Governo prepara volta da CPMF e Lula fará pressão, diz deputado

Em primeiro lugar, o que o Lula ainda está fazendo em liberdade? Em qualquer país sério, o simples fato de ele ter sido o presidente quando eclodiu a roubalheira tanto dos Correios, que deu origem ao processo do mensalão, quando a da Petrobras, já apelidade de PTbras ou petrolão, Lula já estaria, no mínimo, impedido de participar de qualquer tipo de ato público ou de emitir qualquer tipo de opinão, mas aqui no Brasil… Bandido é heroi e os contribuintes que se matam de trabalhar para sustentar o desgoverno e seus ladrões são os otários e os que não tem direito a nada.

Em segundo lugar, este desgoverno corrupto, comunistoide e incompetente quebrou o Brasil e agora quer salvar o caixa e sua pele às custas dos contribuintes. Por que o STF, o MPF, a Receita Federal e a Polícia Federal não fazem auditoria nas contas pessoais de todos os políticos tupiniquins e não bloqueia todos os bens deles, devolvendo-os ao povo brasileiro? Em qualquer país sério, os atuais mandatários e seus comparsas, puxa-sacos e políticos clientes corruptos, já estariam, no mínimo, mofando atrás das grades. No Japão já teria, todos, se suicidado. Leia aqui

Brasil marcou um golaço ao financiar Porto de Mariel

Esse tipo de ideia só poderia partir da cabeça de esquerdopatas Que se acham jornalistas, mas não passam de pessoas medíocres , sem um mínimo de discernimento e conhecimento da história da humanidade.

O porto construído pelo desgoverno comunistoide de Lula foi o maior crime contra o povo brasileiro, pois foram utilizados os impostos arrancados dos contribuintes e para o qual não retornou nada de bom.

Impressiona ver pessoas que se dizem pensadores e intelectuais idolatrando criminosos como Dilma, Fidel, Lamarca, Lula, bem como enoja saber que estes mesmos jornalistas –pensadores desconhecem toda a desgraça que o comunismo provocou à humanidade com seus mais de 120 milhões de mortos; com a prostituição infantil que a miséria nos países comunistas produz; o atraso, a tirania, a corrupção, e tantos outros males que o comunismo já causou e continua provocando para diversos povos.

O Brasil marcou um gol contra e foi um frango de goleiro metido a jornalista que ousa escrever um  lixo de matéria como esta. Leia aqui

Ninguém pode ser julgado por tortura cometida nos anos 1970

Brilhante este texto do articulista Luiz Eduardo Rocha Paira. Esclarece perfeitamente a farsa comunistoide que se implantou nesta comissão da mentira que passou bem longe do seu objeto de apuração que era os desrespeito aos direitos humanos perpetrados no período de 1946 a 1989, focando apenas no período 1964-1989 e especificamente nos supostos crimes cometidos pelos militares, deixando de fora os hediondos crimes cometidos pelos esquerdopatas comunistoides.

Em contraposição, cita-se aqui o texto do articulista professor Vladimir Safatle intitulado Falsas Vítimas, no qual ele tenta de forma leviana, covarde e hipócrita, santificar os criminosos, assassinos, assaltantes de bancos e quartéis, sequestradores, sanguinários e etc, etc, etc, – faltam adjetivos para qualificar esta escória que hoje está no governo, procurando incriminar quem apenas defendeu e livrou o Brasil de uma ditadura sanguinária, corrupta e inútil igual a cubana. A argumentação tosca deste discípulo de Fidel Castro já demonstra que ele só enxerga um lado da história: a dos PTistas, esquerdopatas, psicopatas, comunistoides que desejam, com este teatrinho circense, arrancar dinheiro do contribuinte em indenizações. Leia o texto título deste comentário aqui.

Quem desejar perder tempo e se enojar com os argumentos do prof. Vladimir, leia o texto dele aqui

Texto original – Ninguém pode ser julgado por tortura cometida nos anos 1970

Em seu relatório, divulgado na semana passada, a CNV (Comissão Nacional da Verdade) recomendou a punição de agentes públicos responsabilizados por violar direitos humanos no regime militar. Isso implica rever a Lei da Anistia (1979) que, segundo a CNV, não ampara agentes do Estado.

