Para PSDB, risco que Cunha impõe a Dilma compensa apoiá-lo

O PSDB está fazendo papel de moleque. Para o eleitorado finge ser oposição, mas participa de reuniões com a presidenta incompetenta fazendo discursos de apoio a ela e também declara a meios de comunicação internacionais que a jumenta é honesta e honrada. De que lado os tucanos estão? Do povo brasileiro ou dos criminosos que estão emporcalhando o país e o enterrando na lama da corrupção? Leia mais

Delator que acusou Cunha também fez repasse à Assembleia de Deus

O pior tipo de canalha é o que se esconde atrás de religião. O que tem de criminoso disfarçado de pastor evangélico circulando por aí é uma barbaridade.

Aos tontos que estufam o peito e alardeiam honestidade e estarem livres do pecado e salvos por Deus, com o orgulho mais idiota do mundo unicamente por serem evangélicos, vai uma perguntinha bem simples, direta, rasteira e objetiva: em quantos escândalos de corrupção algum padre ou mesmo a Igreja Católica já foi investigada aqui no Brasil?

Os evangélicos vivem acusando a Igreja Católica de pedofilia, mas o que existe de queixa-crime e processo criminal por abuso sexual e estupro de vulneráveis contra pastores evangélicos é uma monstruosidade e a população nem fica sabendo porque os advogados dos meliantes requerem segredo de justiça para garantir a integridade física dos criminosos e os juízes acabam deferindo o pedido objetivando evitar que os maníacos sejas estuprados por companheiros de celas e ainda, impedir a exposição da igreja e a perseguição de seus membros.

A Igreja Católica reuniu todos os documentos deixados pelos apóstolos e discípulos de Cristo, os traduziu das diversas linguas antigas nas quais estavam escritos para o latim e os compilou no que hoje os cristãos conhecem como bíblia, que não foi escrito por Deus e muito menos é a Palavra de Deus. Foi escrita muito depois das morte de Jesus Cristo, bem como não foi escrita pelos apóstolos que lhes emprestam seus nomes, mas por homens comuns que viviam em comunidades cristãs e colocaram no papel o que ouviram dizer sobre as histórias que os evangelistas contavam aos seus discípulos. O Evangelho mais antigo, o de Marcos, foi escrito após o ano 70d.C. Os evangelhos de Mateus e Lucas, nos anos 90d.C, e o Evangelho de João, o último dos evangelhos ditos canônicos , após o ano 110d.C.

A única coisa que Martinho Lutero fez foi traduzir a Vulgata (como se chama a bíblia em latim) para o alemão. A rebeldia do padre Lutero só virou movimento de ruptura com a Igreja Católica graças aos príncipes que não tinham direito a herança e estavam loucos (babando, na verdade) de vontade de secularizar (invadir e tomar posse) das terras da Igreja Católica e empurraram Lutero para a “boca do leão”. Se não fosse isso, Lutero teria tido o mesmo fim de outros rebeldes que ousaram pedir aos papas da época um pouco de decência e honestidade. Lutero teria acabado na fogueira, virado churrasco igual Wilcliff e Huss.

A Igreja Católica foi a primeira instituição a se preocupar e a cuidar dos enfermos, dos doentes mentais, dos pobres, dos desvalidos, criando para isso os primeiros hospitais públicos – os Hospitais de Caridade, também chamados de Santas Casas de Misericórdia.

Foi a primeira instituição e se preocupar com a educação, criando todo o sistema de ensino existente hoje, sendo ela a criadora do método científico utilizado até hoje. O método científico, criado para confrontar o pensamento dos renascentistas e dos iluministas, tornou-se o maior “tiro na culatra” de todos os tempos. O método criado para proteger a igreja das heresias científicas tornou-se um verdadeiro algoz da fé.

O que está escrito nas linhas acima não é uma defesa da Igreja Católica. São verdades históricas, sacramentadas por historiadores, muitos deles ateus, e que os evangélicos não aceitam ou fingem não conhecer. 

Os robôs religiosos que leiam o livro Zelota: a vida e a época de Jesus de Nazaré, escrito pelo historiador iraniano Reza Aslam, que se converteu ao cristianismo quando sua familia teve que fugir do Irã para os Estados Unidos por causa da revolução dos aiatolás, em 1979, e tirem suas conclusões, se é que ainda sobrou um pouco de bom senso, inteligencia e juízo em suas cabeças. Leia mais

Em notícia falsa, Planalto alardeia que governadores rejeitam impeachment

A tática da mentira e da enganação herdada de Gobbels, homem de confiança de Hitler e ministro da propaganda nazista.

