Documentário aborda a construção da imagem de José Dirceu

Que imagem? A verdadeira ou a falsa que tentam empurrar goela-a-baixo na população e que pinta Zé (corrupto) Dirceu como um herói, um homem perfeito, honesto e estadista exemplar, mas que não corresponde em nada à verdade. Mostrarão a verdade sobre o condenado à prisão pelo mensalão e enterrado até o pescoço no petrolão? Zé Dirceu não passa de um comunistoide retrógrado, corrupto e incompetente, tão falso e desonesto quanto todo e qualquer PTista.  Leia aqui

Grupo de Lula pressiona por mais espaço ao PMDB

Lula já enxergou o beco sem saída no qual seu partido (quadrilha) está metido. Já farejou os planos do PMDB de repetir o que fez com Collor em 1992 e, pensando em sua sobrevivência política, na manutenção de sua liberdade, de seu falso status de estadista e de sua riqueza acumulada que o mundo inteiro sabe como foi obtida e em nome de quem está, tenta, desesperadamente, convencer sua criatura (Dilma) a dar mais poder ao PMDB, na esperança de não acabar na cadeia, igual aos mensaleiros, aos executivos das empresas e demais investigados pela Polícia Federal na operação lava jato. Leia aqui

Panelaços não farão Dilma se intimidar, diz novo ministro da Secom

Psicopatas e sociopatas não tem senso crítico, senso de limites. Agem como se fossem seres infalíveis e únicos detentores da verdade, do conhecimento e do direito de fazerem o que bem entenderem e Dilma, pelo seu passado, não se encaixa exatamente nesta categoria.

Enquanto ela estava no poder, no comando das facções terroristas criminosas (COLINA e VAR-Palmares), ela mandava matar, sequestrar, assaltar quartéis, bancos, casas de armas, estabelecimentos comerciais; mandava justiçar (assassinar) os guerrilheiros arrependidos que desejavam deixar a guerrilha, mas quando foi presa pelos militares, sua primeira atitude foi de covardia extrema (cagaço generalizado), pois entregou todos os “companheiros” que estavam sob seu comando naquela época, a ponto dos militares que a prenderam dizerem, ATÉ HOJE, que ela não valia um tapa, muito menos uma bala. Tenho o privilégio de ter entre meus amigos diversos integrantes da guarnição que a rendeu e a levou presa e que me contaram esta história, que os comunistoides tentam esconder a qualquer custo.

Dilma afirmou em sua campanha à presidẽncia de 2010 que foi torturada e estuprada durante 22 dias, mas a verdade é bem outra. Qualquer mulher martirizada dessa forma (tortura e estupro) teria cicatrizes visíveis e terminaria a vida em um hospital psiquiátrico. Onde estão as cicatrizes da tortura que Dilma disse ter sofrido? Seu estado mental continua inalterado, com o mesmo tipo de delírio e paranóia de poder daqueles tempos nos quais ela reinava absoluta dentro das quadrilhas criminosas que liderava. Leia aqui

Estou indignado com a corrupção, diz Lula em ato em defesa do governo

Lula indignado com a corrupçao? Essa foi a maior piada de primeiro de abril já contada “neste país ” (como o cachaceiro-mór costuma falar). Ele deve estar indignado por terem descoberto o esquema de corrupção que ele deixou ou mesmo comandou a implantação.  Agora com a água batendo em seu queixo, vem a público dizer que está indignado com algo que implantaram debaixo de seu nariz (ou sob seu comando). Faça um favor á humanidade seu imprestável: cale a boca e desapareça para sempre! Leia a melhor mentira de primeiro de abril de todos os tempos aqui

Mercadante transmite a Levy irritação de Dilma

Por que a presidenta incompetenta não conversa diretamente com o Joaquim Levy? Tem medo de levar uma bronca dele ou de ele se melindrar e pedir para sair? Dilma está num “cachorro sem mato” (a coisa está tão feia para ela que inverteu-se até a lógica). Para dar bronca e humilhar subalternos ela é mui corajosa, arrogante e prepotente, mas para enfrentar a única esperança que ela tem de consertar o estrago que seu economiquês esdrúxulo e incompetente fez, ela não tem coragem. Enfia o rabinho no meio das pernas e manda recado. Leia aqui

Por um FLISOL exemplar

Colaboração: Alexandre Oliva

Data de Publicação: 25 de março de 2015

A premissa fundamental do Movimento Software Livre é a de que software privativo de liberdade é um poder injusto que subjuga seus usuários. Nossa estratégia para resolver esse problema social é informar, conscientizar e inspirar usuários para resistir a esse subjugo, rejeitando software privativo de liberdade, para que essas linhas de negócios deixem de ser atraentes e deixem de fazer vítimas.