Contrariando pareceres da Advocacia Geral da União eda Procuradoria Geral da República e decisão do STF, a comissão interpreta equivocadamente a Lei da Anistia e o poder de declarações, resoluções, tratados e convenções da ONU.

Declarações e resoluções não são mandatórias, ao contrário de Convenções e Tratados – só para os países que aderirem. A adesão só terá validade no Brasil se aprovada no Congresso e ratificada pelo presidente da República.

Em 1979, o Brasil não ratificara nenhum tratado ou convenção internacional que impedisse a anistia tal como foi concedida. Os ratificados após 1979 não podem retroagir contra os anistiados, conforme cláusulas pétreas da Constituição de 1988 (art. 5º; incisos XXXVI e XL).

A comunidade global não contesta, por exemplo, a anistia concedida pelo Estado na África do Sul, nos anos 1990, que contemplou seus agentes e militantes de movimentos armados responsáveis por crimes contra a humanidade nos anos de apartheid. Não contesta, também, a concedida na Espanha, no Pacto de Moncloa, ao final do governo de Franco, em 1977.Ou seja, lá, como aqui, não houve autoanistia e sim anistia geral concedida pelo Estado, inclusive a seus agentes.

Pelo critério da CNV, os crimes da luta armadano Brasil também seriam crimes contra a humanidade, pois os assassinatos, sequestros, torturas e atos terroristas contra grupos opositores, armados ou não, eram uma política sistemática e generalizada para tomar o poder.

Prescrição de crimes

Por que a CNV enquadrou só os agentes do Estado? No voto do ex-ministro do STF Eros Grau, relator da ADPF 153 (Arguição de Descumprimento de Princípio Fundamental), consta: “o Brasil não subscreveu a convenção sobre imprescritibilidade dos crimes de guerra e dos crimes contra a humanidade nem qualquer outro documento que contivesse cláusula similar; o costume internacional não pode ser fonte de direito penal, sem violação de uma função básica do princípio da legalidade”.

Na Constituição, a prescrição só caiu para crimes de racismo e conluio armado contra a ordem constitucional e o Estado Democrático (art. 5º, incisos XLII e XLIV). O Brasil só ratificou a Convenção Americana de Direitos Humanos em 1992 e ela também acolhe o Princípio da Legalidade (art. 9º): “não há crime nem pena sem lei que o tipifique”.

A anistia pacificou o Brasil em históricos conflitos internos, e se perder a credibilidade, este instrumento de pacificação nunca mais será eficaz Luiz Eduardo Rocha Paiva, general da reserva, sobre a revisão da lei de anistia

Ninguém pode ser julgado por tortura cometida nos anos 1970, pois ela só foi tipificada em 1997, sendo, até então, enquadrada como lesão corporal, dano moral ou abuso de autoridade. Mas ainda assim é prescritível.

Só em 2001 o Brasil aderiu à CIDH (Corte Interamericana de Direito Humanos), mas com a ressalva de reconhecer a competência da corte para julgar crimes cometidos após 1998. Se a corte aceitou a adesão com essa ressalva, não poderia julgar o Brasil por crimes no Araguaia, nos anos 1970.

Assim, sua sentença de 2010 não tem validade.Agentes acusados por crime de desaparecimento forçado estão amparados também pela Lei Nº 9.140/1995 – Lei de Indenizações – que considerou mortos, para todos os efeitos legais, os desaparecidos no regime militar. Portanto, não podem estar sequestrados.

Já a Assembleia Geral da ONU adotou os “Princípios e Diretrizes sobre o Direito à Reparação para Vítimas de Violações de Direitos Humanos”, pelos quais os Estados devem: investigar e tomar providências contra os responsáveis por violações de direitos humanos, inclusive indivíduos e entidades; garantir a reparação das vítimas; revelar a verdade em documentos de ensino.

Para ser coerente com seu critério de seguir documentos internacionais, a CNV teria de esclarecer os crimes da luta armada – que deixaram 119 mortos e centenas de feridos e mutilados – propor a publicação das violações em documentos de ensino e responsabilizar as lideranças dos grupos armados revolucionários, hoje em altos escalões políticos.

A anistia pacificou o Brasil em históricos conflitos internos. Se perder a credibilidade, este instrumento de pacificação nunca mais será eficaz. Rever a anistia é uma irresponsabilidade política e traz insegurança jurídica.

