Sugestão de uso do livro “A Outra História do Mensalão”

O melhor uso deste livro do pseudo-jornalista Paulo Moreira Leite, um comuna confesso e pau-mandado do PT, é na privada, para limpar a bunda, pois tudo o que ele atesta como perseguição política e condenação sem provas a operação Lava Jato já comprovou como mentira de escritor safado e lambe rabo de criminoso.

Leia a sinopse do livro abaixo e, diante dos fatos estarrecedores que os procuradores da Lava Jato tem revelado à nação, tire suas conclusões.

“Neste livro corajoso, independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator-chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer a regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.

Os acusados estavam condenados – por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos – antes do julgamento começar. Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes eles se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.

Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro. O prefácio é do reconhecido e premiado jornalista Janio de Freitas, atualmente colunista da Folha de S. Paulo. Esse é o 7° titulo da coleção Historia Agora, lançada pela Geração Editorial, entre os livros desta coleção está o best seller, A Privataria Tucana.

Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.

Como no inquietante Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.

Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.

As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.

A denúncia do “maior escândalo de corrupção da história” relatou desvios de dinheiro público mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou. Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex-comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de “corrupção”, ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.

Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT – o partido do governo! – e de outros partidos. Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas – ao contrário do que aconteceu agora – o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.

Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.

É ler, refletir e julgar. Há dúvidas – infelizmente muitas – sobre se foi isso o que de fato aconteceu.”

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PT avisa a Wagner e Lula que votará contra Cunha

O PT implodiu e com sua implosão Dilma irá para a privada junto com o monte de fezes chamado Lula, o molusco delirante e delinquente, o grande estadista de galinheiro que tem feito a alma de Hitler, sentada na cruz no túmulo, convulsionar de tanto rir do palhaço de Garanhuns.

Pobre cidade que legou ao Brasil uma ameba manca e tensa como esta.

Pobre mãe, que estava mal inspirada quando pariu essa desgraça. Leia mais

Delcídio do Amaral pretendia ajudar Cerveró a fugir para a Espanha…

Alguém com o mínimo de bom senso acredita nessa história? Podem ter certeza que fariam com Cerveró o mesmo que fizeram com Celso Daniel. Calariam sua boca para sempre.

A grande evidência está no plano de fazê-lo fugir pelo Paraguai, ajudado ou levado por capangas do Delcídio. De Curitiba até Assuncion são, de acordo como Google Maps, 965km pela rodovia BR277 e no meio do caminho há muitos buracos nos quais poderiam enterrar o corpo do corrupto Cerveró e deixá-lo apodrecer em perpétuo esquecimento.

O filho do Cerveró dever ter pensado nessa hipótese (certeza) e armado a emboscada que pegou o corrupto Delcídio.

Leiam o que um comuna, que pelo jeito não suporta mais o PT, escreveu sobre essa possibilidade aqui

Relatório da CPI do Carf mira filho de Nardes, mas poupa Luleco

Deputada Vanessa Grazziotin, uma comunista idiota, incompetente, parasita do erário e do contribuinte, lambe cu de Dilma e Lula, quer proteger tubarões assassinos e acusar lambarizinhos vegetarianos.

O que esta besta quadrada, comuna safada e ameba comatosa está querendo é vingar Dilma da cacetada que o Min. Augusto Nardes deu na ordinária, incompetente e corrupta presidenta Dilmanta Mandiocasseff.

Vá para cuba, idiota, lamber o rabo de Fidel Paredón Castro e pare de emporcalhar a política tupiniquim e torrar o dinheiro arrancado do contribuinte. Leia mais

Página do Instituto Lixo de volta à rede

O website do Instituto Lixo (Lula) voltou à rede e contém matérias infames de um piscotico paranóico com personalidade psicopática que parece não habitar o mundo terreno. Lula parece viver no mundo da fantasia ou no The land of make believe – A terra do faz de contas ou a terra do nunca (Neverland, do Peter Pan e do Michel Jackson), dadas as asneiras e fantasias publicadas neste pasquim de última catergoria com forte e nauseante cheiro de esgoto e enxofre.

Acessem o lixo chamado Instituto Lula aqui e divirtam-se com as fantasias paranóides do abestado e estadista de galinheiro.

Aposta do DF leva maior prêmio da história da Mega-Sena

Única aposta de Brasília? Sei… Alguém se lembra de um tal deputado chamado João Alves que em 1993 era presidente da comissão de orçamento da Câmara (puteiro) Federal e ganhava quase todas as mega-senas acumuladas?

Por volta dessa mesma época um servidor da Caixa Econômica Federal denunciou uma fraude no sorteio e que favoreceria, justamente, uma aposta sob encomenda e ficou provado nas investigações que o tal deputado sortudo usava a mega-sena para lavar o dinheiro que ele roubava do contribuinte.

A explicação do denunciante dava conta de um artifício simplório: o uso de bolas com pesos diferentes fazendo cair números programados e não aleatórios, culminando com o falso sorteio de uma aposta definida. Dizem que o servidor denúnciante morreu em um acidente de carro, este colocado sob suspeita até pelo fabricante do automóvel.

Pode ser uma lenda urbana, mas é muito suspeito uma única aposta do Distrito Federal vencer um sorteio acumulado há tanto tempo e com um valor tão alto em tempos de desespero de políticos corruptos pela lavagem de dinheiro sujo, roubado do contribuinte brasileiro, convenhamos! Leia mais

Fachin perdeu as condições de julgar

Fachin não foi colocado no STF porque é um grande jurista. Tem gente muito melhor que ele por aí.

Fachin foi ENFIADO à força no STF por Dilma & quadrilha que fez o diabo no Senado para aprovar a indicação dele, e não era à toa. Ele está, VISIVELMENTE, a serviço da ORCRIM petista.

Se Fachin tiver um pingo de bom senso e vergonha na cara, ele pede exoneração e nunca mais se mete no judiciário. Leia mais