Google nega participação da Mozilla em evento de programação

Não é apenas a ausência da Mozilla um péssimo indicativo de algo mais grave por trás da atitude do Google, mas algo que está no último parágrafo da reportagem título deste post deixa uma má impressão no ar: “Segundo a lista das “organizações mentoras”, outras empresas importantes do mundo open source também foram barradas: Linux e Tor”.

Linux fora do evento? Como assim? Se hoje existe o Android é graças ao Linux. O núcleo (ou kernel) do Android é o Linux. O Android sequer é um sistema operacional. É apenas uma distribuição Linux, assim como o Debian, o Slackware, o Fedora, o CentOS, o SuSE, e também o MacOS e o iOS que tem como núcleo o FreeBSD, um tio-avô do Linux.

Será que o Google pretende patentear o Android como se fosse um sistema operacional proprietário e incorporar o Linux, mudando seu nome e passando a cobrar por ele?

Esse filme todos os militantes, apaixonados e profissionais da informática já viram antes, pois foi exatamente isso o que Steve Jobs fez em 1986, quando surrupiou o núcleo do FreeBSD para criar o NextOS, patenteando-o como se fosse um sistema e não uma distribuição, e cobrando por ela. Os atuais MacOS e iOS são derivados ou aprimoramentos do NextOS. Leia aqui

Supremo extingue pena de José Genoino, condenado no mensalão

O petralha rouba, desvia dinheiro público, trafica influências, é pego com a “boca na botija” e, após condenado e encarceirado tem a pena extinta com base no induto de natal.

Os juízes PTistas do STF estão debochando do contribuinte e provando que, ou são idiotas, ou são paranóicos, ou esquizofrênicos hebefrênicos, que acreditam em lorotas infantis como a do papai noel.

Podem ter certeza que na próxima semana será a vez do terrorista comunistoide José Dirceu, sub-chefe da quadrilha do mensalão e envolvido até o pescoço no petrolão, ser agraciado com a extinção da pena. Por que o militares não nos livraram deles quando os tinham sob custódia? Estaríamos livres destas chagas.

O chefe das quadrilhas do petrolão e do mensalão e de todos os demais esquemas de corrupção implatandos na era PTista, o mundo inteiro sabe que é, mas tem muito brasileiro idiota, muito eleitor-jumento que o considera um estadista. Eu o considero um criminoso da pior espécie. Uma chaga que Deus colocou nesta terra amaldiçoada para zombar do povinho idiota que aqui vive. Leia aqui

A barrigada da The Economist

Excelente texto de Gilberto Simões Pires

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The Economist arrependida
A cada vez que a revista britânica – The Economist – resolve publicar alguma coisa sobre o nosso pobre Brasil, não consegue esconder o quanto está preocupada em recuperar a credibilidade que perdeu mundo afora por ter dedicado, em edição de 2009, extensa, porém comprovadamente falsa, reportagem sobre o Brasil, sem antes avaliar, corretamente, a Matriz Econômica (Bolivariana) imposta pelo PT.

Barrigada
Se muita gente até já deixou de comentar aquelas falsas e infundadas projeções econômicas promovidas pela The Economist, seus editores, ao contrário, continuam dando nítida impressão de que jamais vão esquecer aquela terrível -BARRIGADA-, que no jargão jornalístico significa TER COMETIDO GRAVE ERRO.

Para tentar alguma recuperação junto aos seus leitores, a revista dedicou uma nova capa e reportagem,  com o título: O ATOLEIRO DO BRASIL. A publicação mostra uma passista de escola de samba presa em um pântano. No editorial, a The Economist afirma: -A economia do Brasil está uma bagunça-.

Estrago
Na realidade o estrago sempre esteve no horizonte do PT de Lula e Dilma. A tempestade que está se iniciando no nosso pobre Brasil, prometendo ser muito duradoura e fortemente destrutível, foi plantada em 2002, bem antes, portanto, da reportagem da revista britânica. O que está acontecendo agora é apenas a colheita daquilo que foi plantado desde o primeiro dia que o PT assumiu o governo.,

Euforia falsa
É sempre importante repetir (à exaustão) que tudo aquilo que provocou a sensação de euforia no seio da sociedade brasileira e internacional se deve às atitudes populistas/assistencialistas promovidas pelo governo. Além do aumento espetacular de despesas públicas, os aumentos de salários (públicos e privados) foram muito acima do crescimento do PIB. Ou seja, muito acima do que a economia suporta.

Crédito
No quesito CRÉDITO, só para que os leitores tenham uma ideia dos problemas que teremos pela frente, vejam o que recebi do pensador e economista Ricardo Bergamini: –

1) Em 2002 o volume de operações de crédito era de R$ 378,0 bilhões (25,57% do PIB), sendo R$ 144,1 bilhões (9,75% do PIB) concedidos por bancos públicos (Caixa, BB, BNDES, etc.). A participação dos bancos oficiais públicos era de 38,13%.

