias PToffoli e Gilmar Mendes, em impedir a aprovação do voto impresso, que desmascaria a fraude.
Em 2018 não puderem fraudar as eleições por dos motivos: 1. o povo estava mobilizado graças à operação lava-jato e, 2. o comandante do Exército da época, o Gen. Villas Boas, o último generais com culhões, tinha apontado sua baioneta para as testas dos togados corruptos da banda podre do supremo tribunal fedorento.
