Agilidade da Justiça no caso de Dirceu foge do padrão

Aos amigos do rei, tudo, mesmo que sejam corruptos, terroristas que cometeram crimes hediondos no passado, enquanto o cidadão comum tem que aguardar décadas por um julgamento de seu interesse no STF ou em outras esferas jurídicas. Este país esta podre. O PT acabou com tudo. A incompetência é a tônica geral e as cotas raciais, sociais e bolsas governamentais foram criadas justamente para mediocrizar a população, destruindo os líderes e os mais inteligentes. Leia aqui

Na Polônia, conseguimos nocautear o ‘urso russo’, afirma Lech Walesa

Os poloneses lutaram com unhas, dentes, corações e com o risco de sacrifício das próprias vidas para se livrarem da praga do comunismo, enquanto o desgoverno PTralha sonha em implantar este regime acéfalo, retrógrado, falido, ditatorial e anti-democrático no Brasil. Se o comunismo prestasse para qualquer coisa, a URSS não teria se desmantelado, caído literalmente de podre a partir de 1989.

Lech Walesa foi um lider autêntico, podia ter tomado o poder em uma revolução popular e derrubado o comunismo, mas como é um democrata no sentido amplo do termo, preferiu ver o regime apodrecer e cair, candidatando-se à presidência de forma democrática e quando não foi reeleito, reconheceu a derrota, o mérito do seu adversário e entregou o poder, enquanto Lula e sua quadrilha não quer largar o poder no Brasil. Quer se perpetuar e implantar o regime sangrento e miserável que Lech Walesa e os poloneses combateram e derrotaram.

Outra coisa que beira ao insulto aos brasileiros sérios e aos grandes personagens da história da humanidade é a imprensa tupiniquim, marrom e esquerdopata insistir em comparar Lula com Lech Walessa, Ghandi e outros. Lula está mais para Hitler, Kim Jong-un, Stalin, Fidel Paredón Castro e outros comunistoides acéfalos, tiranos, sanguinários e INCOMPETENTES, tendo ainda uma característica a mais: enquanto os líderes citados anteriormente eram letrados, graduados em alguma profissão, Lula é assumidamente analfabeto, e se orgulha disso, além de ser um alcoólatra também assumido.

Tem-se a impressão que a parteira que faz o parto deste apedeuta se confundiu na hora do banho no bebê. Parece que ela jogou a criança fora e deu a placenta a mãe criar, pois não é possível tanta imbecilidade em um homem só.

Dilma é um fantoche do Lula. Por que ele não escolheu o Zé Dirceu como seu sucessor? Ou então o Palocci, o Genuíno ou qualquer outro muito mais preparado academicamente e dotado de competência administrativa, coisa que nem ele e nem Dilma tem? Lula queria continuar mandando no Brasil sem aparecer. Dilma é tão incompetente que conseguiu falir o único empreendimento comercial que tentou durante toda sua vida inútil: uma lojinha de R$1,99 e Porto Alegre.

Casa da mãe Joana

O desgoverno que os eleitores jumentos re-elegeram é tão incompetente e medíocre que os comunas acéfalos e retrógrados da vizinhança miserável nem o respeitam. Invadem nosso território e fazem acordos espúrios com movimentos criminosos desta terra maldita sem ao menos comunicar ou pedir permissão à nossa presidANTA incompetANTA e ao nosso inerte, incompetente e corrupto Congresso Nacional. Se fosse no tempo dos militares, estariam todos na cadeia, especialmente o ministro comunistoide e esquerdopata da miserável, atrasada e falida Venezuela. Leia o absurdo aqui

Diálogo ou secessão?

Brilhante artigo do Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé. Vê-se claramente que ele é um intelectual verdadeiro e não um medíocre disfarçado de inteligente como todo militante PTista tenta demonstrar.

Quem vota no PT não é intelectual. Ou é um idiota travestido de intelectual ou um comparsa da quadrilha que assalta os cofres públicos e almeja tomar posse do Brasil como se fosse propriedade privada.

Que os esquerdopatas comunistoides leiam o texto e pensem bem nas consequências de seus planos, pois se colocar na ponta do lápis, Dilma não teve a maioria dos votos dos Brasileiros, pois mais de 30 milhões de antipatriotas não compareceram às urnas e somando-se estes aos votos de Aécio Neves, são mais de 81 milhões de votos contra ela. Leia o artigo aqui

Comissão defenderá responsabilização criminal de agentes da ditadura

Para punir qualquer militar pelos supostos crimes da época, deve-se revogar a prescrição criminal, pois os tais crimes já estão prescritos faz mais de 20 anos, MAS… A revogação da prescrição criminal é para todos, inclusive para a presidANTA incompetANTA, que tem muito mais a perder que os poucos militares daquela época que ainda estão vivos. Leia mais…

Dilma e as circunstâncias da vitória

Melhor síntese
Para encerrar esta série de editoriais em que tratei basicamente do tema -Eleições 2014-, ao concluir a leitura de inúmeros textos que me foram enviados, sem demérito daqueles que conseguiram de forma bastante esclarecedora sintetizar a situação atual do nosso pobre país pós reeleição de Dilma Neocomunista Rousseff, elegi este que vai aí abaixo, escrito pelo Professor Paulo Moura, o qual, para minha felicidade integra o Grupo Pensar+. Boa leitura!

