Lula e o (des)respeito com o eleitor

Como a justiça eleitoral permitiu a candidatura desse criminoso psicopata à presidência da república?

A culpa do que aconteceu com o Brasil nos últimos 13 anos não é apenas do eleitor, especialmente o eleitor gaúcho que, mesmo sabendo por este vídeo o que o abestado com QI e DNA de ameba comatosa pensa de seus eleitores, mas também e em grande parte dos magistrados do TSE que aceitaram a candidatura desse cretino imprestável.

Moleques na comissão do impeachment do senado

Tem uns senadores que estão de pura molecagem no senado, gastando dinheiro do contribuinte para fazer palhaçada a fim de defender corruptos e criminosos.
O palhaço dos palhaços, o rei da  molecagem é o petralha e canalha Lindbergh Farias, que tem se esforçado ao máximo para tumultuar os andamento dos trabalhos, tentando livrar o couro da vagabunda presidente.
Em seguida, no ranking de palhaços e canalhas, vem a inútil senadora Gleisi Hoffman que, quando abre a boca, vomita fezes e não palavras.
O Brasil e seu povo não precisa e não merece gente tão ordinários, incompetente e inútil como os políticos comunistas que infestam o país.

O tocador de obras

andreazza-1Mario David Andreazza é o maior exemplo da seriedade e da honestidade com as quais os militares governaram o Brasil. Como os leitores poderão ver no texto abaixo, transcrito integralmente da Revista Veja, ele viveu com simplicidade e não desviou um centavo dos trilhões de dólares que movimentou nos dois ministérios que ocupou. Aqueles que gritam ter havido corrupção no governo militar, que apontem um coronel, tenente, sargento, ou qualquer outro militar de qualquer das três armas com fortunas em paraísos fiscais e imóveis no exterior. Se houve corrupção nos governos militares, não foi praticada por militares, mas por civis que se aproveitaram da situação para corromper e enriquecer ilicitamente.

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Câncer mata Andreazza, o ministro das pontes e estradas, que chegou a sonhar com o planalto.

Integrado à maioria das conspirações militares dos anos 50, em 31 de março de 1964 o coronel Mário David Andreazza tomou um bom de que daria muitas voltas, algumas triunfais. Era o bonde do ciclo dos presidentes militares. No 15 de março de 1985, quando o bonde – apedrejado-e estacionou como sucata de um triste terreno baldio, Mário Andreazza foi um dos últimos passageiros a descer – a maioria de seus antigos companheiros de viagem estava embarcada na votação da chamada Nova República. Na quarta-feira passada, quando Mário Andreazza, morto por um câncer no pulmão, foi enterrado no cemitério São Batista, no Rio de Janeiro, ocorreu uma cena simbólica. Personalidade ligada, de forma indissolúvel, o regime de 1964, foram seus companheiros do bonde 31 de março, e que hoje integram o primeiro escalão do governo do presidente José Sarney, que seguraram a carreta com seu caixão.

Acompanhado por 300 pessoas, entre as quais 15 ministros de governos passados e outros cinco que integram a equipe do presidente José Sarney, o funeral de Mário Andreazza foi uma cerimônia com momentos muito delicados. Com seu temperamento folclórico e inconveniente, o ex-presidente João Figueiredo demonstrou, no cemitério São João Batista, que circula pelo mundo dos vivos – mas parece dialogar com os mortos. Uma repórter do Jornal do Brasil fez, ao longo do velório, uma pergunta banal nessas situações. Quis saber se ele havia “Sentido muito a morte do amigo”. “Isso é pergunta que se faça”, respondeu o ex-presidente. “Eu só não lhe dou uma resposta por que você é uma moça”, acrescentou.

