URGENTE: Musk responde Moraes, dobra a aposta e fala em “prisão” do ministro

Se conseguir esta façanha, tornar-se-á herói nacional e defensor perpétuo do Brasil, algo que é obrigação dos generais genéricos de 4 estrelas, nenhum culhão, fantasiados de farda verde melancia besuntada de estrume, mas que por covardia ou por DINHEIRO, não fizeram.

Até agora eu considerava D. Xande I, o imperador esquizo-delirante paranoico de Xandaquistão, uma reencarnação fajuta de Adolf Hitler ou de Roland Freisler, que satanás os tenha, mas começo a desconfiar que ele é um espírito (de porco) mau reencarnado do Aiatolá Khomeini, o louco que derrubou o Xá do Irã, que também era outro tiranete sanguinário, implantou a tal revolução islâmica que transformou o país em um hospício e que pregava que homens pode se satisfazer com crianças tão pequenas quanto um bebê… Pesquisem que encontrarão esta afirmação nojenta e criminosa proferida por ele.  Leia mais

STF bloqueia recursos financeiros da Starlink e de Elon Musk

Precisamos ver se a nossa rede de Telégrafos ainda está funcionando, se os postes ainda estão em seus devidos lugares, se toda a fiação não foi roubada por vagabundos e drogados, se os transmissores e receptores ainda funcionam, além de verificar se alguém ainda sabe usar código Morse.

Veremos até quando o louco togado, jagunço que a lularápio estapeia em público para mostrar que manda nele, conseguirá esticar a corda antes que ela arrebente e o enforque.

Se tem uma coisa que os Yankees glorificam e se matam por ele é o dinheiro.

D. Xande I, o imperador esquizo-delirante paranóico de Xandaquistão que se cuide, pois os gringos podem mandar um esquadrão secreto da CIA exterminá-lo, igual já fizeram com centenas ou até milhares de tiranetes que ousaram tirar dinheiro deles.

Moraes ‘incendiou’ o debate em Brasília após ato de censura

O STF está copiando o Irã, que tem parlamento, corte de justiça, presidente, mas quem manda e dá a palavra final é o aiatoláDO na loucura e no fanatismo religioso doentio.

Povo brasileiro que está assistindo esta sessão, que anote os nomes dos capachos que estão com os rabos presos e defendendo os psicopatas togados e dêem-lhes o merecido pontapé no rabo nas próximas eleições.

Gilmar Mendes tira obrigação da União de comprar remédio de R$ 17 mi | Metrópoles

Daí sobra mais dinheiro para comprar deputados e senadores que tem preço, mas nenhuma dignidade e honra, e encher os bolsos dos corruptos de sempre.

Se o presidente fosse qualquer um de DIREITA, Gilmar batráquio (sapão) Mendes obrigaria o governo a fazer a compra em DUAS HORAS.

Esta zona do baixo meretrício judiciário tupiniquim dá nojo.Leia aqui

Juiz nega audiência por vídeo no JEC e sugere a paraplégico buscar rito comum

Se fosse um traficante, criminoso ou corrupto representado por algum dos escritórios de advocacia de esposas, filhos, amigos, compadres de gigolôs togados da suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim, como por exemplo o Bermudes Advogados Associados, ou o Rangel Advogados Associados, seria atendido na hora, do jeito que o bandido quisesse. Leia aqui

Selos da Anatel usados para vender celulares falsos – Hardware

É assim que a China cresce. Corrompendo, trapaceando, fraudando…

O comunismo é assim. Na falta de competência, falsificam produtos, falseiam resultados. Leia aqui

A Polícia Federal prendeu cinco mulheres no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, que estavam embarcando para a China com destino a Xangai, a maior cidade do país aisático.

As suspeitas carregavam em suas bagagens um pacote de selos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), utilizados para certificação de aparelhos eletrônicos. A apreensão incluiu “milhares de selos” originais, completos com número de série e relevo.

Carrefour entra com recurso para que Anatel suspenda a proibição da venda de celulares sem homologação no Brasil
Proibição da venda de celulares não homologados: Amazon e Mercado Livre vão à Justiça contra a Anatel

Selos da Anatel eram usados para vender produtos ilegais
Selos da Anatel

Segundo informações do Jornal da Record, a gráfica homologada pela Anatel, responsável pela impressão dos selos, confirmou que a venda foi realizada para uma “empresa também homologada da capital paulista.” A gráfica garantiu que toda a transação foi feita de forma regular, o que levanta suspeitas sobre o desvio desses selos.

As investigações indicam que os selos seriam utilizados para dar uma falsa credencial de homologação da Anatel a aparelhos eletrônicos que entrariam no Brasil. Luiz Carneiro, diretor da Associação Brasileira de Indústria Elétrica, revelou que esses aparelhos são importados da China para o Paraguai, e via Paraguai eles entram no Brasil. Além disso, ele revelou que a maioria deles são vendidos pelos marketplaces, mas muitos também podem ser encontrados em lojas físicas de eletrônicos.

Esses dispositivos, ao receberem os selos falsificados, seriam comercializados como se fossem legalizados. Com isso, os criminosos se livram de impostos e da necessidade de passar por procedimentos cruciais, como testes de segurança para emissão de radiação. Isso porque certificação da Anatel com o selo real é dada após testes que comprovam não apenas a qualidade do aparelho, mas também a segurança do consumidor.

Medidas da Anatel e consequências
A prática de usar selos falsos para certificar eletrônicos irregulares não é um problema isolado. Uma pesquisa recente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) revelou que 25% dos celulares vendidos no Brasil são adquiridos de forma irregular.

Isso significa que um a cada quatro dispositivos no mercado é proveniente do chamado “mercado cinza”, composto por aparelhos comprados em marketplaces ou lojas que não são representantes oficiais das marcas.

A Anatel tem intensificado seus esforços para combater a comercialização de aparelhos irregulares. Nos últimos meses, a agência emitiu ordens para que grandes plataformas digitais, como Amazon e Mercado Livre, removam anúncios de dispositivos não homologados.

Essa campanha está se desenvolvendo e pode culminar em disputas judiciais, já que essas práticas não apenas afetam a concorrência leal, mas também colocam em risco a segurança dos consumidores.

Fonte: Jornal da Record