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Reconhecer a derrota
Fecharam-se as urnas. O PT venceu. Na democracia, cabe aos derrotados reconhecer a derrota, ainda que duvidando que, se o resultado fosse inverso, a atitude do outro lado seria a mesma. Aécio o fez. Saiu das urnas maior do que entrou. Superou os limites do marketing que se rende às médias das pesquisas. Rompeu os limites da mediocridade da política tradicional.

Entendeu e conectou-se com a alma da Nação que carregou-o nos braços no chão da rua, fora dos palanques tradicionais em mais de uma ocasião. Traduziu essa compreensão no discurso da libertação do Brasil e tocou o coração das forças vivas da Nação. Teve a grandeza de sugerir à presidenta reeleita o gesto da conciliação, não obstante ter sido vítima das mais baixas vilezas de que se tem conhecimento em eleições presidenciais no Brasil. Talvez pudesse ser mais contundente na afirmação de linha de oposição que liderará, mas terá oportunidade de fazê-lo com atitudes.

Marina Silva, premonitória, disse, após ser expulsa do segundo turno pelos ataques vis do PT e declarar apoio à mudança: “- Eu prefiro perder ganhando a ganhar perdendo”.

Porto seguro
Quem ganhou e quem perdeu?

O desafio da análise política é entender o significado do resultado de uma eleição, sabendo que o leitor busca o porto seguro da antecipação do futuro.

Não há porto seguro; não há zona de conforto. A política é o reino da mutação. A vitória de hoje pode ser a derrota de amanhã. E vice e versa.

Entendamos, então, o que Dilma ganhou.

O que Dilma ganhou?
Em primeiro lugar, Dilma herda de si mesma uma Nação em frangalhos.

Inflação acima do teto da meta; recessão; crise fiscal, crise nas contas externas, alto endividamento público, represamento artificial de preços controlados, perda de credibilidade perante o mercado e investidores, máquina pública inchada e cara, queda de arrecadação de impostos, estatais quebradas, isolamento perante as forças vivas da Nação e um clima político intoxicado pelos ataques abaixo da linha da cintura praticados pelos petistas, por Dilma e por Lula.

Os mais magoados são os eleitores de Marina e Aécio, que saem das urnas desconfiando de fraude, falando em impeachment, dispostos a seguir na ruas e esperando dos tucanos uma oposição firme, à altura do tom que Aécio imprimiu aos debates.

Antipetismo
Em segundo lugar, Dilma derrotou(?) nas urnas a metade do país que é mais importante pela qualidade do que pela quantidade. Quem gerou a votação de Aécio não foi nenhuma sigla formal; foi o maior partido do Brasil hoje, o antipetismo. Um partido informal que não existiria não fosse a existência do petismo. Por que será? Gente sem envolvimento com política se expôs nas ruas e nas redes sociais aos milhões. A ânsia por liberdade segue viva, mobilizada e mais indignada que durante a campanha.

Quem carregou Aécio nos ombros em Copacabana, saiu em passeata no Largo da Batata e na Faria Lima, no centro e no Parque Moinhos de Vento em Porto Alegre, no centro de Recife e em outras metrópoles do Brasil; quem gritou 1,2,3 Lula no xadrez na em frente ao MASP dia 25/10 e foi às ruas em passeatas em véspera de eleição (alguém já havia visto isso antes?), não foi a militância do PSDB apenas. Foi o mesmo povo pacífico e aguerrido que foi às ruas em junho de 2013 antes que os black bloc os expulsasse.

Espírito das ruas
Difícil de entender?

O neto de Tancredo Neves entendeu o espírito das ruas e aceitou de peito aberto, mesmo sendo chamado subrepticiamente de bêbado e drogado por Dilma num debate, mesmo sendo caluniado por Lula como filhinho de papai que bate em mulher (no que foi desmentido), manteve a altivez e respondeu com a crítica política contundente, honesta e verdadeira.

