China tenta acalmar o mercado, mas Bolsa sofre nova queda

Após décadas maquiando balanços para enganar os investidores, este país pseudo-comunista agora parece ter chegado ao fim.

Pseudo-comunista porque, verdade seja dita, é uma ditadura sangrenta, tirânica, escravizante que se diz comunista, mas não passa de capitalismo disfarçado de socialismo fajuto.

Em que lugar do mundo o comunismo deu certo? As crianças dos países comunistas tem a melhor resposta para esta pergunta. Leia mais

Os tucanos acovardados

Entende-se do post ser a ala ligada ao gov. Geraldo Alckmin a que está se acovardando diante das ameaças petralhas.

Se for isso, ou Alckmin tem o rabo preso com a quadrilha lulista, ou está mal intencionado.

Se ele quer, por qualquer motivo, lamber o cu do Lula, que mude de partido. Vá para o PT, onde é lugar de covardes e criminosos. Leia mais

Com Lula não!

Por que o abestado está acima da lei? Que direito especial este jegue tem a mais que os contribuintes que ele enganou e cujo dinheiro dos impostos ele torrou financiando a corrupção?

Esta besta imprestável tem que apodrecer na cadeia como qualquer criminoso. É inaceitável a conceção de qualquer regalia a além daquelas dadas a qualquer cidadão. O apedeuta não é melhor que ninguém e quem defende este crápula tem que mofar junto com ele atrás das grades. Leia mais

Escândalo: a infiltração de Marcelo Odebrecht no STJ

Este é o mais podre e nojento país do mundo, habitado pelo mais imbecil, vagabundo é ignorante povo do universo. Essa desgraça chamada Brasil só tem um jeito: arrancar todos os políticos, desgovernantes, magistrados… Todos, sem exceção, e começar do zero, com lei marcial para qualquer tipo de crime. De furto à corrupção, passado por estupro, homicídio e latrocínio e chegando à incompetência, a mentira e a má fé, cadeia ou cemitério para todo e qualquer criminoso.

Direitos humanos são para humanos diretos e não para criminosos. Leia mais

FHC precisa ensinar uma lição a Lula

Perda de tempo tentar ensinar qualquer coisa para o paranoico e abestado que se acha o maior estadista de todos os tempos.

A besta que pensa ser um estrategista maior que Napoleão Bonaparte, mas é um idiota, sendo zombado pelo mundo inteiro, graças as besteiras que fala.

Concordo com os blogueiros sujos, escravos da ideologia comunistoide, bajuladores e endeusadores desta besta, que vivem pregando em seus blogs vagabundos e de baixíssimo nível que a ameba tensa e manca merece o Prêmio Nobel, não o da Paz, mas o do crime, além de fazer a um julgamento pelo Tribunal Internacional Penal de Haia por crime contra a humanidade devido a corrupção e a roubalheira, que levaram contribuintes que foram roubados à morte por falta de saúde e segurança públicas. Leia mais

FHC tem que dar lição em Lula

FHC precisa ensinar a Lula que homens honrados não têm nada a conversar com quem só sabe falar a linguagem da infâmia

Lula anunciou no começo do mês a descoberta da fórmula que garantiria à detentora do recorde mundial de rejeição a reconquista do título de campeã brasileira de popularidade: bastaria abandonar por uns tempos o local do emprego e sair por aí tapeando plateias que amam vendedores de fumaça. “Ela conviveu muito tempo comigo e sabe que, nas horas difíceis, nas horas mais difíceis, não tem outra alternativa a não ser encostar a cabeça no ombro do povo”, pontificou o doutor honoris causa em bravata & bazófia. “É preciso conversar com ele, explicar quais são as dificuldades e quais são as perspectivas”.

