Economia Inflação sobe 1,32% no mês de março, a maior taxa em 20 anos

E aí, Dilma e PT? Como vocês explicam isso? Vocês que fizeram de tudo contra o plano real quando ele foi implantado e não mediram esforços para destrui-lo, acusando-o de ser capitalista e privilegiar apenas a elite branca, mas que no fundo foi o que os segurou no governo até hoje, pois foi um plano tão sólido e bem construido que vocês levaram 12 anos para acabar com ele. A chamada da reportagem no portal do UOL diz que alta de mais de 20% na conta de luz é a grande vilã da inflação, mas na verdade ela é apenas consequência da destruição do modelo econômico construido pela equipe do Prof. Dr. Fernando Henrique Cardoso e implantado pelo Presidente Itamar Franco, em 1 de julho de 1994. Leia aqui

Moradores de favela, namorados estudam na FGV com bolsa integral

Estes jovens estão na FGV, o templo do ensino das ciências econômicas no Brasil, por serem estudiosos, capazes, inteligentes e terem objetivo de vida e não porque o PT os colocou na universidade por serem coitadinhos e discriminados pela elite branca, como este podre e criminoso partido (quadrilha) atestou em propaganda política unútil, mentirosa e criminosa, paga com dinheiro arrancado do contribuinte, veiculada ontem em cadeia nacional de rádio e televisão.

A propaganda petralha exibida onde foi a maior confissão do racismo e do estímulo ao conflito de classes que o PT usa para se promover e tentar a todo custo transformar o Brasil em uma comunistoide republiqueta de bananas.

Se o Brasil fosse um país sério, este sindicato do crime que ousa se intitular Partido dos Trabalhadores já estaria banido da vida pública e política e também todos os seus líderes, filiados e militantes (militontos) estariam enjaulados em celas isoladas de prisões de segurança máxima há muito tempo. Leia a conquista destes brilhantes e exemplares brasileiros aqui

Propaganda política enojante do PT

Acabei de assistir na televisão uma propaganda política do PT – Partido dos Trambiqueiros –  paga com dinheiro arrancado na marra do contribuinte, que deu nojo, asco e vontade de vomitar.

Os canalhas do PT que enterraram o Brasil na lama (fezes, para ser mais honesto e preciso), que conseguiram a façanha de serem odiados por quase 80% da população brasileira, tiveram a cara de pau de posarem de vítimas da oposição e da “elite branca” brasileira que não aceita o fato de o PT ter, de acordo com a mentira (deslavada) governamental e partidária, tirado milhões de brasileiros da linha da pobreza; ter colocado negros nas universidades; ter promovido a igualdade social e racial; ter colocado na cadeia mais ricos corruptos do que todos os demais governos anteriores e muitas outras sandices enojantes.

A verdade pura e cristalina é bem oposta: o PT foi o partido que mais promoveu a segregação racial e social através do estímulo ao conflito de classes e das leis de cotas sociais e raciais, ambas totalmente inconstitucionais, feitas sob medida para privilegiar apenas incompetentes e vagabundos, em detrimento dos mais capazes e preparados. Existe muitos negros e muitos favelados extremamente inteligentes, capazes e preparados para se graduarem em quaisquer profissões ou seguirem com êxito quaisquer carreiras acadêmicas ou científicas, não necessitando dessas bolsas racistas e segregacionistas que na prática, humilham e sentenciam negros e pobres como pessoas inferiores e incompetentes. Apesar de eu ser polaco (ariano), eu me ofenderia profundamente com este tipo de discriminação, se eu fosse negro ou morasse em alguma comunidade.

Foi o partido que mais destruiu o Brasil com a incompetência e a corrupção impregnada em seu DNA.

Foi o partido que mais torrou dinheiro do contribuinte com programas inúteis chamados de “sociais” que objetivaram apenas camuflar e legitimar a corrupção, enganando e encabrestando os eleitores jumentos que não sabem nem pensar e votam em qualquer pilantra que promete comida e diversão de graça.

Foi o partido que institucionalizou a corrupção no seio do serviço público federal, deixando seus líderes máximos bilionários.

Foi o partido que teve mais filiados e militantes (militontos) presos por corrupção em todos os tempos, desde o descobrimento do Brasil. Nenhum partido ou quadrilha conseguiu tal façanha. Todos os ricos presos atualmente, como diz a propaganda criminosa, estão na cadeia justamente por causa da corrupção na qual o PT os envolveu e os obrigou a participar. Na verdade os ricos presos são vítimas da quadrilha PTista.