Para formar resistência suficiente, precisamos difundir os valores, princípios, objetivos e estratégias do Movimento Software Livre. Objetivos e estratégias podem até ser ensinados e aprendidos com palavras: manifestos, artigos, palestras e debates. Mas para ensinar e aprender valores e princípios, exemplos falam muitíssimo mais alto que palavras. Com que exemplos o FLISOL da sua cidade vai ensinar os valores e princípios do Software Livre?

Um visitante que tenha levado seu computador a uma sede do Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre, para experimentar Software Livre, pode assistir ou não às palestras, mas seguramente espera sair do evento com Software Livre instalado no computador. Não necessariamente GNU/Linux-libre, pois há outros sistemas operacionais Livres, nem mesmo um sistema operacional, pois o que normalmente importa aos usuários são os aplicativos. Cumpre a nós, do Movimento Software Livre, utilizar essa oportunidade para, além de instalar Software Livre na máquina, preparar o usuário para nos ajudar na resistência ao software privativo de liberdade, compartilhando as ideias do movimento. Essencial para que isso funcione é se comportar de modo compatível, pois palavras ensinam valores menos que o exemplo.

As mais populares distribuições de GNU/Linux não estão alinhadas com o Movimento Software Livre, pois oferecem e instalam software privativo de liberdade. O problema mais comum são controladores privativos (drivers ou firmware) para componentes de hardware com especificações secretas. Os fabricantes desses componentes pretendem mantê-los incompatíveis com a liberdade do usuário, dificultando o desenvolvimento de Software Livre que cumpra função equivalente.

Informar usuários sobre essa incompatibilidade é essencial, para que melhor compreendam a raiz e origem do problema e possam levar isso em conta quando forem comprar seu próximo computador. Certamente instalar uma distribuição que busca esconder esses problemas dos usuários não ajuda a informá-los, por isso mesmo parabenizo a iniciativa da petição para que o FLISOL deixe de instalar Ubuntu, bem como a adoção de recomendação nesse sentido pela coordenação nacional brasileira e por várias sedes. Começar por reduzir a maior transgressão é um ótimo primeiro passo! Mas não chega a resolver o problema de coerência do FLISOL com o Movimento Software Livre.

Para um novo usuário, a instalação de uma distribuição 100% Livre pode muito bem funcionar 100%, mas do contrário abrirá caminho para explicar o problema do hardware incompatível com a liberdade. É óbvio que a notícia da incompatibilidade será desapontadora para muitos visitantes, e muitos instaladores podem ficar de coração apertado se não “ajudarem” o visitante a instalar blobs e drivers privativos de liberdade exigidos pelo hardware, ou plugins “necessários” para que distribuidores de obras autorais de entretenimento tomem o controle do computador do visitante. São dilemas sem solução favorável: é preciso decidir entre comunicar que algum software privativo de liberdade é aceitável e até desejável, ou arriscar afastar um usuário ao mostrar a importância da resistência firme ao software privativo de liberdade.

Se uma oferta para instalar aplicativos Livres no sistema operacional privativo já instalado não empolgar, orientação sobre as possibilidades de substituir os componentes incompatíveis pode ajudar um pouco e dar um bom exemplo da importância da resistência. Por outro lado, oferecer software privativo de liberdade para fazer o componente funcionar pode até parecer ajudar mais, mas transmite exatamente a mensagem contrária à necessária para formar a resistência ao software privativo de liberdade. Mesmo uma visível hesitação pode parecer descaso ou hipocrisia se a ação contrariar os princípios.

