Líder do DEM ingressa com representação contra programa “Mais Médicos”

Não devia nem ter começado. Este programa vergonhoso, ridículo, eleitoreiro e escravizante tem como único objetivo sustentar a tirania dos irmãos Castro em Cuba e ajeitar a situação dos brasileiros que se formaram em faculdades de medicina da América Latrina e de Cuba, e que não podem exercer a profissão no Brasil porque não conseguem passar no exame “revalida” para validar seus diplomas por aqui. O Brasil tem médicos sobrando, mas que se concentram nas grandes cidades e nas regiões sul e sudeste devido à falta de condições de trabalho no interior e aos baixos salários. O médico é um comerciante como outro qualquer. Ele vai onde está o dinheiro e o mercado. Ninguém exerce qualquer profissão por altruísmo ou idealismo. Todos tem que sobreviver e não é diferente para os médicos. Leia aqui

A Petrobras pode quebrar?

Folha de S.Paulo – 20/03/2015 – 02h00

Até pouco tempo atrás, uma pergunta como essa não teria o menor cabimento. A Petrobras ocupava o posto de maior empresa brasileira, dona das bilionárias reservas do pré-sal, com um faturamento de mais de R$ 300 bilhões –em resumo, era o orgulho nacional. Uma empresa como essa era inquebrável, inabalável, inatingível.

O problema é que o governo, que é o acionista controlador, acreditou nisso. A lógica das administrações Lula e Dilma é que a força da Petrobras está no tamanho de suas reservas e no mercado consumidor cativo. “A Petrobras está bem por duas razões: volume de petróleo e um mercado fabuloso em que o consumo cresce”, disse Graça Foster, ex-presidente da estatal, em entrevista a blogueiros “amigos” em meados do ano passado.

Com esse discurso nacionalista, a Petrobras gastou bilhões de reais construindo projetos que agradavam políticos aliados, bancando obras superfaturadas por empreiteiros, e, é claro, pagando propina a funcionários, doleiros, deputados, senadores etc.

O governo, no entanto, parece ter esquecido dois chavões da economia: dinheiro não aceita desaforo e não existe almoço grátis. Extrair petróleo do fundo do mar ou da terra é uma atividade caríssima. Com um volume enorme de investimentos previstos, a Petrobras contraiu uma dívida gigantesca.

Quando as investigações da Operação Lava Jato expuseram o esquema de corrupção estatal, as ações da Petrobras desabaram. Mas o mau humor do mercado não é apenas porque a empresa ainda não conseguiu sequer publicar seu balanço. Os investidores também começaram a cobrar caro pelos anos de má gestão.

A Petrobras hoje gasta mais do que ganha. De janeiro a setembro de 2014, último dado disponível, a empresa gerou R$ 47,3 bilhões de caixa, mas aplicou em suas obras R$ 56,4 bilhões. As contas só fecharam porque a companhia foi a mercado e pediu emprestados R$ 41,3 bilhões.

É normal que as empresas se alavanquem para crescer. Mas se esse investimento não é revertido em receita no médio prazo, o mecanismo cria um círculo vicioso. Em setembro do ano passado, a dívida da Petrobras estava em espantosos R$ 331,7 bilhões e deve ter aumentando significativamente já que 70% desse montante é devido em dólares.

Uma empresa está quebrada quando não tem dinheiro para honrar seus compromissos. É bem provável que a Petrobras disponha de recursos para pagar suas dívidas neste ano. Mas e em 2016? As contas podem não fechar. Não é à toa que a nova direção da estatal adotou uma política típica de empresas com problemas: negociar com os credores e vender tudo que puder.

Dilma Rousseff não seu deu conta do tamanho do problema e continua insistindo no mesmo blá, blá, blá. Quando a companhia perdeu o selo de boa pagadora da agência Moody’s, a presidente vociferou que era uma “falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras” e que “a empresa tem capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”.

Alguém em Brasília precisa avisá-la de que a situação é tenebrosa e que ela pode entrar para a história como a presidente que quebrou a Petrobras. A não ser, é claro, que mude radicalmente a gestão ou resolva salvar a estatal com dinheiro dos bancos públicos, criando outro problema. E, não, isso não é alarmismo. Só não vê quem não sabe fazer conta ou deixa a política turvar seu raciocínio.

Sérgio Guerra pediu ‘recompensa’ para frear CPI da Petrobras, diz delator

A oposição também está podre!!! Se resta uma coisa a fazer para salvar o Brasil: destituir tudo quanto é senador, deputado, ministro do STF e STJ, governante, ministro de estado, cargos de confiança, presidente e vice-presidente da república, e todos os demais ocupantes de cargo eletivo ou de confiança e começar tudo de novo. Investigar e arrancar de volta todo o dinheiro roubado por esta escória que ocupa (infesta) o desgoverno desta republiqueta de bananas. Privatizar tudo quanto é empresa estatal que não esteja relacionada aos objetivos do Estado definidos na Constituição Federal. Colocar toda a bandidada na cadeia, começando pelo chefe e intitucionalizador da corrupão (precisa dizer o nome do criminoso?). Nã há outra sáida para este país amaldiçoado e para este povo parasita que vota em políticos que prometem bolsa-esmola, leis e direitos que estimulam a vagabundice. Leia aqui

Cunha derrubou mais um

19/03/2015 – 02h00

A “pátria educadora” assistiu ontem a uma cena inédita. Sem se levantar da cadeira de presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha anunciou ao país a queda do ministro da Educação.

“Comunico à Casa o comunicado que recebi do chefe da Casa Civil comunicando a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes”, afirmou, em sessão transmitida ao vivo na TV.