Desmancha-velório

andreazza-2Em 1974, quando estava no ponto mais alto de sua gestão no Ministério dos Transportes, onde chegou em 1967 pelas mãos do presidente Arthur da Costa e Silva, atravessou período em que o país esteve sob o regime da Junta Militar de 1969, e só saiu com a posse de Ernesto Geisel, Andreazza cruzou a ponte Rio-Niterói num passeio inaugural bordo de um Rolls-Royce em companhia do presidente Emílio Médici. Na ocasião, Figueiredo estava bem perto de a Andreazza: sentado no banco da frente, ao lado do motorista, como chefe da Casa Militar. Dez anos depois, no final da traumática convenção do PDS onde acabou massacrado pelos votos do deputado Paulo Maluf, seu rival na disputa pela vaga de candidato a presidente contra Tancredo Neves, Andreazza ficou sozinho na hora de enrolar a bandeira de campanha. Figueiredo, que simularam apoiar seus movimentos contra Maluf na sucessão, terminou para abandoná-lo. No cemitério, a grosseria do ex-presidente confirmou sua nova especialidade pública – a de desmancha-velório. Causou mal-estar entre os presentes e boa parte deles preferiu sair de perto. Em 1985, no velório do ex-presidente Emílio Médici, a presença de Figueiredo também fora motivo de outra cena constrangedora. “Vai lá, canalha”, disse-lhe Eduardo Médici, neto do ex-presidente, quando Figueiredo chegou para o velório no Clube Militar.

andreazza-3“Andreazza começou a morrer quando foi derrotado na convenção do PDS”, afirma o ex-ministro Camillo Penna, da Indústria e Comércio. Ele chegou a contar, com ar patético, que antes da convenção fora visitar Andreazza em sua casa, vizinha à de Maluf, em Brasília, e teve dificuldades para entrar “de tanta gente que havia à porta”. Depois, lembra Camillo Penna, ocorreu o oposto. “havia tanta gente na porta do Maluf que quase não consegui chegar à casa dele”. O comportamento observado por Camillo Penna não chega a ser espantoso, mas é o resultado de uma soma de atitudes corriqueiras nos políticos habituados a apertar a mão dos vencedores – como ele próprio.

“Andreazza”: 1 trilhão

Aluno bilhete no Colégio Militar, Andreazza foi um ministro que, dentro do governo, tinha a fama de tocador de obras – entregou a Pasta dos Transportes, por exemplo, depois de pavimentar 25.000 quilômetros de estradas de rodagem, o dobro de tudo aquilo que havia no país quando tomou posse. Construiu uma estrada que serviu de bandeira para o “Brasil Grande” do AI-5, a Transamazônica, mas fez uma ponte, a Rio-Niterói, que todos os dias é utilizada 150.000 pessoas. Numa época de crédito internacional farto, Andreazza firmou o currículo de maior tocador de obras do país desde Juscelino Kubitschek. Tanto nesse ministério como no outro, do Interior, Andreazza ficou à frente de atividades que mobilizaram muito dinheiro. Ele gastava tanto que, ao deixar o governo Figueiredo, em 1979, o ex-ministro Mário Henrique Simonsen cunhou uma moeda com seu nome, o “Andreazza”, para estabelecer a marca de uma grande fortuna em matéria de gastos públicos, estimada, na época, em 1 trilhão de cruzeiros – mais de 30 bilhões de dólares.

andreazza-4Modesto, pelos seus hábitos, e otimista, por temperamento, Andreazza era pessoa agradável de se conviver. Ele mantinha um padrão de vida pouco superior ao que lhe permitia o soldo de coronel da reserva – mas bastante inferior, por outro lado, ao dos donos e diretores de empreiteiras que fizeram negócios milionários graças às obras que ele construía. Sob o governo de Ernesto Geisel, o ex-ministro de uma das pastas mais ricas do governo foi obrigado a trabalhar para viver, com um emprego como vice-presidente da companhia Atlântica Boavista de Seguros. Consumidor de três maços de cigarros por dia, em 1986, Mário Andreazza descobriu que tinha um câncer no pulmão esquerdo. Chegou a fazer uma pequena cirurgia, para extrair um nódulo no pulmão. Mais tarde, a doença espalhou-se pelos gânglios e vias respiratórias. Internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, nos últimos dias Mário Andreazza, aos 69 anos, submeteu-se a tratamento à base de quimioterapia. Quando concluíram que nada mais poderiam fazer para salvá-lo, os médicos cuidaram para que não morresse pelo bloqueio das vias respiratórias, bastante doloroso – mas de parada cardíaca, reforçando transfusões de sangue para forçar o coração a trabalhar. Com dificuldade para comunicar-se com as pessoas que o visitavam, na última terça-feira*, às 22 horas, sua mulher, Liliana, e os dois filhos, o engenheiro Mário Gualberto Andreazza, 41 anos, e o administrador de empresas Atílio Andreazza, 33 anos, aproximaram-se de sua cama. O ministro morreu abraçando sua família. Antigo chefe de uma pasta que movimentava bilhões de dólares, um grupo de amigos se cotizou para pagar o transporte, de avião, de seu corpo até o Rio.

