Quem criou o financiamento estudantil (FIES)?

Não foi Lula e nem Dilma. No tempo dos militares existia o Crédito Educativo da Caixa Econômica que financiava todo o valor da mensalidade com juros baixíssimos, dois anos de carência (começava a pagar as parcelas dois anos após a formatura), com prazo de quitação de até o dobro do tempo que durou o curso ou seja, se o curso durou quatro anos, tinha oito anos para pagar, sendo o valor cada mensalidade dividido por dois e existia ainda uma modalidade chamada custeio, na qual o estudante recebia uma bolsa para se sustentar, além do pagamento das mensalidades, coisa que não existe no modelo atual que na maioria dos casos não cobre a totalidade do valor das mensalidades, tem juros quase iguais aos de um financiamento comum, carência menor e prazo de quitação bem menor que o antigo Crédito Educativo da Caixa.

A propaganda asquerosa do PT na qual propagou que colocou mais negros e pobres nas faculdades particulares é uma tremenda mentira. No tempo dos militares exista muito mais pobres e negros estudando em universidades particulares, proporcionalmente, que hoje, graças ao governo daquela época que se preocupava não apenas em colocar maior número de estudantes na faculdade ou universidade, mas sim com a capacidade destes universitários, não “queimando vela boa com defunto ruim” (aluno vagabundo não entrava na faculdade) e com a qualidade do ensino. Antes dos desgovernos populistas do PT a USP sempre estava entre as 200 maiores universidades do mundo, mas depois que o PT assumiu o governo, ela saiu do ranking das 500 melhores do mundo.

Outra coisa que o abestado Lula alardeia para todo o mundo é que “nunca antes na história desse país” (como ele adora dizer) um presidente criou tantas universidade públicas. Do que adianta um amontoado de escolas públicas sem qualidade? Os números atuais de reprovados no exame de ordem da OAB e de processos cíveis de reparação de dano material contra médicos, engenheiros e outros profissionais atestam de forma inequívoca a precariedade e a má qualidade da formação dada por estas inúmeras escolas que torram dinheiro do contribuinte sem retorno algum.

 

13 comentários em “Quem criou o financiamento estudantil (FIES)?”

  1. Quem escreveu essa matéria é vagabundo e dissimulado. Esse crédito educativo só beneficiava os filhos dos ricos que estudavam em escolas particulares e passavam com facilidade no exame. E beneficiou menos de 2% da população. O Fies beneficiou milhares de carentes sem distinção de sexo, cor ou nível social.

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    1. E quem fez este comentário idiota é comunista acéfalo que sequer consegue ler um livro decente de história e por isso não sabe a verdade sobre os programas fraudulentos do desgoverno mais corrupto da história da humanidade. Eu vivi os tempos do crédito educativo da caixa. sou pobre e fui beneficiado por ele, pois estudei, passei em vestibular de uma faculdade particular e de uma universidade pública e o programa do crédito educativo da CEF permitia ter duas matrículas, enquanto o FIES, que tem os mesmos juros de mercado e as mesmas regras de financiamentos comuns, não permite sequer financiar quem já tem um curso superior completo. Vá te informar antes de escrever besteiras·

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    2. Para conseguir o crédito educativo da Caixa TINHA QUE PROVAR QUE NÃO PODIA PAGAR A FACULDADE. A comprovação era feita mediante apresentação de comprovante de rendimentos, declaração de imposto de renda ou verificação “in loco” de assistentes sociais que emitiam laudo. Quem tentasse burlar as regras, respondia a processo criminal e amargava anos de cadeia, diferente dos dias do teu desgoverno adorado, idolatrado, salve-salve, no qual vigaristas, corruptos, ladrões, foram pegos e flagrante delito roubando o contribuinte brasileiro e continuam livres, leves e soltos.

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  2. Algo importante que você escreveu: “passavam com facilidade no exame”. Sim, passávamos facilmente em exames porque ESTUDÁVAMOS, não precisávamos de cotas para nada. Todos se preparavam e tinham que CONCORRER entre si e só venciam os melhores, a chamada MERITOCRACIA, que comunista vagabundo e parasita não tolera por não ter competência para vencer pelo próprio mérito e inteligência.

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    1. Ô negão, quem passa por cotas estuda do mesmo jeito que os demais e concorre com o pessoal que vai entrar por cotas. Agora, se tu não tens a capacidade de entender como é difícil a acessibilidade estudantil pra galere que usa cotas, e também não possui o conhecimento pra entrar nas vagas que estão disponíveis pra ti – o sabe tudo bambambam, então fazer o que né? Relaxar aí na bica e ser patriota. Afinal, está na Lei, é constitucional. ~
      Mas okay, te entendo. Incomoda que “qualquer um” entre na universidade né? Incomoda que aquele carinha que lava teu carro estude na mesma sala que você. Incomoda que a menina que trabalha no fast food se forme contigo. Eu sei… É difícil aceitar que todxs temos nossos direitos e vamos lutar por todos os espaços.

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      1. O que incomoda são os privilégios. Você já leu a Declaração Universal dos Direitos Humanos? Pelo menos leu o art. 1º? “Todo ser humano nasce livre, dotado de vontade e INTELIGÊNCIA”… Cotas raciais contradizem este princípio e ainda, passam a impressão de que existem pessoas melhores ou piores. Só para teu conhecimento, eu tenho um afilhado de batismo negro, e me orgulho dele, pois ele nunca precisou de cotas para nada. Sempre foi um vencedor. É oficial do Exercito Brasileiro, graduado pela AMAN.

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      2. O link, só para teu conhecimento, eu passei em diversos vestibulares, fiz duas faculdades de vestibulares concorridíssimos, dois mestrados e doutorado. Não sou o incompetente que tu pensas, podeis ter certeza e na minha época de estudante, anos 70, tempos de chumbo do regime militar, não existia nenhum tipo de cota. Tínhamos que vencer na raça e no MÉRITO porquê, naqueles tempos, TODOS ERAM IGUAIS em direitos e oportunidades, diferente da atualidade, onde populistas corruptos criam cotas para escravizar ou encabrestar a população pelo voto. Pense nisso!

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  3. O texto é recheado de informações incorretas, a USP não é uma universidade federal e sim estadual, é gerida pelo Governo do Estado de São Paulo, portanto, se sua qualidade caiu nos últimos anos a culpa não é da gestão federal do período e sim da gestão estadual. Fernando Haddad nunca foi reitor da USP.

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    1. Sim, Fernando Hadad é professor da USP. Não foi reitor, para sorte da USP. Em lugar algum eu escrevi que a USP é federal, mas ela DEPENDE do governo federal, afinal, quem paga as bolsas dos mestrandos e doutorandos? CAPES e CNPQ! O picolé de chuchu do Alkmin, um socialista/comunista disfarçado de liberal, pode até ser o “manda-chuva” da USP, mas na prática ele não manda nada. Sem o dinheiro dos contribuintes que financiam CAPES e CNPQ não há pesquisa científica nesta josta de republiqueta de bananas, pois as instituições privadas de ensino superior não investem em pesquisa de ponta, só em “ensacação de linguiça” – os programas de mestrado e doutorado que não precisam de investimento -, mas rendem fortunas com os diplomas conferidos.

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