Para sorte da afilhada, nem o padrinho onisciente sabe onde fica essa parte da nação: se Dilma conseguisse encostar a cabeça no ombro do mundaréu de indignados, vaias e panelaços nunca antes ouvidos neste país produziriam estragos de bom tamanho no aparelho auditivo presidencial. Prudentemente, o neurônio solitário só se aproximou de plateias que aplaudem até acessos de tosse.  Nem por isso escapou de afundar mais alguns metros na pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes. A mulher que não diz coisa com coisa talvez adiasse o afogamento se não tivesse dito tanta coisa de assustar doido de pedra.

Entre outros prodígios, saudou a conquista da mandioca, ordenou à homenageada que comungasse com o milho, descobriu a mulher sapiens, inventou o etanol que dá em planta, pintou de verde e amarelo o combustível brasileiríssimo, virou mais uma vez a página do Petrolão que a Operação Lava Jato ainda está escrevendo e enxergou na roubalheira da Petrobras a versão 2015 da Inconfidência Mineira, fora o resto. A bula do remédio receitado por Lula decerto omitiu a lista de efeitos colaterais. Um deles deixa com cara de suplente de vereador presidentes da República reeleitos seis meses antes.

O formidável fiasco não desativou a fábrica de ideias de jerico, revelou a Folha nesta quarta-feira. Acuado pela enxurrada de más notícias procedentes de Curitiba, Lula resolveu transformar Fernando Henrique Cardoso na corda que vai resgatá-lo do buraco negro em que se meteu. Sempre sinuoso, valeu-se de emissários para saber se FHC toparia um encontro clandestino. Gente que mente só se sente à vontade em conversas a dois: a ausência de testemunhas permite a divulgação de versões sem qualquer compromisso com a verdade.

É o que faria o camelô de empreiteira se o alvo do truque não tivesse desmontado a armadilha com um email publicado pela Folha: “O presidente Lula tem meus telefones e não precisa de intermediários. Se quiser discutir objetivamente temas como a reforma política, sabe que estou disposto a contribuir democraticamente. Basta haver uma agenda clara e de conhecimento público”. Os acólitos juram que o chefe da seita estendeu a mão ao inimigo por amor à pátria. Quer ajuda para manter Dilma no emprego. Papo de 171. Lula só pensa em Lula. O que pretende é salvar-se a si próprio — e prorrogar a sobrevida do sonho de voltar ao gabinete presidencial.

O que FHC precisa ouvir é a voz do país que presta. Não se tira para uma valsa quem só sabe dançar quadrilha. E o sentimento da honra não foi revogado pela era da canalhice. Desde 2003, quando acusou o antecessor de ter-lhe repassado uma “herança maldita”, o grande farsante não parou de atribuir ao homem que o derrotou duas vezes (ambas no primeiro turno) todos os males do Brasil. Primo da inveja, o ressentimento nunca passa. Há dois meses, o governante que jamais leu um livro atribuiu ao sociólogo brilhante até a paternidade do escândalo nascido e criado na cabeça baldia do chefão do bando gerenciado por José Dirceu.

“Quem criou o Mensalão foi o governo do FHC, quando estabeleceu a reeleição no país”, fantasiou em 12 de maio o São Jorge de bordel. A invencionice cafajeste foi reprisada uma semana depois: “Se o FHC quisesse falar de corrupção, ele precisaria contar para este país a história de sua reeleição”, reincidiu o palanque ambulante em 20 de maio. “Eu espero que, com a mesma postura com que ele foi agredir o PT ontem à noite na TV, ele diga ─  se não quiser dizer para mim não tem problema, eu sei como foi. Senta na frente do seu neto e conta pra ele”. Caso sobrasse tempo, o avô também deveria confessar que quebrou três vezes o Brasil.

Por que Lula e Dilma querem agora ouvir o que pensa o Grande Satã? Por que o maior dos governantes desde Tomé de Souza anda mendigando encontros com o ex-presidente que o obrigou a reconstruir a nação em frangalhos? Porque sempre que se vê em apuros o espertalhão de ópera-bufa faz qualquer negócio para safar-se da enrascada. Até vender a mãe em suaves prestações e entregá-la em domicílio. Ou fingir que não liga o nome à pessoa quando alguém pergunta se conhece Rosemary Noronha.

