Óbvio que não consultou o Ministro da Educação, pois com certeza é um plano de educação comunistoide que objetiva a pregação leninista na cabeça dos brasileiros. Leia aqui
TSE quer ouvir Costa e Youssef em processo que pede cassação de Dilma
Perda de tempo. Deviam ter feito isso em 2005, cassando e encarcerando Lula, o criador e instalador de todos os esquemas que estão por aí, emporcalhando a nação. Leia aqui
Após críticas de Lupi, Pedro Taques defende que PDT deixe governo Dilma
Se não concordam com o desgoverno, que caiam fora. É chegada a hora em que os ratos estão abandonado o navio naufragando. Leia aqui
Ex-ministro de Dilma, Lupi diz que PT ‘roubou demais’ e ‘se esgotou’
Tremenda novidade! O mundo inteiro sabe disso. Leia aqui
Unidos contra a “presidenta” Dilma
Prezados
Transmito o texto abaixo, publicado no Alerta Total, para apreciação.
Saudações
Ernesto Caruso
Unidos contra a “presidenta” Dilma
Ernesto Caruso, 24/04/2015

As passeatas de 15 de março e 12 abril são provas cabais do descontentamento do povo ordeiro contra o governo Dilma e o petê, mergulhados no “mar de lama”, comparável aos malfeitos da década de 1950, com o suicídio do presidente Getúlio Vargas e aos fundamentos da impugnação de mandato do presidente Fernando Collor de Melo, culminando por sua renúncia em dezembro de 1992.
A lembrar, que Collor derrotou o candidato Lula na primeira eleição direta pós regime militar, no segundo turno. E quem articulou a campanha do impeachment do Collor? – Luiz Inácio Lula da Silva. Os vídeos estão vivos e o demonstram. Não há razão para tentar ridicularizar os que perderam a eleição em 2014 e que representando a vontade do povo nas ruas investiguem, hoje, a podridão na administração central do país, através o meio legal da Comissão Parlamentar de Inquérito na casa Legislativa.
Não se cogitou que Lula agia por despeito face à derrota nas urnas ou por vingança contra o opositor na questão de aborto envolvendo a ex-mulher e a filha Lurian, trazida à luz na campanha do candidato eleito.
Prevaleceu o bom senso e a união de todos contra a corrupção.
Lula comentou em entrevista (1993): “… e ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha como ele construiu, me dá pena porque deve haver qualquer sintonia de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.” O mesmo cenário de hoje.Quadrilha que se viu no mensalão e com maior vigor no petrolão, a serviço do PT.
Mas, não se processa impeachment sem a participação de políticos, partidos e o Congresso Nacional, excluídos das manifestações de rua na fase inicial, onde se firmou a unidade de propósito do “Fora Dilma!”, “Fora PT”, “Impeachment já!”.
Embora, a passeata de 12 de abril tenha sido menor em número nas capitais, o que não pressupõe mudança de objetivo e aplauso ao governo, se alastrou pelo interior a reforçar a visão nacional de repulsa aos 200 milhões de dólares dados como propina ao PT, segundo Pedro Barusco, tido como detalhista e organizado.
Assim, para ampliar a velocidade inicial torna-se impositiva a inclusão do meio político contra a corrupção como força amiga imprescindível para convencer os integrantes de todos os partidos e se alcançar os 2/3 necessários ao impedimento do governo atual.
Manter a pressão sobre o Congresso é o compromisso da sociedade que repugna o assalto ao tesouro nacional, sangra a Petrobras e coloca os recursos do BNDES a serviço de ditaduras como a de Cuba. Fomentar comícios em pontos importantes e tradicionais das cidades, com menor dispêndio em carros de som e, com a palavra livre ao cidadão, político ou não, incorporado ao tema contra o governo, a fim de extirpá-lo como tumor maligno. União de todos mesmo daqueles que livremente pedem a intervenção militar constitucional. Faixas, bandeiras e cartazes a engalanar o evento verde-amarelo.
Em complemento, faixas, bandeiras e cartazes que também estarão nos aeroportos de todo o Brasil, nos mesmos dias e horários, com efetivos pequenos de vinte, trinta pessoas, a bradar a voz de repulsa à corrupção, aos corruptos com nome e sobrenome. E, para pôr fim à caminhada sub-reptícia de se copiar no Brasil o domínio pelo governo central sobre os Poderes Legislativo e Judiciário, como se passa na Venezuela de Chávez e Maduro do socialismo ou morte.
Não é empreitada fácil, sabendo que o dinheiro roubado dos cofres públicos se presta à compra de tantos quantos que têm preço, mas não têm dignidade.
Redução da conta de luz aumentou prejuízo da Petrobras em R$ 4,5 bi
E quem teve a brilhante ideia de reduzir a conta de luz para a bugrada do bolsa-esmola? Dilminha carabina, a presidenta incompetenta, com o objetivo único de fazer campanha eleitoral suja e ilegal às custas do contribuinte que agora tem que pagar a conta do prejuízo que a atitude crimonosa dela provocou. Leia aqui
Em telefonema a Calheiros Dilma teria classificado proposta de terceirização como ‘absurda’
A terceirização só interesssa aos empresários pois os livrará dos encargos trabalhistas, aumentando o lucro e obrigando todos os trabalhadores a criarem empresas individuais, arcando ele mesmo com todos os encargos e tributos arrancados das microempresas, para continuar fazendo o mesmo serviço que ele fazia na empresa onde trabalha, mas sem as garantias das leis trabalhistas.
