PMDB tenta abrir sigilos de Janot e Cardozo

Isso não passa de uma tentativa desesperada do podre e corrupto PMDB de desqualificar a denúncia que o procurador Janot fez ao Supremo Tribunal Federal para livrar a cara de seus corruptos mais ilustres: Renam Calheiros e Eduardo Cunha, acusados pelo Procurador Geral da República de envolvimento no esquema de corrupção conhecido MUNDIALMENTE como PETROLÃO. Leia aqui

Somos programados para acreditar em um Deus?

A religião – a crença em seres sobrenaturais, incluindo deuses e fantasmas, anjos e demônios, almas e espíritos – está presente em todas as culturas e permeia toda a História.

A discussão sobre a vida após a morte remonta a, pelo menos, 50.000 a 100.000 anos atrás.
É difícil obter dados precisos sobre o número de crentes de hoje, mas algumas pesquisas sugerem que até 84% da população do mundo são membros de grupos religiosos ou dizem que a religião é importante em suas vidas.
Vivemos em uma era de um acesso ao conhecimento científico sem precedentes, o que alguns acreditam que é incompatível com a fé religiosa. Então, por que a religião é tão difundida e persistente?
Os psicólogos, filósofos, antropólogos e até mesmo os neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, e para o poderoso papel que a religião parece ter em nossas vidas emocionais e sociais.

Morte, cultura e poder

Mas antes de falar das teorias atuais, é preciso entender como surgiram as religiões e o papel que elas tiveram na vida de nossos ancestrais.
As primeiras atividades religiosas foram em resposta a mudanças corporais, físicas ou materiais no ciclo da vida humana, especialmente a morte.
Os rituais de luto são uma das mais antigas formas de experiência religiosa. Muitos de nossos antepassados não acreditavam que a morte era necessariamente o fim da vida – era apenas uma transição.
Alguns acreditavam que os mortos e outros espíritos podiam ver o que estava acontecendo no mundo e ainda tinham influência sobre os eventos que estão ocorrendo.
E essa é uma noção poderosa. A ideia de que os mortos ou até mesmo os deuses estão com a gente e podem intervir em nossas vidas é reconfortante, mas também nos leva a ter muito cuidado com o que fazemos.
Os seres humanos são essencialmente sociais e, portanto, vivem em grupos. E como grupos sociais tendem à hierarquia, a religião não é exceção.
Quando há um sistema hierárquico, há um sistema de poder. E em um grupo social religioso, a hierarquia localiza seu membro mais poderoso: a divindade – Deus.
É para Deus que temos de prestar contas. Hoje em dia, a religião e o poder estão conectados. Estudos recentes mostram que lembrar de Deus nos faz mais obedientes.
Até em sociedades que reprimiram a fé, surgiu algo que tomou seu lugar, como o culto a um líder ou ao Estado.
E quanto menos estável é um país politica ou economicamente, mais provável que as pessoas busquem refúgio na religião. Os grupos religiosos podem, ao menos, oferecer o apoio que o Estado não fornece a quem se sente marginalizado.
Assim, fatores sociais ajudam a desenvolver e fortalecer a fé religiosa, assim como a forma como nos relacionamos com o mundo e com os outros.

Outras mentes

Em todas as culturas, os deuses são, essencialmente, pessoas, mesmo quando têm outras formas.
Hoje, muitos psicólogos pensam que acreditar em deuses é uma extensão do nosso reconhecimento, como animais sociais, da existência de outros. E uma demonstração da nossa tendência de ver o mundo em termos humanos.
Nós projetamos pensamentos e sentimentos humanos em outros animais e objetos, e até mesmo nas forças naturais – e essa tendência é um dos pilares da religião.
Assim argumentou-se que a crença religiosa pode ser baseada em nossos padrões de pensamento e de cultura humana. Alguns cientistas, no entanto, foram além e analisaram nossos cérebros em busca do lendário “ponto Deus”.

Deus no cérebro

Os neurocientistas têm tentado comparar os cérebros dos crentes e ao dos céticos, para ver o que acontece no nosso cérebro quando rezamos ou meditamos. Se conhece pouquíssimo sobre esse campo – mas há algumas pistas, especialmente no que diz respeito às aéreas cerebrais.
O córtex pré-frontal medial está fortemente associado com a nossa capacidade e tendência para entender os pensamentos e sentimentos dos outros. Muitos estudos têm mostrado que esta região do cérebro está especialmente ativa entre os crentes religiosos, especialmente quando estão rezando. Isso corrobora a visão de que a fé religiosa é uma forma de interação social.
Já o lobo parietal, de acordo com estudos pode estar envolvido em experiências religiosas, especialmente aquelas caracterizadas com a dissolução do ego.