Foi a segunda cabeça entregue ao peemedebista em um mês e meio. É um desempenho notável para um desafeto da presidente da República que responde a inquérito por suspeita de receber propina do petrolão.

Pouco depois de tomar posse, Cunha exigiu a troca do então líder do governo na Câmara, Henrique Fontana. O petista havia feito campanha para um aliado que o enfrentou na disputa pela presidência da Casa.

“Não participaremos de nenhuma discussão sobre matérias do governo em que ele seja o interlocutor”, afirmou o peemedebista. Alguns dias depois, Fontana estava na rua.

O filme se repetiu ontem. Escalado por Cunha para substitui-lo na liderança do PMDB, o deputado Leonardo Picciani imitou suas palavras ao cobrar a demissão do ministro. “Não participaremos de nenhuma reunião com ele”, declarou.

Em poucos minutos, o Planalto confirmou que o presidente da Câmara havia feito mais uma vítima.

Cid não entrou na mira de Cunha por dizer que “300 ou 400 achacadores” usam broche de deputado. Caiu porque articulava, com aval do governo, a criação de um novo partido para enfraquecer o PMDB.

Sua demissão foi mais um desastre para o Planalto, no dia em que Dilma tentava reagir à queda de popularidade e criar um fato positivo com o pacote anticorrupção.

Cada vez mais fortalecido, Cunha se afirmou como uma espécie de derrubador-geral da República. A cabeça de Cid, o Breve, repousará como novo troféu em sua estante. Para a presidente, a má notícia é que ele só pensa em aumentar a coleção.

Impeachment não é golpe nem 3º turno

Ernesto Caruso, 11/03/2015

       Como sustentam os arautos do governo em desespero diante da insatisfação do povo cansado das palavras repetidas à exaustão por falta de argumentos que o convença da realidade que vê e sente. A miragem da nação pintada pela “presidenta” Dilma não ilude as pessoas simples que sejam. Culpar a situação internacional e a falta de chuva…

       Como se fossem as causas da incompetência nas decisões administrativas, quer nas obras iniciadas, não concluídas, superfaturadas, reajustadas, estradas, aeroportos, transposição do São Francisco, etc quer na aplicação de recursos do BNDES no exterior. Quem do povo desconhece a construção do porto de Mariel em Cuba ou a inauguração recente da usina no Uruguai do “companheiro” Mujica, no dizer da “presidenta”: “Este parque eólico transforma tanto as condições para o Brasil, quanto para o Uruguai. Quando tiver sobrando energia aqui, nos iremos comprá-la. Quando ocorrer o oposto, vamos transferir para cá. Com isso, os dois países saem ganhando.”

       Poxa! Fala-se tanto nessa integração/transmissão de energia, em especial no Brasil e, no entanto, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste tiveram um reajuste de 28,7% e as regiões Norte e Nordeste, 5,5%. Que diferença! Não seria coerente o aumento médio para todas as regiões, onde há gente de todas as classes? A tarifa social atinge aos mais carentes de forma justa, compreendida e aceita por todos.

       No governo Lula, a energia comprada do Paraguai fornecida por Itaipu, construída pelo Brasil(1974) e chamada na época de obra faraônica, teve o valor triplicado a penalizar o cidadão brasileiro.

       O reajuste dos combustíveis é outro insulto que somado ao da energia elétrica pesa em todas as atividades em especial no preço dos alimentos. E ainda para cobrir os desvios absurdos havidos na Petrobras!

       O caldeirão masterchef do petê, bbb da maldade, tem de tudo, insegurança pública, assaltos, impunidade, cidadão acuado, “di menor” barbarizando, presídios-pocilga, narcotráfico e morte de policial em alta; saúde e hospitais aos frangalhos; educação, fies, fiasco, redação zero, professores apanhando; transporte urbano, o caos, preço da passagem, vinte centavos, movimento vem pra rua; estradas esburacadas, preço do diesel, pedágio escorchante, caminhoneiros revoltados, desabastecimento, alimentos em alta. Pasadena. Outros temperos. Vandalismo, fogo e pressão.

       Pior, os malfeitos a serviço do governo. Bilhões de reais na corrupção e pregar a defesa da Petrobras como eles, chefes, não fossem os responsáveis. Tantos ministros substituídos por envolvimentos nas tramoias nos anos petistas de pecados.

       Assim, sob o enfoque jurídico, vale destacar o parecer do jurista Ives Gandra Martins, de 26/01/2015, ao final expresso: “Concluo, pois, considerando que o assalto aos recursos da Petrobrás, perpetrado durante oito anos, de bilhões de reais, sem que a Presidente do Conselho e depois Presidente da República o detectasse, constitui omissão, negligência e imperícia, conformando a figura da improbidade administrativa, a ensejar a abertura de um processo de “impeachment”.” Ou seja, enquadrada por omissão, negligência e imperícia na forma da lei.

       Daí, pressionar a Câmara de Deputados e o Senado para que a questão seja tratada de forma política, proposto e admitido o impeachment da “presidenta”, solução mais rápida e adequada no momento. Ao que parece, não ser do interesse governamental — no tudo combinado — mantê-la exclusivamente no fogo brando da Justiça.

Politicamente vale lembrar o parecer do Lula, no processo do Collor: “O dado concreto é que o movimento pró impeachment está crescendo muito e nós achamos que vamos ter a maioria de 2/3 no Congresso Nacional.” (www.youtube.com/watch?v=zHe9XN-Ewlg)

Lula no ato pelo impeachment de Collor em Curitiba, comícios caros, palanques. Veja em: www.youtube.com/watch?v=ytoD_SKqncM

Portanto, impeachment é legal, democrático, republicano, se pela vontade do povo. Articulado por Lula ou não.