A tese defendida pela oposição e também por grande parte da base aliada do governo de que a terceirização aumentará o número de vagas de empregos e será uma revolução nas relações de trabalho com aumento da segurança jurídica do empregado é uma farsa. É colóquio flácido para acalentar bovino ou conversa mole para boi dormir, em bom juridiquês. Os únicos beneficiados serão os patrões. Os trabalhadores exercitarão o genótipo de galinha deles: “tomam no rabo e saem cantando”.
Como este blog não é partidarizado, sendo uma voz contra o comunismo, o qual este editor sentiu na pele, se aliena no direito de solidarizar-se e fazer coro ao pensamento da presidente Dilma, que está certíssima. Esta ideia de gerico já foi tentada no México e precarizou ao extremo a situação dos trabalhadores. Leia aqui
PSDB na Câmara quer apresentar pedido de impeachment até quarta
Em Brasília 24/04/2015 – 13h43
- “A decisão foi tomada, o impeachment é cabível e não precisamos aguardar mais nenhum parecer”, disse Sampaio (centro)
A bancada do PSDB na Câmara pretende apresentar na próxima semana, “entre terça e quarta-feira”, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff por crime de responsabilidade, com base nas chamadas “pedaladas fiscais”, e por suposta omissão da petista no esquema de corrupção da Petrobras.
O líder do partido na Câmara, Carlos Sampaio (SP), disse que apresentará o parecer dos deputados ao presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), mas entende que já há elementos suficientes para conseguir o impedimento da presidente.
Derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, Aécio já afirmou que o partido pedirá o impeachment se ficar comprovada a participação de Dilma nas chamadas “pedaladas fiscais”, manobras feitas com recursos dos bancos públicos para arrumar as contas do governo.
O PSDB aguarda um parecer do professor Miguel Reale, antes de anunciar uma decisão sobre o tema. Tucanos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se posicionaram contrários ao pedido de impeachment.
No entanto, Sampaio afirma que o protagonismo da decisão é da bancada na Câmara. “Respeitamos a posição do ex-presidente Fernando Henrique e dos ex-senadores que discordam, mas a Casa que decide é a Câmara. A bancada tem clareza de que o momento enseja o impeachment. As motivações dadas tanto no petrolão com a omissão dela [presidente Dilma] como nas pedaladas fiscais, com o comportamento dela, são elementos necessários”, disse Sampaio que afirma ter apoio de 95% da bancada, embora não tenha apresentado um levantamento preciso.
Sampaio disse que pretende convencer Aécio sobre o pedido. “A decisão foi tomada, o impeachment é cabível e não precisamos aguardar mais nenhum parecer”, disse.
Além do processo de convencimento interno, será preciso alterar a posição do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que diz não haver elementos para a abertura de processo de impeachment.
Sampaio afirma que também irá convencê-lo juridicamente e que caberá ao plenário decidir. “Uma coisa é o Eduardo Cunha afirmar por tudo que ele ouviu na imprensa que ele é contrário ao impeachment. Outra coisa é ele ter que se debruçar sobre uma peça que tem um raciocínio lógico e jurídico, com respaldo na doutrina e na jurisprudência”, disse.
PSDB na Câmara quer apresentar pedido de impeachment até quarta
Será que agora vai? Para Cunha, Renan e todo o PMDB, um impeachment não interessa nem um pouco nesse momento, pois se acontecer agora, terão que ser convocadas novas eleições e do jeito que o partido está sujo, não terá chance alguma. Com toda certeza Cunha indeferirá o pedido. Leia aqui
Maior cotação do dolar em 2015
Dólar encosta em R$ 3,30 e fecha no maior valor em quase 12 anosO dólar comercial fechou em alta de 2,56%, a R$ 3,297 na venda nesta quinta-feira (19), maior valor desde 1º de abril de 2003, quando valia R$ 3,304. Com isso, a moeda interrompeu uma sequência de três quedas seguidas.
A valorização do dólar acompanhou a tendência do mundo todo, mas, por aqui, pesaram também as tensões políticas.
O avanço se intensificou depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) informou que não vai fazer uma reforma ministerial em seu governo.
O operador de câmbio de um importante banco nacional disse à agência de notícias Reuters que a declaração frustrou a expectativa dos investidores, que era a de que mudanças no Executivo poderiam atenuar a rebeldia no Congresso.
Os atritos entre o governo e seus aliados no Congresso podem dificultar ainda mais a aprovação de medidas para ajustar as contas públicas.
“O custo político de fazer o ajuste (fiscal) está cada vez mais alto e o mercado não gosta disso”, disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira, à Reuters.
Atuação do BC no mercado de câmbio
O BC manteve seu programa de intervenções no mercado de câmbio, mas agora com metade da oferta de contratos de swap cambial (contratos equivalentes à venda de dólares no futuro). Foram vendidos 250 contratos para 1º de dezembro de 2015, e outros 1.750 com vencimento em 1º de março de 2016.
O BC também fez mais um leilão para rolar os contratos que vencem em 1º de abril. Foram vendidos 2.300 contratos para 1º de junho de 2016 e 5.100 contratos para 3 de outubro de 2016, com volume equivalente a US$ 353,2 milhões.
Ao todo, o BC já rolou o equivalente a US$ 4,973 bilhões, ou cerca de metade do lote total, correspondente a US$ 9,964 bilhões.
(Com Reuters)