Leiam aqui este excelente post do Josias de Souza e cliquem nos links abaixo para ler notícias relacionadas à presidenta incompetenta já publicadas neste blog.

 

Os tucanos caíram na cilada de Dilma Roussef

Quem foi a esta reunião achando que veria alguma coisa ou intenção outra de Dilma a não ser mentir, enganar e usar trouxa este bando de governadores idiotas como escudo para evitar a cassação do mandato fraudado dela, só pode ser um doente mental, ou estar mancomunado com esta criminosa psicopata.

Que se pode esperar de alguém que tem ficha criminal abaixo:

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Gente boa…Sequestradora, assaltante de bancos, casas e quartéis, assassina… O que o povo brasileiro está esperando para tirar está escória da política nacional? Leia mais

O maior escândalo do mundo é obra de Lula e Dilma

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José Nêumanne vai ao ponto no duro artigo publicado hoje no Estadão, mostrando que “teles, fundos de pensão, Santo André, mensalão, BNDES, eletrolão e petrolão não são casos isolados. Eles compõem um escândalo só, investigado em Portugal, Suíça e EUA: é este Brasil de Lula e Dilma”. Como sempre frisa o historiador Marco Villa, trata-se de um projeto criminoso de poder:
 
Que WikiLeaks, que Swissleaks, que cartéis mexicano e colombiano de drogas, que Fifagate, que nada! O escândalo top do mundo hoje é outro. Nada se lhe compara em grandeza aritmética, ousadia delituosa ou desrespeito a valores éticos. E é coisa nossa! Embora nada tenhamos a nos orgulhar de que o seja. Ao contrário!
Após se ter oposto ferozmente à escolha de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral para dar início à Nova República; à posse e ao governo de José Sarney, a Fernando Collor, que ajudou a derrubar; ao sucessor constitucional deste, Itamar Franco, de cuja ascensão participou; e a Fernando Henrique Cardoso, o Partido dos Trabalhadores (PT) chegou ao governo federal com seu maior líder, Luiz Inácio Lula da Silva, e se lambuzou no pote de mel do poder sem medo de ser feliz.
O primeiro objetivo caiu-lhe no colo como a maçã desabou sobre a cabeça de Newton. Era de uma obviedade acaciana. Sob crítica feroz da oposição, que o PT comandava, os tucanos privatizaram a Telebrás e, devidamente desossado, o filé apetitoso das operadoras de telefones foi devorado na nova administração. Sob as bênçãos e os olhos cúpidos do padim Lula, a telefonia digital foi entregue a consórcios nos quais se associaram algumas operadoras internacionais, com a experiência exigida no ramo, burgueses amigos e fundos de pensão, cujos cofres já vinham sendo arrombados pelos mandachuvas das centrais sindicais. Nunca antes na história deste país houve chance tão boa para mergulhar na banheira de moedas do Tio Patinhas.
Só que o negócio era bom demais para ser administrado em paz. Logo os concessionários se engalfinharam em disputas acionárias, que mobilizaram a Polícia Federal (PF), a Justiça nacional, os órgãos de garantia de combate a monopólios e até instrumentos de arbitragem internacional. No fragor da guerra das teles, os primeiros sinais de maracutaia dividiram as grandes rotas com os aviões de carreira. Sabia-se que naquele pirão tinha caroço. Mas quem ficou com a parte do leão?
Impossível saber, pois este contencioso está enterrado sob sete palmos de terra. Desde o Estado Novo, os sindicatos operários ou patronais administram sem controle externo caixas que têm engordado ao longo do tempo com a cobrança da Contribuição Sindical, que arrecada um dia de trabalho de todo trabalhador formal no Brasil, seja ou não sindicalizado. Sob a égide de Lula, as centrais sindicais foram incluídas na divisão desse bolo gordo e açucarado. E o sistema financeiro, acusado de ser a sanguessuga do suor do trabalhador, incorporou a esse cabedal os fundos de pensão. Sob controle de dirigentes sindicais, estes ocultam uma caixa-preta que ninguém tem poder nem coragem para abrir.
Só que o noticiário sobre tais episódios foi soterrado pela avalanche de denúncias provocada pelas revelações da Ação Penal (AP) 470, já julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e conhecida popularmente pela denominação que lhe foi dada pelo delator, Roberto Jefferson – o mensalão. Agora, após seu julgamento ter sido concluído e com os réus condenados, este é visto quase como lana-caprina desde a eclosão de outro mais espetacular: a roubalheira do propinoduto da Petrobrás devassada pela Operação Lava Jato. Mas a cada dia fica mais claro que os dois casos se conectam e se explicam.
A importância de elucidar um crime ao investigar outro foi comprovada quando, na Operação Lava Jato, a PF encontrou nos papéis de Meire Poza, contadora do delator premiado Alberto Youssef, a prova de que o operador do mensalão, Marcos Valério, deu R$ 6 milhões ao empresário Ronan Maria Pinto, como tinha contado em depoimento referente à AP 470. Segundo Valério, essa quantia evitaria chantagem de Ronan, que ameaçava contar o que Lula e José Dirceu tinham que ver com o sequestro e a morte de Celso Daniel, que era responsável pelo programa de governo na campanha de 2002.
Mas nem essa evidência da conexão Santo André-mensalão-petrolão convence o PSDB a dobrar a oposição do relator da CPI da Petrobrás, Luiz Sérgio (PT-RJ), e levar Ronan a depor, como tem insistido a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP). É que os tucanos articulam uma aliança com o atual dono do Diário do Grande ABC para enfrentar o petista Carlos Alberto Grana na eleição municipal de Santo André. E este corpo mole pode dificultar o esclarecimento da verdade toda.
A Lava Jato já produziu fatos antes inimagináveis, como acusações contra os maiores empreiteiros do País e até a prisão de vários deles. É o caso de Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, que presidia o Conselho de Administração da Oi na guerra das teles. Isso revela mais um investigado em mais de um escândalo. Como Pedro Corrêa e José Dirceu, acusados de receber propina da Petrobrás quando cumpriam pena pelo mensalão.
A Consuelo Dieguez, em reportagem da revista Piauí, publicada em setembro de 2012, Haroldo Lima, que tinha sido demitido por Dilma da presidência da Agência Nacional de Petróleo, disse que, no Conselho de Administração da Petrobrás, ele, a presidente e o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli só votavam como o chefe mandava. E agora Lula é investigado por eventual lobby para a Odebrecht no exterior em obras financiadas pelo BNDES, a ser devassado em breve numa CPI na Câmara.
E a Lava Jato chegou à eletricidade. Walter Cardeal, diretor da Eletrobrás que acompanha Dilma desde o Rio Grande do Sul, foi citado na delação de Ricardo Pessoa, tido como chefe do cartel do petrolão, acusado de ter negociado doação de R$ 6,5 milhões à campanha da reeleição dela. Othon Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, foi preso ontem, sob suspeita de ter recebido propina.
Teles, fundos de pensão, Santo André, mensalão, BNDES, eletrolão e petrolão não são casos isolados. Eles compõem um escândalo só, investigado em Portugal, Suíça e EUA: é este Brasil de Lula e Dilma.

