Milei não convida lula para sua posse na argentina!

Parabéns generais do Alto Comando das Frouxas Armadas por deixaram o Brasil se transformar e um circo mundial.

O cachaceiro corrupto, vagabundo, parasita do contribuinte, analfabeto que crucificou Tiradentes, estelionatário que fomentava greves fajuta para extorquir empresários e enriquecer às custas de propinas (vide livro “O que sei de lula”, do jornalista José Nêumanne Pinto, biógrafo e ex-amigo do bêbado de Garanhuns), vergonha nacional, tem de ser excluído de toda sociedade de pessoas justas, que deverão ver nele, um ente sem honra nem dignidade.

Os militares Tupiniquins se tornaram cúmplices da tortura e extermínio de presos políticos levado a cabo pela banda podre da suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim, o circo de palhaços togados. Estão deixando fazer exatamente aquilo de que foram acusados no passado.

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Resumão da semana: sete dias mais perto do fim

Brasil, um narcoestado.

Podem ter certeza que o ministro mandou os paus mandados receberem a dama do tráfico e não apareceu na reunião justamente para, caso vazasse o conluio, ele se defender jogando a culpa em seus auxiliares, o diretor e o secretário do ministério, dos cargos quer nem deviam existir, sendo apenas cabine de emprego para captação de dinheiro do contribuinte através do esquema das rachadinhas, especialidade dos criminosos petistas.

Os ministros de Luiz bebaço luladrão da Silva, o capo mafiosi (chefão da máfia), não passam de um bando de débeis mentais, corruptos, vagabundos, incompetentes, parasitas do erário público e deviam estar internados em isolamento de manicômio judiciário.

A consagração da tirania togada

Se os generais genéricos de quatro estrelas, nenhum culhão, fantasiados com a vexaminosa farda verde melancia besuntada de estrume tivesse um pingo de vergonha na cara e fizessem jus ao soldo pago com os impostos arrancados do contribuinte, já teriam encarcerado o ministro esquizofrênico paranoico em surto persistente de megalomania, macrovalia e delírio persecutório em isolamento de Hospital psiquiátrico, amarrado em camisa de força, com mordaça na boca, anti psicótico intravenoso contínuo e sessões de eletroconvulsoterapia (eletrochoque), de hora em hora, até fritar o tecido neuro fecal que invadiu seu crânio.