Apesar disso tudo, o pai de família, cuja esposa Letícia reconhece nele um homem de caráter, assumiu a posição de libertador do Brasil, acima de partidos. Letícia buscou um marido cujo principal atributo é o caráter e, com ele teve gêmeos. E a Gabriela, filha de seu primeiro casamento, esteve ao seu lado nos momentos centrais da eleição.

O que desejamos para o futuro?
Aécio sai da eleição sendo percebido como um estadista. De Lula e Dilma não se pode dizer o mesmo.

Terá sido gratuita a identificação de quase 50% dos eleitores com alguém com esse perfil?

O que esse povo todo que empunhou a bandeira da mudança e votou em Aécio e Marina pensa do Brasil governado há 12 anos pelo PT? O que desejamos para o futuro?

Um país no qual o(a) presidente(a) sabe o que se passa de baixo de suas barbas ou de suas saias e não finja que não sabe.

Um país cujo(a) presidente(a) não seja cúmplice da corrupção e não use o dinheiro público para comprar apoio político com vistas à perpetuação de seu partido no poder.

Um país no qual os detentores do poder não ameacem as liberdades individuais, das quais a mais cara é a liberdade de opinião contra o governo.

Um país no qual o governo não seja cúmplice de gente que viola a propriedade privada e ameaça a inviolabilidade do lar de quem constituiu família e tem direito ao teto pelo qual paga com o suor de seu trabalho e com a garantia dos seus impostos.

Um país no qual todos os partidos respeitem as leis, a ordem e a democracia.

Um país com Legislativo e Judiciário independentes.

Serviços públicos à altura dos impostos pagos por todos.

Políticos que não assaltem os cofres públicos e que gastem corretamente os impostos que pagamos.

Isso é pedir demais? Depois de tudo o que veio à tona será possível esperar isso do PT?

Políticas públicas
Os cidadãos brasileiros trabalham 8, 10, 12, 14, 16 horas por dia, 365 dias por ano para pagar impostos, sustentar famílias, gerar empregos e bancar seus sonhos e a ganância esperta daqueles que ocupam cargos públicos ou gravitam em torno do Estado para sugar-nos a riqueza que a sociedade produz.

São os impostos pagos por quem trabalha e empreende que pagam o Bolsa Família de milhões. Pagam os subsídios dos juros de milhões que estão adquirindo as suas casas e as suas dívidas no programa Minha Casa Minha Vida. Pagam, também, as bolsas do ProUni nas universidades privadas de outros milhões de irmãos. Pagam, pagam, pagamos…

Essas contas é justo pagar, desde que os beneficiários dessas políticas públicas saibam quem as paga. E são pagas; não são dadas, ao contrário do que sugere a propaganda de Dilma.

Quem paga essas contas todas, gostaria que o PT parasse de usar o dinheiro dos impostos de todos para financiar aventuras empresariais como as de Eike Batista, da Friboi e de outros grupos econômicos cuja pujança se deve apenas às amizades com o rei, a rainha, ou às supostas sociedades obscuras com príncipes e princesas, e cuja viabilidade econômica e retorno social se tornam, a cada dia, mais duvidosos.

Dilma, se conseguir, governará pelos próximos quatro anos.

Quase 50% dos brasileiros de todas as classes, regiões, cores, clubes de futebol, religiões, etnias, opções sexuais e ideologias, e que são tão brasileiros como os outros 50% que votaram em Dilma, gostariam de saber se o governo do PT pretende levar adiante as seguintes “políticas públicas”:

1 – Perseguição e tentativa de cerceamento à liberdade de expressão de veículos de imprensa que criticam seu governo;

2 – Interferência no Legislativo e Judiciário com vistas a eliminar a independência desses poderes e impor a vontade do partido à sociedade e às instituições;

3 – Recorrer a plebiscitos como forma de usar a opinião pública para cercear as liberdades democráticas e impor uma Reforma Polícia de viés autocrático visando a perpetuação do partido no poder;

4 – Continuidade da composição de base de sustentação parlamentar com métodos tais como os revelados pelo escândalo do mensalão e do petrolão;

5 – Impedir a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça de investigar se as denúncias da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef têm fundamento.

A força do PT para avançar
Que força tem o PT para avançar nessa direção? Quais são as circunstâncias dessa vitória?

Dilma, Lula e o PT, gastaram toda a munição que tinham, e mais a que não tinham, para vencer essa eleição. Lula excedeu-se tanto nos discursos e nas acusações vis que cometeu contra as candidaturas de Marina e Aécio, que conseguiu sair desse pleito menor do que era antes. Isto é, de ex-presidente voltou a ser um sindicalista de porta de fábrica.

Paira sob a cabeça do PT, a serem verdadeiros os depoimentos do doleiro Alberto Youssef de que há contas secretas desse partido no exterior, se respeitado o devido processo investigatório e judicial, e produzidas as provas, o risco de ser proscrito.

