Negação de adoção do golpismo pela oposição é falsidade

Golpismo, meu caro Janio de Freitas, é tolerar a corrupção, a roubalheira, a incompetência, a impunidade, em nome da utopia do trabalhismo no poder. Esse sim é o grande golpe. Os trabalhistas do PT não passam de um bando de vigaristas que desejam enriquecer às custas dos trabalhadores e dos contribuintes. Se o Brasil fosse um país sério, Lula, Dilma, Zé Dirceu e demais PTistas, além de todos os políticos corruptos brasileiros, já estariam apodrecendo atrás das grades há muito tempo. Você, Janio de Freitas, é patriota ou é cúmplice dos petralhas e parasita dos contribuíntes? Leia mais

Maioria da população brasileira é contra a privatização da Petrobras

O grande erro do governo FHC foi não privatizar a Petrobrás. Se tivesse feito, a empresa seria a maior petroleira do mundo e não estaria enfrentando a agonia e a penúria que a quadrilha lulo-dilmo-petista lhe infringiu. Quem defende o controle estatal da Petrobrás é, no mínimo, um idiota que não entende nada de economia e administração.

A população brasileira não sabe que o objetivo primeiro do governo é administrar serviços essenciais e não ter lucro como se fosse um executivo ou proprietário de holdings. O objetivo primeiro e constitucional do governo é promover o bem-estar da população através da aplicação dos imposots que arrecada, e uma empresa privatizada como a petrobrás renderia muito mais impostos líquidos que o capital público necessário para sustentá-la, impostos este que, se não forem roubados pelos políticos, aumentariam em muito o investimento público em saúde, educação, transportes, laser, habitação, previdência social e outros serviços e obrigações que estão dispostas na Constituição Federal como obrigações do governo. Leia aqui

Em crise, PT perdeu o recato, o discurso e a rua

ManifestacaoEliteBrancaPauloPintoFotosPublicasQuando estourou o mensalão, o PT simulou desconforto. Chegou mesmo a encenar o expurgo do então tesoureiro Delúbio Soares dos seus quadros. Hoje, no auge do petrolão, o partido não consegue exibir nem mesmo um mal-estar fingido. Perdeu inteiramente o recato.

Quando a cúpula do PT foi parar na cadeia, o partido fez pose de vítima injustiçada. Hoje, com o tesoureiro João Vaccari Neto denunciado pela Procuradoria e o mito José Dirceu devolvido às manchetes policiais, a legenda finge-se de morta. O PT perdeu o discurso.

No primeiro mandato de Lula, quando a oposição ensaiou um coro de impeachment, o PT ameaçou convulsionar o asfalto. Há uma semana, o meio-fio rosnou para o petismo e pediu a saída de Dilma. O PT perdeu o monopólio da rua.

No comando do poder federal desde 2003, o PT atravessa a mais grave crise de sua curta existência de 35 anos. A legenda chega ao seu 5º Congresso, marcado para junho, de ponta-cabeça.

Considerando-se a pauta do Congresso —da “atualidade do socialismo petista” até “a economia política pós-neoliberal”— o PT está perdido. Não é que o partido não tenha farejado uma solução para o seu problema. Em verdade, o PT ainda não enxergou nem o problema.

O PT assiste à hemorragia da recém-instalada segunda administração de Dilma Rousseff com a passividade de quem se julga capaz de ressuscitar com Lula em 2018. Erro primário. Sem Dilma, pode não haver Lula daqui a três anos e nove meses.

Pregoeiro do “nós-contra-eles”, o PT testemunha o crescimento do “quase-todos-contra-nós”. Acusa os adversários de estimularem o ódio contra o PT. Mas esquece de levar em conta que o antipetismo é uma reação ao ódio destilado pelo PT.

O manual anticrise do PT está com o prazo de validade vencido. Qualquer um que não reze pelo catecismo da legenda é um lacaio da elite branca de olhos azuis. Mas a crise moral e a ruína política que fazem a caveira do PT não carregam as digitais da oposição. Com a imagem e as práticas estilhaçadas, o PT afunda sozinho.