2) Em 2014 o volume de operações de crédito era de R$ 3.021,8 bilhões (58,87%), sendo R$ 1.619,7 bilhões (31,55% do PIB) concedidos por bancos públicos (Caixa, BB, BNDES, etc.). A participação dos bancos oficiais públicos atingiu a marca de 53,60%. Pode?

3) Crescimento real do PIB no período de 2003 até 2014 foi de 38,70%.

Estatização bancária
O VOLUME DE CRÉDITO CRESCEU EM TERMOS REAIS EM RELAÇÃO AO PIB EM 130,23%, PARA UM CRESCIMENTO DO PIB DE 38,70% NO PERÍODO, ESSE DESEQUILÍBRIO GERA UMA ILUSÃO MONETÁRIA DE CRESCIMENTO.

O MAIS GRAVE É QUE NESSE CRESCIMENTO DE CRÉDITO HOUVE UM AUMENTO MONSTRUOSO DA PARTICIPAÇÃO DO SISTEMA BANCÁRIO PÚBLICO SAINDO DE 38,13% EM 2002 PARA 53,60% EM 2014, ULTRAPASSANDO O VOLUME DO SETOR PRIVADO. O QUE PROVA O AVANÇO DA ESTATIZAÇÃO BANCÁRIA NO BRASIL.

Aumento de impostos
Diante dos sérios problemas criados pela Matriz Econômica Bolivariana adotada desde o primeiro dia que o PT assumiu o governo, Dilma resolveu agir(???). Entretanto, por tudo que se lê, assiste e ouve em todos os meios de comunicação, a presidente só tem em mente aumentar impostos e/ou criar novos, com o propósito de elevar a arrecadação.

Cortar despesas, que seria justo, decente, sensato e muito mais lógico, infelizmente não passa pela cabeça (oca) de Dilma.

Mais: buscar eficiência tributária, como vem propondo, e defendendo, o MBE -Movimento Brasil Eficiente-, através de simplificação do sistema tributário, sequer cogita. Isto que o estudo prova, por A+B, que em 10 anos haveria uma economia equivalente a um PIB.

Jaques Wagner diz que pedido de investigação de políticos causará ‘turbulência’

O brasileiro sério, trabalhador, pagador de impostos (na marra para sustentar a corrupção) quer é honestidade, competência, JUSTIÇA, com corruptos presos e condenados; políticos incompetentes no “olho da rua”; parasitas dos programas estatais tendo que trabalhar e pagar impostos. Isso é o que o povo brasileiro almeja. Esta alegação do sr. Wagner é um insulto aos brasileiros que carregam este país nas costas. Esse senhor e todo seu partido já deveriam estar apodrecendo na cadeia há muito tempo. BASTA! CHEGA! Não aguentamos mais a roubalheira e ter que sustentar vagabundos. Leia este desaforo aqui

Jaques Wagner diz que pedido de investigação de políticos causará ‘turbulência’

jaques_wagner_besteirolUm dos ministros mais próximos da presidente Dilma Rousseff, o petista Jaques Wagner, da Defesa, afirmou nesta segunda-feira, 2, que o pedido de investigação de políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras causará “turbulência” no momento em que o País precisa de “calma e tranquilidade”. Esta semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que comanda a equipe de investigadores do Ministério Público Federal, apresentará os inquéritos ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Qualquer fato novo com esse tipo de característica de denúncia, de inquérito, tira a tranquilidade momentaneamente de qualquer instituição. Não sei qual é a dimensão, nem a quem atinge. É bom no sentido de que as coisas estão funcionando e é ruim no sentido de que tem turbulência e o País precisa de calma e tranquilidade para tocar. Não a calma da omissão, mas de separar inquérito do funcionamento normal do País”, afirmou o ministro, depois proferir aula magna no Curso Superior de Defesa da Escola de Guerra Naval, no Rio.

“A melhor forma para que as investigações continuem é elas estarem ladeadas pelo funcionamento normal do País. Porque, se começarem a perturbar tudo, daqui a pouco muita gente vai dizer `acaba logo essa investigação porque o País precisa voltar à normalidade’. É óbvio que tem turbulência”, disse Jaques Wagner em entrevista. Para o ministro, a nova CPI da Petrobras, que começa a analisar requerimentos esta semana, não chegará a fatos novos. “A CPI terá dificuldade de chegar além do Ministério Público Federal e do Judiciário (…) A CPI em si vira palco, mas dificilmente irá além do que a Polícia Federal já investigou”, declarou.

