Globo desmentida e editora espalha ódio, o sigilo antidemocrático, a “justiça” questionada…

Os jagunços da banda podre da suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim apanham do lularápio em público e aliviam seus sadismos no contribuinte que os sustenta e quer vê -los, todos, apodrecendo atrás das grades.

Ainda veremos o ministro esquizofrênico paranóico em surto permanente de megalomania, macrovalia e delírio persecutório apodrecendo em isolamento de manicômio judiciário.

O contribuinte não tem de sustentar loucos togados. Os jagunços togados são estapedos em público pelo psicopata etílico e corrupto que tem os rabos deles presos em suas mãos e se vingam dos opositores, que são contribuintes que pagam impostos e sustentam esta republiqueta bananeira, pois petistas não trabalham, vivem nas costas dos pagadores de impostos.

Incitação ao crime de violência doméstica

O molusco psicopata etílico, corrupto, vagabundo, analfabeto que crucificou Tiradentes gastando o tempo precioso de uma reunião ministerial, cujo custo é pago com os impostos arrancados do contribuinte, discutindo assuntos inúteis e fazendo apologia ao crime de espancamento de mulheres.

Quando o contribuinte se livrará deste psicótico tóxico-metabólico, analfabeto, condenado em três instâncias por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pela unanimidade dos juízes com provas robustas e abundantes, mas foi tirado da cadeia por seus jagunços togados a mando de políticos corruptos que queriam restaurar os esquemas de corrupção da era de ouro da quadrilha criminosa travestida de partido político, o PT, partido dos trambiqueiros?

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Mais um ministro do molusco que entrou na política para se servir do país

E não para servir ao país.

Sigilo aumenta suspeita sobre ministro e sobre palavra de Lula


Rodrigo Barradas


Reportagem do UOL mostra que o governo decretou sigilo de 100 anos sobre a declaração do conflito de interesses do ministro Alexandre Silveira. O titular das Minas e Energia é um sujeito que desperta interesse, entre outra razões, por seu patrimônio.

Josias de Souza resume a história: “Virou político em 2006. Modesto, apresentou-se ao eleitorado mineiro como servidor público, um ex-policial. Seu patrimônio declarado era de R$ 2,6 milhões, em valores atualizados. Hoje, dispõe de fortuna estimada em mais de R$ 79 milhões. Atribui o sucesso aos negócios. Ou o país está diante de um talento empresarial desperdiçado no governo ou o ministro é apenas mais um caso de enriquecimento mal investigado. Contra a moléstia da dúvida, o remédio é a transparência”.

O diabo é que Lula fustigava Bolsonaro justamente por causa desse hábito do sigilo. Agora, a plateia é obrigada a ver o presidente repetir o antecessor em uma de suas piores características. Leonardo Sakamoto é preciso: “Mandar esperar um século para saber se havia promiscuidade entre a vida pública e a privada de um membro do alto escalão da administração federal é coisa que o PT criticava sob a gestão Bolsonaro e com que Lula havia prometido não compactuar”.