Hoje, 20 de agosto, é dia do Maçom, mas novamente não se tem o que comemorar.
A Maçonaria foi a luz que iluminou e conduziu a humanidade à saída do período de trevas em que a ‘santa’ Igreja Católica Romana mergulhou o Ocidente durante as idades Média e Moderna.
A Maçonaria, formada naquela época por cientistas, homens realmente sábios e virtuosos, moveu o mundo. Fomentou a Revolução Industrial, que nos permitiu chegar a este mundo de conforto e tecnologia que temos hoje. Criou nações, impulsionou independências, impediu guerras, mas parou no tempo, sendo a última grande contribuição da Ordem o Concílio Vaticano II, convocado pelo cardeal maçom Angelo Maria Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII.
Diferentemente dos maçons dos séculos passados, os atuais se agarraram a um dos objetivos da Ordem, ‘lapidar o eu interior’, e renegam o juramento prestado pela honra e pela fé sobre o Livro da Lei (a Bíblia Sagrada); não fazem mais nada pela sociedade, pela pátria e pela humanidade, reunindo-se nas lojas para, basicamente, bater malhete e fazer festa.”
Em suma, a Maçonaria, com os maçons que estão aí, não serve para mais nada, e seu destino é se tornar tão irrelevante quanto clubes de serviço como o Lions Club e o Rotary Club.