Cuba ameaça cassar diploma de médico com parentes no Brasil

Não são médicos cubanos, mas sim, escravos cubanos. São os “burros de carga” que sustentam o regime comunista tirânico, sanguinário, acéfalo, retrógrado e falido que os irmãos Castro impuseram ao povo cubano. Neste regime, chamado de ditadura do proletariado, o que há de concreto é uma escravidão do proletariado, que trabalha por migalhas para sustentar os tiranos que levam uma vida de reis despóticos e capitalistas. Esse é o regime que Dilma, Zé (corrupto) Dirceu e tantos outros tentaram implantar no Brasil pelo uso da guerrilha terrorista, mas que derrotados pelos Militares e agora, junto com a chaga Lula (maior desgraça que já pisou sobre a terra), tentam reimplantar nesta republiqueta de bananas, ajudados por um exército de militontos acéfalos que não sabem a diferença entre catraca de canhão e conhaque de alcatrão. Leia aqui

Cuba ameaça cassar diploma de médico com parentes no Brasil

Cláudia Colucci
DE SÃO PAULO

21/03/2015 – 02h00

O governo de Cuba está ameaçando cassar o diploma de profissionais do Mais Médicos que insistirem em manter seus familiares no Brasil. O programa é bandeira da presidente Dilma Rousseff.

Outra forma de pressão tem sido reter em Cuba o médico que sai de férias (e que precisa obrigatoriamente gozá-las na ilha). Ele só poderá retornar ao Brasil se, antes, o parente voltar para a ilha.

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Há uma semana, a Folha revelou que o governo cubano ameaçava seus médicos de excluí-los do programa e substituí-los por outros.

Até dezembro, dos 14.462 profissionais trabalhando no Mais Médicos, 11.429 – quase 80% – eram cubanos. Não há estimativa de quantos estão com as famílias no Brasil.

A Folha contabilizou pelo menos 30 casos nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste.

Os médicos cubanos dizem que, quando assinaram o contrato para o Mais Médicos, foram informados que poderiam viver com suas famílias no Brasil. O artigo 18 do programa prevê a vinda de dependentes dos profissionais.

Férias
O governo brasileiro concede aos familiares dos médicos cubanos visto de permanência de 36 meses – mesmo tempo dado a eles.

Emissários do governo cubano têm dito aos médicos que o contrato prevê visitas, não moradia. Mas, como o documento não estipula prazo para as visitas, isso abriu brecha para que se estendam.

Segundo os médicos, já existem profissionais retidos na ilha. “Temos uma colega que trabalha em Rondônia que saiu de férias e seu marido ficou [no Brasil]. Ela tinha que ter regressado no início de março, mas o governo não deixa enquanto o marido não voltar para Cuba”, relatou um deles, que atua no Norte.

Outra médica, que atua no Estado de São Paulo, sofre por antecipação. Tem que sair de férias em abril, mas o marido (empregado numa fábrica) e a filha (matriculada em escola) ficarão no Brasil.

“Estamos cada dia mais acuados. Não quero que minha família volte, mas, se eu perder meu diploma, não sei como vai ser”, afirma ela.

Deserções
Em reuniões com os médicos no Brasil, representantes do governo cubano têm dito que a medida é para prevenir eventuais deserções, o que já ocorre na Venezuela.

Entre setembro de 2013 e o mesmo mês de 2014, mais de 700 médicos enviados por Havana para trabalhar na Venezuela desertaram, segundo a ONG americana SSF (Solidariedade Sem Fronteiras).

Até 2013, a média anual de deserções naquele país – onde atuam cerca de 30 mil médicos cubanos – era de 300.

Segundo o presidente da SSF, Julio César Alfonso, as principais causas de deserção na Venezuela são a crise econômica e a falta de segurança no país, onde morreram quase 70 médicos cubanos nos últimos anos.

Desde 2006, os EUA receberam 8.000 médicos cubanos, de acordo com Alfonso.

Outro lado
O Ministério da Saúde informou nesta sexta (20) que não pode interferir nas relações de trabalho do governo cubano com seus médicos.

Segundo a pasta, ao ministério cabe a supervisão das atividades dos médicos em território brasileiro e que está fora da sua alçada tomar parte na relação contratual deles com Cuba e a Opas – braço da Organização Mundial da Saúde que intermediou a vinda dos profissionais da ilha ao Brasil.

O ministério diz que a lei do Mais Médicos prevê que dependente legal do médico possa permanecer no Brasil com o mesmo prazo de validade do visto do titular.

Há uma semana, a *Folha* encaminha mensagens à vice-ministra da Saúde de Cuba, Estela Cristina Morales, que tem representado Cuba nas conversas com os médicos, mas não teve resposta. A Embaixada de Cuba e o Consulado em São Paulo também não se manifestaram.

Procurada ontem à tarde, a assessoria de imprensa da Opas no Brasil também não ligou de volta à reportagem.