Jaques Wagner também comentou a resistência do PT e outros partidos da base da presidente Dilma Rousseff às medidas de ajuste fiscal do governo que serão submetidas ao Congresso. “É preciso esclarecer bem e espero que isso comece a ser feito agora com as comissões (na Câmara). O PT e todos os partidos da base têm que ser esclarecidos e, mesmo achando que não é o mais simpático, (compreender que) é necessário para recuperar a capacidade de a economia crescer. Depois do debate feito, a posição tomada será acompanhada pelo PT e pela base”, afirmou.

O ministro citou as mudanças nas regras do seguro-desemprego. “Não se quer tirar direitos, mas consolidar direitos. A pergunta que cabe é: `o seguro desemprego é causa ou efeito da rotatividade de mão de obra? (O trabalhador) recebe seguro-desemprego porque sai do emprego ou sai do emprego para receber seguro-desemprego?’. Sempre que se fala de ser humano, todo mundo quer operar em zona de mais conforto”, afirmou o ministro da Defesa.

Gustavo Patu: O PAC acabou

02/03/2015 // 02h00

A Joaquim Levy não basta o papel de mero capataz de um remendo emergencial nas contas do governo. O ministro, é visível, entende que a recuperação da economia depende de sua credibilidade, e sua credibilidade depende de demonstrar o fim da era de previsões irrealistas, números maquiados e pacotes de muito apelo publicitário e pouca solidez técnica.

O abandono da embromação econômica não se dará sem atritos. Em um pito público, Dilma Rousseff chamou de “infeliz” a declaração do titular da Fazenda segundo a qual o programa de desoneração tributária lançado no primeiro mandato da presidente é “grosseiro”.

Quem acompanhou a entrevista de Levy notou que sua preocupação, ao anunciar uma drástica revisão da iniciativa, era fazer crer que, agora, as decisões estão sendo tomadas com critério e conhecimento de causa: tabelas e gráficos apresentados descreveram em minúcias os custos e o impacto das medidas.

Mesmo que o vocabulário empregado tivesse sido mais diplomático, o recado era claro. Muitos rapapés ao tratar da obra do antecessor, aliás, podem dar a impressão de que o ajuste em curso não passa de um recuo inevitável e temporário.

Em seu discurso de posse, Levy atacou o patrimonialismo –a mistura entre interesses públicos e privados que pode descrever grande parte do intervencionismo petista na economia. De lá para cá, chamou de anacrônicas as regras do seguro-desemprego e previu uma retração da economia nacional, tendo de consertar depois as afirmações.

O ministro pode começar a escolher as palavras para anunciar que o PAC (o Programa de Aceleração do Crescimento, de maternidade atribuída a Dilma) acabou. Suas obras de infraestrutura, indicou-se na semana passada, perderam o privilégio de ficar a salvo do corte de despesas – que, espuma marqueteira à parte, era a essência do programa.

Ricos nutrem ódio ao PT, diz ex-ministro

Apesar do respeito que tenho pelo Economista Luiz Carlos Bresser Pereira, discordo completamente dele. Não são os ricos que odeiam o PT, mas sim, todos os que conhecem minimamente a história da humanidade e sabem de todas as desgraças que o comunismo produziu ao logo dos últimos quase 100 anos. Fome, miséria, escravidão, assassinatos covardes de opositores; desrespeito aos direitos humanos, tirania, pobreza, desesperança, atraso tecnológico e muito mais, impossíveis de serem enumeradas. Apenas os idiotas, os vagabundos e parasitas, ou os cúmplices do “esquema” é que apoiam o regime cruel, sanguinário, tirânico e FALIDO que o PT quer implantar no Brasil. Leia aqui

Lula estimula o conflito social

Isso todos os eleitores sérios e os contribuintes brasileiros sabem.

Lula sempre foi assim. Um cínico que manipula as pessoas ao seu bel prazer e interesse. Um mau caráter qualificado, destituído de qualquer senso de ética e de moral. Um ignorante que se orgulha de ser analfabeto. Um parasita e vagabundo que passou a vida pendurado no movimento sindical para não ter que trabalhar.

Quem duvida de tudo isso que leia o livro de José Neumane Pinto intitulado “O que sei de Lula”, no qual o ilustre jornalista conta, não tudo o que sabe, pois é muito sujo, enojante e nauseante o passado deste desqualificado, mas uma boa parte de tudo o que presenciou, descobriu ou ficou sabendo acerca desta aberração que se acha um estadista, mas não passa de um idiota, arrogante, prepotente e ridículo candidato a ditador.

Pobre Nero! Perto de Lula ele é um aspirante a anjinho.

Excelente o artigo de opinião do Jornal O Estado de São Paulo. Leia-o aqui