Foi o partido que mais atentou contra a democracia e a liberdade de expressão, tentando amordaçar a imprensa com o criminoso, comunistoide e inconstitucional projeto de regulamentação da mídia, e ainda quer posar de vítima.

O PT foi a pior desgraça que apareceu “na história deste país”, como esbraveja o bravateiro (para não chamá-lo de outra coisa) Lula.

Se os canalhas do PT, especialmente Lula, Dilma. José Dirceu, Franklin Martins. Genuíno e todos os demais filiados e militotos tivessem vergonha na cara, desapareceriam da face da terra sem deixar vestígios.

Fui militante do PT até descobrir seu verdadeiro objetivo: implantar o comunismo no Brasil. Quando descobri a verdadeira face do partido, sai dele e me filiei a outro partido, que não vale a pena citar aqui. Não era o partido do Collor, mas votei nele em 1989 para não votar no analfabeto, ignorante e cachaceiro Lula.

Nestes mais de trinta anos passados desde a sua fundação, o Partido dos Trabalhadores, comunistoide de nascença, se transformou em uma quadrilha de trambiqueiros que tem como objetivos primordiais o enriquecimento às custas do contribuinte brasileiro e a perpetuação no poder, como se fosse dono e senhor do Brasil, pais este que está se transformando uma republiqueta de bananas por obra e graça destes facínoras.

Passando a limpo

Prezados

Transmito o texto abaixo para apreciação.

Saudações

Ernesto Caruso

PASSANDO A LIMPO

Passando a limpo

Ernesto Caruso

O livro Março 1964: Mobilização da audácia, editado em 1965, narra os fatos que marcaram o entorno histórico do Movimento Cívico-Militar que justificaram o afastamento do então presidente João Goulart, manipulado pela opção marxista, a macular as regras constitucionais, pilares da democracia e da liberdade e, a solapar as tradições cristãs, sobejamente desrespeitadas nos países da cortina de ferro.

Quem não leu vai tomar conhecimento do que escreveu o jornalista José Stacchini, autor do livro, integrante de O Estado de São Paulo e, como citado no texto, considerado um de seus mais notáveis repórteres.  Pleno de credibilidade.

A carta do Dr. Júlio de Mesquita Filho, de 20 de janeiro de 1962, ao Estado-Maior clandestino, transcrita no livro, demonstra a articulação posta em andamento para a neutralização do nefasto e perigoso governo. Divergindo de alguns pontos, ressalta as falhas dos movimentos de outubro de 1945 contra a ditadura e na queda de Getúlio em agosto de 1954, com a precipitação da entrega do Poder “a homens que vinham do mesmo passado”; discute sobre o prazo de permanência de um governo discricionário; trata do expurgo dos quadros do Poder Judiciário, como absolutamente necessário, mas sem violências desnecessárias; opta pela decretação do estado de sítio, de início, com a dissolução das Câmaras; defende a vigência da Constituição de 1946, com as devidas alterações; propõe nomes para as pastas ministeriais, concluindo que “seria meio caminho andado para que o País se convencesse de que, afinal, se haviam apagado da nossa História os hiatos abertos na sua evolução pela ditadura do senhor Getúlio Vargas e pela ação corruptora dos seus discípulos nos governos que se sucederam até os nossos dias”; e, com extrema convicção, proclama que: “Acha-se o País em estado de profunda comoção e não esconde a descrença que o vai dominando, relativamente à possibilidade de sairmos da situação de anarquia e desordem em que desesperadamente nos debatemos.”.

 A etapa seguinte, de acordo com o livro, foi a apresentação por parte do doutor Júlio de Mesquita Filho aos chefes da conspiração de um projeto de “Ato Institucional”, elaborado pelo diretor de O Estado de S. Paulo com a colaboração de professor de Direito Constitucional. Os seus dezesseis artigos definem que o governo será constituído por uma Junta Militar, que serão dissolvidos o Senado, a Câmara dos Deputados, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais, que governadores e prefeitos poderão ser confirmados ou destituídos com a nomeação de interventores, além de outras providências. O que ocorreu efetivamente foi igual ou semelhante ao previsto, com as alterações impostas pelo momento.

