Mistérios nos jogos da seleção Argentina

Alguém pode explicar como a Argentina virou um placar em 13 minutos, algo que tinha feito em 77 minutos? Até a pausa para hidratação do segundo tempo ela perdia o jogo por 2X0 e após a água virou o placar.

O que tinha na água? Essa é a primeira e principal pergunta a ser respondida. Gostaria de ver os laudos dos exames antidoping de todos os jogadores da seleção Argentina.

Também há outro fato a ser considerado. O árbitro dessa partida deixou de marcar dois pênaltis para a seleção egípcia, da mesma forma que os árbitros dos jogos contra a Nigéria e Cabo Verde também não marcaram penaltis claros e escancarados.

Por que a população LGBTQIAPN+ ainda enfrenta barreiras no SUS – Ciência UFPR

O primeiro parágrafo da matéria já mostra a desconexão da universidade pública com a realidade do SUS e também de seu papel de formadora de profissionais e cientistas.

Nele está escrito que os médicos podem fazer julgamento moral sobre as preferências sexuais das lésbicas ou apenas perguntar aos homens gays sobre infecções, DSTs… Não é essa a função do médico? Perguntar os sintomas do paciente? Se os LGBTQIAPN+ quiserem uma psicoterapia, que procurem um psicólogo e não um médico em um ambulatório do SUS para choramingar seus conflitos pessoais, pois na sala de espera de um ambulatório do SUS há dezenas e até mesmo centenas de pessoas esperando atendimento.

Essa “população” cria as barreiras contra ela mesma ao exigir que o SUS se adapte às suas compulsões, obsessões e exigências descabidas que desvirtuam o objetivo do Sistema Único de Saúde e atrapalham o atendimento da população normal e mentalmente sã.

Querem um exemplo? Trans que procuram ginecologistas e ao serem encaminhados ao urologista, que é o médico que atende homens, fazem escândalos e processam o médico exigindo indenização por transfobia, mais um daqueles crimes sem sentido algum e inventados para garantir sua satisfação sexual doentia, mas que está servindo para encher seus bolsos com litigâncias judiciais.

O SUS foi criado para atender a maioria dos brasileiros e para isso ele precisa seguir protocolos rígidos, baseados em evidências científicas e não em fantasias e desejos doentios de minorias.

Os LGBTQIAPN+ são uma minoria que exige um atendimento diferenciado e “de acordo” com as fantasias de sua perversão sexual1 que não tem base em nenhum protocolo e, portanto, não se encaixam no atendimento do SUS, mas se insistem em ser diferentes e exigem atendendo diferenciado, que paguem atendimento particular com médicos LGBTQIAPN+, de sua “população”.

Com todo respeito, universidade é templo sagrado de ensino, pesquisa e extensão laica e neutra e a mais antiga universidade brasileira não devia perder tempo e gastar dinheiro do contribuinte discutindo futilidades.

O lema da Universidade Federal de Paraná é Sciencia et Labor, que se traduz do latin por “estudo e trabalho” e não deve ser corrompido para satisfazer os caprichos de minorias que não contribuem para o progresso das ciências e a evolução da humanidade. Leia aqui


  1. KOLB, L Psiquiatria Clínica. 9 ed. Rio de Janeiro : Ed. Interamericana, 1986. p472-476

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