O maior escândalo do mundo é obra de Lula e Dilma

Isso o mundo inteiro sabe, mas o brasileiro, que tem em seu código genético DNA de galinha, que toma no rabo e sai cantando, e também de avestruz, que enfia a cabeça no buraco, se esconde de tudo e larga o bundão para levar “ferro” (em todos os sentidos) dos criminosos, é que não enxerga e não faz nada.

Se fosse na terra dos meus avós, o povo já tinha arrancado estes desgovernantes criminosos do poder à tapas.

Se fosse na Coreia do Sul ou na Indonésia, já teriam sido fuzilados.

No Japão, já teriam se suicidado por harakiri (ritual que consiste em o suicida abrir a barriga com punhal e ser imediatamente decapitado pela kataná – espada – de um Samurai).

Se o povo brasileito tivesse vergonha na cara, este país que tem o solo mais rico e abençoado do universo, seria uma potência mundial. Leia mais

Deputados usam CPI para investigar delator que acusa Eduardo Cunha

A imagem abaixo foi capturado do sítio do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

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O que estes vadios estão procurando? Alguma coisa que possibilite aos envolvidos na Lava Jato chantagear o delator para que mude os depoimentos prestados sob a égide do acordo de colaboração (delação premiada)?

Investigação criminal é tarefa e prerrogativa de polícia e não de parlamentares, bem como não pagamos os absurdos salários e as revoltantes e enojantes regalias dos deputados para eles se meterem no trabalho da Polícia Federal ou de qualquer outro órgão dos três poderes.

Criem vergonha na cara, seus vagabundos, e tratem de fazer o trabalho para o qual os pagamos e não se metam em assuntos alheios aos interesses dos contribuintes para livrarem a barra de criminosos. Leia mais