Afinal, se instalar software privativo em quantidades cada vez maiores fosse a solução do problema de componentes de hardware incompatíveis com a liberdade, por que parar no firmware, ou nos drivers? Num computador com Boot Restrito, daqueles que impedem a iniciação de sistemas operacionais alternativos, o software privativo necessário para fazer um GNU/Linux funcionar é o Windows, inteiramente privativo, e um ambiente de execução de máquinas virtuais, igualmente privativo.

Mas ninguém (além da própria Microsoft, suponho) pensaria em instalar Windows num festival de instalação de Software Livre. Por que, então, instalam-se tantos outros programas privativos no FLISOL? Não são eticamente melhores que o Windows! O receio de que, sem eles, o usuário volte ao software privativo é medo d'”A volta dos que não foram”: usando GNU/Linux com blobs, o usuário jamais terá deixado a escravidão do software privativo de liberdade, no máximo terá mudado de feitor. Na liberdade, como na segurança, é o elo mais fraco da corrente que se rompe e põe tudo a perder.

Uma conversa franca e honesta com o usuário fará muito mais pelo Movimento Software Livre que instalar uma distribuição com componentes privativos, ou mesmo que instalar uma distribuição 100% Livre que não funcione bem no computador incompatível. Afinal, o visitante seguramente poderá encontrar na Internet receitas para instalar o software privativo de liberdade que fará o componente funcionar. Porém, graças às ideias da conversa e ao bom exemplo observado, entenderá que sua decisão é pessoal, que ninguém deve tomá-la em seu lugar, e que trata-se apenas de um sacrifício temporário de sua própria liberdade, até que uma solução esteja ao seu alcance. Bons exemplos, conselhos e ideias ajudarão a manter o usuário no caminho para a liberdade, mesmo que seja longo e árduo.

Mas se, ao invés de receber um exemplo firme e fundamentado de resistência ao software privativo de liberdade, o visitante observar seu mentor e seus pares oferecendo e preferindo instalar software privativo de liberdade, tenderá a se tornar mais um multiplicador da contracultura do Software Livre. Tampouco hesitará em instalar distribuições com software privativo de liberdade, em decidir por outros quais liberdades sacrificar e em se opor às sugestões e aos pedidos de que futuros FLISOLis se comportem de forma compatível com o Movimento Software Livre. Com seu exemplo e atitude, propagará sua resistência às nossas ideias, dificultando ainda mais a formação da resistência ao software privativo de liberdade.

Muito menos importante que o software instalado é a mensagem transmitida pelo FLISOL. Porém, o software ofertado e instalado, enquanto exemplos, são parte importantíssima da mensagem, pois quando palavras e exemplos são contraditórios no ensino de valores, com maior frequência prevalecem os exemplos. Então, com que exemplos você vai ensinar, no FLISOL da sua cidade, os valores e princípios do Movimento Software Livre? Com que exemplos vai reforçar a necessária e urgente resistência ao software privativo de liberdade? Como vai motivar o FLISOL a adotar, como mais uma de suas regras internacionais, os bons exemplos de resistência ao software privativo de liberdade, para que deixe de minar nosso movimento e nossa resistência e se torne um Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre Mesmo, um FLISOL exemplar?

Copyright 2015 Alexandre Oliva

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<http://www.fsfla.org/blogs/lxo/pub/flisol-exemplar>

Regulação da mídia gera polêmica em debate com Berzoini

Por que o PT (a desgraça comunistoide e corrupta que afundou o Brasil) quer a regulamentação da mídia de qualquer maneira e do seu jeito? Para amordaçar a imprensa e os patriotas que, como este blog, denunciam os “malfeitos” destes criminosos da pior espécie e tentar implantar o falido, retrógrado e escravizante regime comunista. Se os PTistas tivessem um pingo de vergonha na cara, desapareceriam da face da terra sem deixar pistas. Se este fosse um país seŕio com certeza estariam todos atrás das grades ou até enforcados ou fuzilados em praça pública. Se o povinho que habita esta republiqueta de bananas tivesse vergonha na cara, o Brasil seria a maior potência mundial. Leia aqui