A inacreditável declaração da DPU sobre as saidinhas

A suprema corte tupiniquim não passa de um covil de políticos travestidos de juristas, rábulas desqualificados e incompetentes que não passam de analfabetos jurídicos.

O fim das saidinhas certamente gerará muita revolta dentre os presidiários, especialmente os comandantes de facções criminosas que usufruem delas para organizar suas quadrilhas e planejar ações criminosas futuras que certamente contam com muitos políticos e magistrados em suas execuções, bem como estes mesmos políticos e magistrados não querem o fim das saidinhas porque se algum dia surgir um lider destemido, honrado, honesto e erudito, coisa que nenhum político ou magistrado tupiniquim o é, e se fizer justiça imparcial, sem piedade ou compaixão, e eles acabarem denunciados, processados e presos pelos seus crimes, também não terão direito a elas. Estão legislando em causa própria.

Esta republiqueta bananeira composta de instituições apodrecidas e corrompidas só dá nojo.

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Este é o grupo que apoia lula & corruptos associados

Lessa diz que era ‘sócio’ dos Brazão e que matou Marielle em troca de milícia.

Ex-PM diz que matou Marielle em troca de chefiar milícia. Ronie Lessa afirmou, em delação premiada divulgada ontem pela TV Globo, que os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, presos acusados de serem os mandantes da morte da vereadora, ofereceram a ele e ao também ex-policial militar Edimilson de Oliveira, o Macalé, assassinado em 2021, dois loteamentos clandestinos no Rio para a instalação de uma milícia.

Lessa disse à PF que o negócio renderia mais de US$ 20 milhões. Na delação, ele confessou ter matado Marielle e o motorista Anderson Gomes, contou que faria parte de uma “sociedade” com os Brazão e que Marielle Franco era considerada “uma pedra no caminho”.

A conclusão mais que óbvia é que foi uma guerra “intra muros” pelo controle de milícias e a desconhecida a inexpressiva Marielle Franco fazia parte do esquema criminoso e estava atrapalhando os planos e  ambições das famiglia Brazão.

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