 Estas lembranças têm como objetivo destacar a participação do eminente brasileiro em defesa das instituições democráticas que estavam sob a ameaça de um governo alienado dos seus compromissos com a Constituição Federal, com a Nação e com o ocidente. Comprometendo as Américas com a implantação de mais um satélite soviético bem maior do que Cuba, que fatalmente não teria sido da forma incruenta como foi a o Movimento de 64, impedindo a luta fratricida prestes a deflagrar. Não foi uma única voz a sentir o perigo.

 Há que se entender aquele período como fato histórico do passado, discutido nos enfrentamentos entre os políticos que lhe eram favoráveis e seus adversários.  Daqui para frente – lembrando com veneração do Duque de Caxias – marchar juntos, ombro a ombro, contra o inimigo comum sempre presente, quer na área do desenvolvimento econômico, tecnológico e social.

 Ilude-se quem pensa que o povo não está cansado da enfadonha orquestração contra o chamado regime militar ou ditadura como outros proferem. Os jovens estudantes pela natureza inquisidora estão insatisfeitos, pois lhes apresentam só uma vertente dos fatos.

 A Comissão Nacional da Verdade não foi fiel à verdade e nem ao compromisso de apresentar ao cidadão comum o que de fato ocorreu pela oportunidade que teve de analisar com profundidade os documentos gerados nos órgãos do Estado e nas publicações da imprensa. Ainda que se tente justificar os atos de terrorismo como parte do direito dos empenhados na luta armada, não deixam de ser crimes hediondos e pior, em se tratando de passantes fortuitos nos raios de ação dos artefatos explodidos. Crimes tão anistiados como os praticados pelos agentes do Estado como a alegada tortura. Existente ou não.

 A quantidade de jovens dos movimentos de rua e pelas redes sociais que prega a intervenção militar constitucional demonstra como se vê o passado e o conturbado presente do “Fora Dilma” ao “Impeachment já!”.

Dilma diz que luta para recuperar Petrobras é tarefa da atual gestão

Realmente é tarefa da atual presidenta da República, pois ela era a presidente do conselho de administração da Petrobras quando se institucionalizou a roubalheira que começou de forma isolada lá no governo Fernando Henrique Cardoso.

A recuperação da Petrobras passa, obrigatoriamente, pelo ressarcimento dos bens e do dinheiro roubado no contribuinte e também pela prisão dos ladrões e dos culpados pela omissão que permitiu a instalação esquema de corrupção que, além de roubar o dinheiro arrancado a força do contribuinte, envergonhando o povo honesto e trabalhador e emporcalhando a imagem do Brasil perante o mundo inteiro.

Cadeia para os ladrões e para os políticos corruptos e incompetentes, nem que sejam ou tenham sido ministros, deputados, senadores ou presidentes da república (de bananas). Leia aqui

PMDB tenta abrir sigilos de Janot e Cardozo

Isso não passa de uma tentativa desesperada do podre e corrupto PMDB de desqualificar a denúncia que o procurador Janot fez ao Supremo Tribunal Federal para livrar a cara de seus corruptos mais ilustres: Renam Calheiros e Eduardo Cunha, acusados pelo Procurador Geral da República de envolvimento no esquema de corrupção conhecido MUNDIALMENTE como PETROLÃO. Leia aqui

Somos programados para acreditar em um Deus?

A religião – a crença em seres sobrenaturais, incluindo deuses e fantasmas, anjos e demônios, almas e espíritos – está presente em todas as culturas e permeia toda a História.

A discussão sobre a vida após a morte remonta a, pelo menos, 50.000 a 100.000 anos atrás.
É difícil obter dados precisos sobre o número de crentes de hoje, mas algumas pesquisas sugerem que até 84% da população do mundo são membros de grupos religiosos ou dizem que a religião é importante em suas vidas.
Vivemos em uma era de um acesso ao conhecimento científico sem precedentes, o que alguns acreditam que é incompatível com a fé religiosa. Então, por que a religião é tão difundida e persistente?
Os psicólogos, filósofos, antropólogos e até mesmo os neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, e para o poderoso papel que a religião parece ter em nossas vidas emocionais e sociais.