Pontuando a vida

Na medida em que estamos constantemente à procura de padrões, estruturas e relações de causa-efeito, a religião pode fornecer uma variedade de estratégias para que essa busca faça sentido.
As crenças religiosas ajudam os seres humanos a se organizar e dar sentido a suas vidas. E em todas as culturas, e até mesmo entre ateus, os rituais podem ajudar a pontuar eventos importantes da vida.
Embora nem a neurociência, nem a antropologia e nem filosofia tenham uma resposta definitiva para a questão “Deus existe?”, todas essas disciplinas dão pistas sobre como nós respondemos às nossas mais profundas necessidades humanas.
Talvez não sejamos programados para acreditar em Deus ou em um poder sobrenatural, mas somos animais sociais com uma necessidade evolutiva de ficar conectado com o mundo e com os outros.
De repente, as religiões são apenas canais para permitir essas conexões.

Gasto público em ensino atinge 6,6% do PIB, mas crise ameaça expansão

Primeiramente há de se questionar se este dado é verdadeiro, pois no desespero em que encontra o desgoverno PTralha, qualquer mentira serve para encobrir a situação calamitosa em que a corrupção e a incompetência governamental enterrou o Brasil e, em segundo lugar, é preciso ter em mente que o governo até pode ter realmente desembolsado o dinhero, mas em um país onde a corrupção é a regra geral, será que a verba da educação chegou mesmo ao seu destino? Esta última questão é mais séria porque o desgoverno afirma que gasta tanto dinheiro, mas o nível da educação brasileira só piora. Leia aqui

Documentário aborda a construção da imagem de José Dirceu

Que imagem? A verdadeira ou a falsa que tentam empurrar goela-a-baixo na população e que pinta Zé (corrupto) Dirceu como um herói, um homem perfeito, honesto e estadista exemplar, mas que não corresponde em nada à verdade. Mostrarão a verdade sobre o condenado à prisão pelo mensalão e enterrado até o pescoço no petrolão? Zé Dirceu não passa de um comunistoide retrógrado, corrupto e incompetente, tão falso e desonesto quanto todo e qualquer PTista.  Leia aqui

Grupo de Lula pressiona por mais espaço ao PMDB

Lula já enxergou o beco sem saída no qual seu partido (quadrilha) está metido. Já farejou os planos do PMDB de repetir o que fez com Collor em 1992 e, pensando em sua sobrevivência política, na manutenção de sua liberdade, de seu falso status de estadista e de sua riqueza acumulada que o mundo inteiro sabe como foi obtida e em nome de quem está, tenta, desesperadamente, convencer sua criatura (Dilma) a dar mais poder ao PMDB, na esperança de não acabar na cadeia, igual aos mensaleiros, aos executivos das empresas e demais investigados pela Polícia Federal na operação lava jato. Leia aqui

Panelaços não farão Dilma se intimidar, diz novo ministro da Secom

Psicopatas e sociopatas não tem senso crítico, senso de limites. Agem como se fossem seres infalíveis e únicos detentores da verdade, do conhecimento e do direito de fazerem o que bem entenderem e Dilma, pelo seu passado, não se encaixa exatamente nesta categoria.

Enquanto ela estava no poder, no comando das facções terroristas criminosas (COLINA e VAR-Palmares), ela mandava matar, sequestrar, assaltar quartéis, bancos, casas de armas, estabelecimentos comerciais; mandava justiçar (assassinar) os guerrilheiros arrependidos que desejavam deixar a guerrilha, mas quando foi presa pelos militares, sua primeira atitude foi de covardia extrema (cagaço generalizado), pois entregou todos os “companheiros” que estavam sob seu comando naquela época, a ponto dos militares que a prenderam dizerem, ATÉ HOJE, que ela não valia um tapa, muito menos uma bala. Tenho o privilégio de ter entre meus amigos diversos integrantes da guarnição que a rendeu e a levou presa e que me contaram esta história, que os comunistoides tentam esconder a qualquer custo.

Dilma afirmou em sua campanha à presidẽncia de 2010 que foi torturada e estuprada durante 22 dias, mas a verdade é bem outra. Qualquer mulher martirizada dessa forma (tortura e estupro) teria cicatrizes visíveis e terminaria a vida em um hospital psiquiátrico. Onde estão as cicatrizes da tortura que Dilma disse ter sofrido? Seu estado mental continua inalterado, com o mesmo tipo de delírio e paranóia de poder daqueles tempos nos quais ela reinava absoluta dentro das quadrilhas criminosas que liderava. Leia aqui