Por Ruth Cardoso e por milhões de vítimas da grande farsa, por tudo isso e muito mais, Fernando Henrique tem o dever de ensinar a Lula que gente honrada não desperdiça palavras com quem só sabe falar a linguagem da infâmia.

Reportagem original aqui

Dilma é a culpada

Sim, Dilma é a culpada por toda a desgraça que emporcalha este país nos últimos quase 13 anos, bem como é a culpada pela permanência dos militares no poder além do tempo que a junta que expulsou Jango e seus comunistas do poder, havia planejado.

Ao comandar a guerrilha suja, criminosa e sanguinária que afrontou os militares, não em nome da democracia e da liberdade, mas tentando implantar o odioso, cruel, miserável e escravizante regime comunista soviético, Dilma e seus comandados, todos guerrilheiros criminosos, obrigou os militares a editar o severo Ato Institucional número 5 (AI-5) para defender o Brasil das pretensões comunstoides dela e de seus cúmplices, os “companheiros” Carlos Lamarca, José Dirceu, Franklin Martins, José Genuíno (o dedo duro do grupo) e tantos outros. Leia mais

A vez dele

No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, VEJA revela os motivos da iminente separação da dupla Lula e Léo.

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A iminente separação da dupla formada pelo ex-presidente Lula e por Léo Pinheiro, diretor da empreiteira OAS, reafirma que sábado é o mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório. Como informa a reportagem de capa de VEJA, o executivo alcançado pela Operação Lava Jato foi instado a escolher entre a lealdade ao parceiro e a colaboração com a Justiça. A manchete de três palavras ─ A VEZ DELE ─ avisa que o empreiteiro do rei já se decidiu pela segunda opção.

O primeiro parágrafo do texto recorda que a parceria prestes a soçobrar parecia eterna enquanto durou:
Léo e Lula são bons amigos. Mais do que amizade, eles se uniram por interesses comuns. Léo era operador da empreiteira OAS em Brasília. Lula era presidente do Brasil e operado pela OAS. Na linguagem dos arranjos de poder baseados na troca de favores, operar significa, em bom português, comprar. Agora operador e operado estão enfrentam circunstâncias amargas. O operador esteve até pouco tempo preso em uma penitenciária em Curitiba. Temporariamente solto, continua  enterrado até o pescoço em suspeitas de crimes que podem levá-lo a cumprir pena de dezenas de anos de reclusão. O operado está assustado, mas em liberdade. Em breve, Léo, o operador, vai relatar ao Ministério Público Federal, os detalhes de sua simbiótica convivência com Lula, o operado. Agora o ganho de um significará a ruína do outro. Léo quer se valer da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a delação premiada, para reduzir drasticamente sua pena em troca de informações sobre a participação de Lula no Petrolão, o gigantesco esquema de corrupção armado na Petrobras para financiar o PT e outros partidos da base aliada do governo.

Aparentemente, nenhum dos empreiteiros do Petrolão conviveu tão intimamente com Lula, nem afagou a família do ex-presidente com tantos e tão custosos favores. Mas Léo Pinheiro não é o único que tem muito a dizer sobre o grande ausente do desfile de patifarias promovido pelo juiz Sérgio Moro e pelo Ministério Público Federal. Candidatos à delação premiada têm de contar o que os investigadores ignoram. A participação do chefão do PT no escândalo da Petrobras é uma das poucas peças que faltam para completar-se o mosaico do bilionário caso de polícia.

Léo Pinheiro teme que outro comparsa use segredos que envolvem Lula para livrar-se da prisão em regime fechado. Sabe que a derradeira porta de saída pode ser aberta por um informante mais ágil. E está convencido de que a perda da mais lucrativa parceria é infinitamente menos dolorosa do que a perda da liberdade.