Em 1979, a anistia geral e irrestrita era condição essencial para a pacificação e redemocratização sem retrocessos, e esta foi a intenção do legislador, ciente dos anseios da sociedade. Este foi o “espírito da lei” e não se admite interpretações fora daquele contexto histórico.

Mensagem inclusa em vídeo do YouTube

Será que o Google está engajado na luta contra o PT e seus desgovernantes?

Nas imagens abaixo é possível perceber que existe alguma coisa diferente: vejam que na imagem de tela do vídeo no YouTube aparece uma imagem no canto superior direito com os dizeres “PT é lixo”, enquanto na imagem de tela do vídeo baixado do YouTube e publicado no servidor próprio deste domínio, não aparece a tal imagem.

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Militantes do PT e de algumas centrais sindicais realizam um ato pró-Dilma

Os PTralhas, já sentindo a corda no pescoço e o cadafalso da forca cada vez mais próximo de se abrir, estão mandando a militância acéfala e escrava às ruas fazer manifestação pró-desgoverno na esperança de esfriarem os ânimos, mas já é muito tarde. Este desgoverno cairá de podre, mais dia, menos dia. Perto de Lula, Dilma e demais PTralhas, Collor e PC Farias são inocentes freirinhas. Até Judas Iscariotis anda invejando o que esta tchurma já aprontou. O Capeta, então… Sem comentários! Veja aqui

Estou enojado – Gilberto Simões Pires

Fim desprezível
Ontem à noite, com ampla divulgação em todas as mídias, a CPMI da Petrobrás deu por encerrada as investigações (?) feitas pelos congressistas. E como não poderia deixar de ser, o fim não poderia ser mais melancólico.  Ou desprezível, melhor dizendo.

Ninguém foi indiciado
Apesar de todas as evidências de um farto esquema de corrupção que atingiu de forma impressionante os cofres da estatal, o relatório final da Comissão, lido pelo deputado Marco Maia (PT-RS), simplesmente desqualificou as análises técnicas desenvolvidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e, desta forma, terminou por não indiciar ninguém. Pode?

Ministério Público Federal
Pois, como se vivêssemos em outro mundo, depois de passadas menos de doze horas da leitura do estúpido relatório, o Ministério Público Federal decidiu oferecer denúncia contra 35 pessoas (por enquanto) envolvidas no esquema de corrupção na Petrobrás, sendo que 22 delas estão ligadas a grandes empreiteiras do país. Que tal?

Comportamentos distintos
Enquanto o relator da CPMI da Petrobrás, Marco Maia, afirmava a decisão de ignorar a mega safadeza, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, agindo em sentido contrário, felizmente, afirmou que a denúncia apresentada pelo MPF significa a abertura de mais uma fase do trabalho da Lava-Jato, que é longo e não se resolverá em tempo breve.

Mais: Janot disse ainda que a investigação sobre a corrupção na Petrobrás será feita com “temperança e de forma transparente”.

Até agora são 50
Ignorando a palhaçada feita pelos congressistas e, principalmente, a lamentável relatoria do deputado Marco Maia que deixou todos livres, o coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal, procurador da República Deltan Dallagnol, disse que até o presente momento o número de envolvidos alcança 50. Mais: Dallagnol afirmou ainda que o MPF vai buscar na Justiça o ressarcimento de R$ 1 bilhão apenas das seis empreiteiras até aqui investigadas.

Palhaços
Como se vê, os deputados e senadores, que são eleitos pelo povo, depois de um longo tempo e muitas denúncias correndo por todos os cantos, disseram que não viram -indícios de irregularidades- na Petrobrás. Fizeram, portanto, todos aqueles que representam através do voto, de verdadeiros palhaços.

Nojo
Ainda que seja quase impossível confiar em pessoas de confiança dos petistas, como é o caso do Procurador-Geral da República, é preciso apoiar o Sr. Rodrigo Janot, que mostrando grande indignação com o que vem assistindo e investigando, disse: ESSAS PESSOAS ROUBARAM O ORGULHO DOS BRASILEIROS!

É desta forma que me vejo, Sr. Janot: não tenho o mínimo orgulho de ser brasileiro. Estou com muito nojo.