Será que os PFs que integram a gestapo Alexandrina não temem responder a PADs por improbidade administrativa e serem demitidos sumariamente quando este teatro de horrores lulopetistE acabar?
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Será que os PFs que integram a gestapo Alexandrina não temem responder a PADs por improbidade administrativa e serem demitidos sumariamente quando este teatro de horrores lulopetistE acabar?
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Resumindo: qualquer vagabundo estelionatário poderá se vestir de índio, invadir fazendas produtivas e reinvidicar a demarcação delas como terras indígenas e se apropriar fraudulentamente sem nunca ter trabalhado na vida.
Este Congresso Nacional dá nojo e não presta para nada, além de ficar de quatro para os psicopatas togados, jagunços que lularápio estapeia em público para mostrar que manda neles,e torrar o dinheiro dos impostos arrancados do contribuinte que sustenta esta republiqueta bananeira de rabopresistão. Leia aqui
Lula baixa o tom, e dólar acompanha
Rodrigo Barradas
O presidente Lula deu uma folga para a língua hoje. Ou, pelo menos, para a parte dela que ataca o Banco Central, vitupera contra o mercado e ameaça com intervenções. O dólar fez a gentileza de baixar a bola também, voltando para (os já bem altos) R$ 5,56.
Colunistas do UOL viram relação de causa e efeito entre os dois fenômenos.
José Paulo Kupfer, aqui, e Carla Araújo, aqui, vão nessa linha. Raquel Landim concorda, mas também lança um pouco de luz sobre a atuação do próprio BC no câmbio.
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O cachaceiro, corrupto, vagabundo, analfabeto que crucificou Tiradentes se acha um estadista e um gênio, mas não passa de uma ameba em coma etílico.
Rodrigo Barradas pelo UOL
Lula voltou a vociferar. Desta vez, contra o câmbio. E mostrou o cabo da faca. Josias de Souza resume: “Adicionou ao caldeirão em que ferve a cotação do dólar o ingrediente da ameaça. Convencido de que ‘não é normal o que está acontecendo’, Lula soou como combatente no campo de batalha: ‘Temos que fazer alguma coisa.’ O quê? ‘Eu não posso falar porque senão estaria alertando meus adversários'”.
Até agora, a fala só teve uma consequência, apontada por Raquel Landim: “Resultado: o dólar encostou no R$ 5,70”.