Ministra do STM que suspendeu o julgamento do pedido de acesso ao processo militar contra Dilma já foi assessora da Casa Civil petista

Por isso que, até agora, não se conseguiu esmiuçar os crimes da Companheira Estela. A criminosa conseguiu até colocar comparsas me um dos órgãos tidos como mais sério e respeitável da Pátria. Esse é o PT. Corrompe tudo e todos em nome do continuísmo corrupto e ditatoria. A ficha da criminosa Estela é de domínio público e deve ser divulgada na íntegra para que todos os brasileiros a conheçam intimamente, posto que ela se candidatou ao mais alto cargo da República. Isso é uma vergonha, como diz o jornalista Boris Casoy. Tirem essa ministra (cúmplice da Dilma) do STM, em nome da seriedade e da honra da farda. Veja a notícia original aqui

Eleição de Tiririca é considerada “deprimente” pela imprensa internacional

O Brasil já está parecendo o Império Romano, no qual um imperador muito esperto, chamado Calígula, nomeou seu cavalo incitatus como senador do Império, mostrando aos demais senectus (senadores) que, para ele, os senadores valiam tanto ou menos que seu cavalo. A eleição deste inútil e de mesmo nível cultural do Presidente do Brasil, se iguala ao feito de Calígula. Não adianta a imprensa internacional vaiar, criticar ou espernear. Com o povinho imbecil, idiota e parasita que o Brasil tem, só é possível esperar este tipo de atitude: panis et circensis. Leia aqui

Editorial do Estadão: O mal a evitar

A acusação do presidente da República de que a Imprensa “se comporta como um partido político” é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre “se comportar como um partido político” e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país. Continuar lendo Editorial do Estadão: O mal a evitar