Esta é a maneira correta de escrever a história da eleição que a suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim fraudou para devolver à presidência o maior corrupto e mafioso de os tempos. opatriota.org
Haja desespero. Estão perdendo tempo com Bolsonaro. O povo que trabalha e impostos não tolera mais sustentar políticos corruptos, magistrados corrompidos, pelegos de sindicais, vagabundos de programas sociais e toda a turba de parasitas lulopetistEs. Leia mais
Arrancar dinheiro de quem trabalha e produz para encher os bolsos de políticos corruptos, magistrados corrompidos, pelegos sindicais e sustentar vagabundos e parasitas do contribuinte.
Na imagem abaixo o colóquio flácido para acalentar bovinos do deputado esquerdopata Ivan Valente, um farmacêutico que tem na cabeça o que Napoleão Bonaparte tinha nos intestinos.
A suprema corte tupiniquim não passa de um covil de políticos travestidos de juristas, rábulas desqualificados e incompetentes que não passam de analfabetos jurídicos.
O fim das saidinhas certamente gerará muita revolta dentre os presidiários, especialmente os comandantes de facções criminosas que usufruem delas para organizar suas quadrilhas e planejar ações criminosas futuras que certamente contam com muitos políticos e magistrados em suas execuções, bem como estes mesmos políticos e magistrados não querem o fim das saidinhas porque se algum dia surgir um lider destemido, honrado, honesto e erudito, coisa que nenhum político ou magistrado tupiniquim o é, e se fizer justiça imparcial, sem piedade ou compaixão, e eles acabarem denunciados, processados e presos pelos seus crimes, também não terão direito a elas. Estão legislando em causa própria.
Esta republiqueta bananeira composta de instituições apodrecidas e corrompidas só dá nojo.
A artimanha da esquerda de colocar câmeras nas fardas dos policiais para intimidá-los e impedi-los de fazer aquilo que devem com criminosos, deu errado, pois os policiais tendo como provar que estão sob risco não hesitam em mandar vagabundo para a vala, livrando o contribuinte de ter de sustentá-los na cadeia. Leia mais