Em cinco anos, gestão Kassab não aplica metade do orçamento de combate à homofobia

Alto lá! Que história é essa de orçamento de combate à homofobia? Dinheiro público, entenda-se dinheiro arrancado dos impostos dos contribuíntes, deve ser utilizado única e exclusivamente para custear as obrigações constitucionais do Estado e para o qual foi, o dinheiro, arrancado dos cidadãos que pagam impostos e não para custear benesses e holofotes para aberrações. Os brasileiros que tem vergonha na cara deveriam entrar no STF com uma representação contra os governantes por improbidade administrativa, pois ao invés de investir o dinheiro dos impostos em benefício dos contribuíntes, está torrando este dinheiro com pessoas que não contribuem e querem apenas ser notícia. Ao pagar os impostos da minha empresa e o meu imposto de renda, em momento algum eu autorizei o desgoverno a torrar meu dinheiro com futilidades. Leia esta aberrração aqui

O molusco

“O Brasil “B” virou pós-moderno, dos delegados e de vários outros sem uma efetiva formação, um assassinato ao que restava da aristocracia genuína no País. O Brasil do neopentecostalismo, dos ignorantes e milionários técnicos de futebol, dos atletas alcoólatras senão drogados, da música sertaneja de baixa qualidade, da falta de educação, do neo-ateísmo, da predominância de castrantes megeras calejadas sobre moçoilas românticas, da promiscuidade sensual e do pit bull.”

Nicolau Ginefra Continuar lendo O molusco

Mantega quer bancos reduzindo juros em 40% em um mês

O (des)governo está tentando empurrar a crise para baixo do tapete, enganando a população. Obrigando os bancos a baixar juros, estimulará o crédito, fazendo as pessoas acreditarem que não existe crise, levando-as a se endividarem, aumentando o consumo e mascarando a crise que já chegou ao Brasil. Continuar lendo Mantega quer bancos reduzindo juros em 40% em um mês

Frase atual e que retrata fielmente a realidade brasileira

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.