* Terça-feira, dia 26 de abril de 1988.

Transcrito da Revista Veja, publicada em 27 de abril de 1988, ano 20, edição nº 17, páginas 26 e 27.

Roberto Requião diz que Janaína Paschoal "estava possuída pela macaca"

Roberto Requião de Mello, o nome completo dessa hiena caduca e paranoica, vive possuído pelo espírito de porco.

Se o povo brasileiro quer um exemplar de escória política do Estado do Paraná, ele é o Sen. Requião, um psicopata, incompetente, salafrário, vigarista, capaz de inventar qualquer mentida ou acusação falsa para se dar bem.

Para os eleitores de outros Estados terem uma ligeira ideia do crápula que ele é, a corrupção na Receita Estadual do Paraná começou no governo José Richa, pai do atual e todo enrolado governador do Paraná Beto Richa, há exatos 31 anos atrás. Requião foi governador três vezes e nunca abriu o bico para denunciar a rapina do tesouro estadual, mas vive posando de baluarte da correção e da honestidade. Alguém ouviu algum comentário dele sobre o escândalo da Receita Estadual? NÃO! Sabem por que ele não abre a boca de caçapa suja dele? Porque ele está enterrado até o pescoço no escândalo.

Outra façanha de Requião foi o tal pistoleiro ferreirinha que assassinava pequenos proprietários rurais a mando de grileiros que tomavam as terras deles, que ele inventou na eleição para o governo do Estado do Paraná, quando ele estava perdendo no primeiro turno. Meu pai, além de advogado que se envergonhava de ter Requião como colega de profissão, era historiador e me garantiu que o tal ferreirinha jamais existiu. Requião conseguiu, com a mentira deslavada, passar ao segundo turno e, após mais outro monte de mentiras, se eleger governador do Paraná.

O Estado do Paraná está muito mal representado no Senado. Uma hiena paranoica, uma petralha corrupta enterrada até os cabelos no petrolão (a barbie petista Gleisi Hoffmann) e um pseudo-oposicionista que apadrinhou um petista lambe bunda de Dilma para o STF (Álvaro Dias). Leia mais

Polícia Federal deve pensar seriamente em investigar Rodrigo Janot

De que lado você está, Rodrigo Enganot (Janot)? Da lei e da ordem ou do crime? Dos contribuintes que pagam seu aviltante salário ou dos criminosos que destruíram o país?

Esse pedido de liminar que apresentaste cheira muito mal. Está mais para jus sperneandi (direito de espernear) de advogado de quadrilha que ação ou prerrogativa legal de procurador geral da república.

Começo a suspeitar que você faz parte da quadrilha de larápios que saqueou o Brasil. Acho por bem a Polícia Federal te investigar… Leia mais

METAM OS CRIMINOSOS DO PCdoB NA CADEIA

O programa do PCdoB apresentado agora foi uma nojeira.

ESSES MENTIROSOS, VAGABUNDOS, PARASITAS DO CONTRIBUINTE TEM QUE APODRECER NA CADEIA! EXTINGUA-SE ESSE PARTIDO DE IDIOTAS, SANGUINÁRIOS E IMPRESTÁVEIS.

NÃO CONHECÇO UM COMUNISTA QUE PRESTE. É UM BANDO DE ASSASSINOS, SANGUINÁRIOS, ASSALTANTES DE BANCO, SEQUESTRADORES. NÃO PRESTAM NEM PARA CATADORES DE LIXO!

DILMA É COMUNISTA! VEJAM A FICHA CRIMINAL DELA. QUE BELEZA!

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Lava Jato: defesa de Lula pede afastamento de procurador

Não pode falar a verdade nessa merda de República bananeira, não é mesmo, Lula?
O molusco com QI e DNA de ameba em coma alcoólico, canalha e imprestável, quer de todo jeito ocultar a verdade que o brasileiro conhece: ELE É O MANDANTE DE TODA A CORRUPÇÃO QUE DESTRUIU O PAÍS.
Não adianta espernear, vagabundo inútil, seu reinado e seus dias de glória acabaram e você apodrecerá na cadeia, seu verme fecal imundo e nojento. Leia mais