Morte, cultura e poder

Mas antes de falar das teorias atuais, é preciso entender como surgiram as religiões e o papel que elas tiveram na vida de nossos ancestrais.
As primeiras atividades religiosas foram em resposta a mudanças corporais, físicas ou materiais no ciclo da vida humana, especialmente a morte.
Os rituais de luto são uma das mais antigas formas de experiência religiosa. Muitos de nossos antepassados não acreditavam que a morte era necessariamente o fim da vida – era apenas uma transição.
Alguns acreditavam que os mortos e outros espíritos podiam ver o que estava acontecendo no mundo e ainda tinham influência sobre os eventos que estão ocorrendo.
E essa é uma noção poderosa. A ideia de que os mortos ou até mesmo os deuses estão com a gente e podem intervir em nossas vidas é reconfortante, mas também nos leva a ter muito cuidado com o que fazemos.
Os seres humanos são essencialmente sociais e, portanto, vivem em grupos. E como grupos sociais tendem à hierarquia, a religião não é exceção.
Quando há um sistema hierárquico, há um sistema de poder. E em um grupo social religioso, a hierarquia localiza seu membro mais poderoso: a divindade – Deus.
É para Deus que temos de prestar contas. Hoje em dia, a religião e o poder estão conectados. Estudos recentes mostram que lembrar de Deus nos faz mais obedientes.
Até em sociedades que reprimiram a fé, surgiu algo que tomou seu lugar, como o culto a um líder ou ao Estado.
E quanto menos estável é um país politica ou economicamente, mais provável que as pessoas busquem refúgio na religião. Os grupos religiosos podem, ao menos, oferecer o apoio que o Estado não fornece a quem se sente marginalizado.
Assim, fatores sociais ajudam a desenvolver e fortalecer a fé religiosa, assim como a forma como nos relacionamos com o mundo e com os outros.

Outras mentes

Em todas as culturas, os deuses são, essencialmente, pessoas, mesmo quando têm outras formas.
Hoje, muitos psicólogos pensam que acreditar em deuses é uma extensão do nosso reconhecimento, como animais sociais, da existência de outros. E uma demonstração da nossa tendência de ver o mundo em termos humanos.
Nós projetamos pensamentos e sentimentos humanos em outros animais e objetos, e até mesmo nas forças naturais – e essa tendência é um dos pilares da religião.
Assim argumentou-se que a crença religiosa pode ser baseada em nossos padrões de pensamento e de cultura humana. Alguns cientistas, no entanto, foram além e analisaram nossos cérebros em busca do lendário “ponto Deus”.

Deus no cérebro

Os neurocientistas têm tentado comparar os cérebros dos crentes e ao dos céticos, para ver o que acontece no nosso cérebro quando rezamos ou meditamos. Se conhece pouquíssimo sobre esse campo – mas há algumas pistas, especialmente no que diz respeito às aéreas cerebrais.
O córtex pré-frontal medial está fortemente associado com a nossa capacidade e tendência para entender os pensamentos e sentimentos dos outros. Muitos estudos têm mostrado que esta região do cérebro está especialmente ativa entre os crentes religiosos, especialmente quando estão rezando. Isso corrobora a visão de que a fé religiosa é uma forma de interação social.
Já o lobo parietal, de acordo com estudos pode estar envolvido em experiências religiosas, especialmente aquelas caracterizadas com a dissolução do ego.

Pontuando a vida

Na medida em que estamos constantemente à procura de padrões, estruturas e relações de causa-efeito, a religião pode fornecer uma variedade de estratégias para que essa busca faça sentido.
As crenças religiosas ajudam os seres humanos a se organizar e dar sentido a suas vidas. E em todas as culturas, e até mesmo entre ateus, os rituais podem ajudar a pontuar eventos importantes da vida.
Embora nem a neurociência, nem a antropologia e nem filosofia tenham uma resposta definitiva para a questão “Deus existe?”, todas essas disciplinas dão pistas sobre como nós respondemos às nossas mais profundas necessidades humanas.
Talvez não sejamos programados para acreditar em Deus ou em um poder sobrenatural, mas somos animais sociais com uma necessidade evolutiva de ficar conectado com o mundo e com os outros.
De repente, as religiões são apenas canais para permitir essas conexões.
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/bbc/2015/04/04/somos-programados-para-acreditar-em-um-deus.htm

Gasto público em ensino atinge 6,6% do PIB, mas crise ameaça expansão

Primeiramente há de se questionar se este dado é verdadeiro, pois no desespero em que encontra o desgoverno PTralha, qualquer mentira serve para encobrir a situação calamitosa em que a corrupção e a incompetência governamental enterrou o Brasil e, em segundo lugar, é preciso ter em mente que o governo até pode ter realmente desembolsado o dinhero, mas em um país onde a corrupção é a regra geral, será que a verba da educação chegou mesmo ao seu destino? Esta última questão é mais séria porque o desgoverno afirma que gasta tanto dinheiro, mas o nível da educação brasileira só piora. Leia aqui