Paira sob a cabeça do PT o sério risco de que mais um de seus tesoureiros e outros de seus dirigentes venha a parar atrás das grades.

Paira sob a cabeça do ex-presidente Lula e da presidente Dilma o risco de que tenha seus sigilos bancários, fiscal e telefônico quebrados numa investigação em que foram necessariamente incluídos pelos operadores de um escândalo de corrupção capaz de manchar com a ilegitimidade as últimas eleições presidenciais que o PT venceu.

Em se comprovando essas denúncias, a proscrição do PT e um processo de impeachment contra a presidente recém-reeleita, não poderão ser tachados de golpe como já se pode antecipar que o PT dirá.

Avizinha-se uma crise política e institucional, de contornos graves, decorrente dos desdobramentos do escândalo da Petrobrás, num contexto em que o PT e o PMDB saem das urnas menores do que entraram, no qual se ampliou a fragmentação partidária e encareceu-se o preço dos apoios parlamentares. Igualmente, estando todas as grandes empreiteiras do país envolvidas no escândalo da Petrobrás, com seus executivos fechando acordos de delação premiada e revelando esquemas idênticos em todas as estatais, imagina-se que os dutos pelos quais escoa o dinheiro que amamenta a base alugada, vão secar até que novos esquemas sejam montados.

Pela classificação de Maquiavel, acima citado, Dilma comanda exércitos mistos. O Príncipe não é um clássico por acaso. Ao compreendê-lo pode-se antever o cenário à frente.

Avizinha-se uma crise econômica com o país mergulhando na recessão com inflação, gerida por uma presidente-economista que recém se elegeu afirmando que a solução não passa por mudanças profundas e sim, apenas, por pequenos ajustes. Se não fizer o que deve: crise econômica. Se fizer o que deve: crise de imagem decorrente da ruptura com o discurso eleitoral.

A percepção da sociedade é a de que nenhum partido a representa. A grande lição desse pleito reside na percepção de muitos de que, para remover um partido como o PT do poder dentro das regras da democracia, será preciso seguir em frente, nas ruas, pelo tempo que for necessário, para convencer mais brasileiros de que a permanência do petismo no poder é uma ameaça nefasta às liberdades, à democracia e à saúde da economia.

Não existe uma “Bolsa Liberdade” e nem uma “Bolsa Democracia” que o governo concede aos que nelas acreditam e delas necessitam como do ar que respiramos. Liberdade e democracia se conquistam e se garantem nas lutas políticas que constroem as nações. Nas ruas, também, e não apenas na tribuna do parlamento, nas páginas dos jornais e nas mídias digitais.

Sair das urnas pedindo conciliação ao mesmo tempo em que ressuscita a proposta bolivariana e golpista de reformar a Constituição pela via plebiscitária, como faz a presidente recém-reeleita, ou falando em avançar sobre a liberdade de imprensa como fez o presidente do PT, não é propor paz, é declarar guerra.

As atitudes do partido no poder é que definirão a forma como os cidadãos brasileiros, libertários, democratas, pacifistas e pagadores de impostos, reagirão ao governo. Para quem precisará prestar contas à investigação em curso sobre o assalto à Petrobrás, esse é um péssimo começo.

Os PTralhas querem calar a imprensa de qualquer jeito

Mal ganharam a eleição e já colocam as manguinhas de fora! O sonho do PT é calar a imprensa, pois é ela a única força que investiga e denuncia um pouco da sujeira governamental neste país. Se não fosse a imprensa o escândalo do mensalão jamais teria sido descoberto e o PT e seus comparsas estariam dilapidando o patrimônio público e roubando o dinheiro do contribuinte até hoje.

O eleitor-jumento, inútil e parasita dos programas deste desgoverno ainda amargará a besteira que fez. Quando estiver morrendo na fila do SUS e não puder reclamar para ninguém, lembrar-se-á da grande burrada que fez. Quem produz, paga impostos e tem um mínimo de vergonha-na-cara e patriotismo não vota em nada que saia do PT. Este partido e seus integrantes deviam ser banidos da política e encarcerados ad eternum, para o bem do país e do mundo. Leia mais…

Quem re-elegeu Dilma?

Quem não produz, quem não paga imposto, quem vive de esmola governamental, bem como os 30.137.479 (trinta milhões, cento e trinta e sete mil, quatrocentos e setenta e nove)   eleitores anti-patriotas que não compareceram às urnas, mas se alienam no direito de reclamar e exigir seus direitos, foram os que re-elegeram Dilma. Quem trabalha, produz e paga impostos, sustentando os eleitores de Dilma e do PT, não votaram neste modelo comunistoide retrógrado que está levando o Brasil ao abismo.