Ex-UTC diz que repassou R$ 3,6 mi a tesoureiros do PT e de Dilma

Parece que o fim destes criminosos finalmente chegou!

Após estas revelações tornou-se impossível a permanência da presidenta incompetenta e criminosa no desgoverno.

O melhor que ela pode fazer é renunciar e fugir do país, levando com ela o abestado e corrupto-mor Lula, apodrecendo, ambos, em outro país.

Vão para Cuba, seus delinquentes. Vocês que passaram a vida lambendo o cu do Fidel Paredón Castro e roubando dinheiro do contribuinte brasileiro para sustentar aquela miserável ilha da fantasia e enriquecerem ilicitamente, agora fujam para lá e morram por lá. O povo brasileiro e principalmente o contribuinte brasileiro, enganados e roubados por vocês, deseja vê-los mortos. Leia mais

O tesão dos aiatolás por Hitler

O holocausto existiu, de fato, e os escombros dos campos de concentração estão por aí a testemunhar a tragédia, mas a história não é exatamente a que contam.

Não morreram seis milhões de judeus. Morram mais de sessenta milhões de homens, mulheres, crianças, homossexuais, ciganos, curdos (povo que mais apanhou no curso da história), doentes mentais, deficientes físicos, além de qualquer pessoa que os regimes totalitários da época (nazismo, franquismo, fascismo e o regime divinatório japonês) considerava ou suspeitava ser inimigo do regime.

Judaísmo é uma religião e não se mata religião. Não existe povo judeu. Existiu o povo hebraico, que desapareceu com a diáspora imposta por Roma.

Roma tentou exterminar o judaísmo com a guerra do ano 70 d.C., quando sitiou Jerusalém, construiu uma muralha em torno da cidade e deixou a população morrer de fome e doenças, mas não conseguiu. O povo hebreu sucumbiu em massa, quase completamente, mas os poucos que sobreviveram e conseguiram fugir da Palestina, mantiveram a religião viva.

Existe um livro muito bom, escrito por um historiador iraniano radicado nos Estados Unidos, doutor em história pela Universidade de Harvard chamado Reza Aslan e que conta detalhadamente este e diversos outros fatos históricos, baseado em documentos históricos. O título do livro é Zelota: a vida e a época de Jesus de Nazaré. Recomendo a leitura. Leia mais

Deputados criticam resolução do Conselho de Psicologia sobre tratamento de homossexualidade

Será que entendi direito? O Conselho Federal de Psicologia proíbe aos psicólogos atendimento de clientes que resolvem deixar de serem homossexuais?

Isso é tão absurdo quanto o Conselho Federal de Medicina baixar resolução proibindo médicos atenderem crentes de certas religiões devido às suas práticas restritivas à determinados procedimentos terapêuticos.

Então, para o CFP quem se declara gay ou se torna gay não tem o direito de deixar de sê-lo. Não tem o mesmo direito e a mesma liberdade de escolha que teve ao se tornar gay? O CFP aparentemente apoia e patrocina a homossexualidade.

Está parecendo o PT, cujos “intelectuais” (de fachada) dizem odiar a classe média, mas vivem nababescamente como milionários. Leia mais

Dilma diz a jornal que há ‘preconceito sexual’ sobre sua forma de governar

Não sabia que incompetência podia ser justificada ou desculpada com acusação de preconceito sexual. Conhecem aquele adágio: “desculpa de peidorreiro é tosse”? É exatamente isso que está acontecendo. Dilma tenha encobrir ou camuflar sua incompetência acusando o povo brasileiro de ter preconceito sexual contra ela. Leiam a asneira aqui

“Insolvência política”, por José Aníbal

Gostei dessa análise. Embora este sítio não tenha qualquer inclinação ideológica, seja de direita, seja de esquerda, sendo um inimigo declarado do comunismo em todas as suas e manifestações, achei relevante, pertinente e bem clara a análise deste senador, que apesar de ser de um partido de esquerda, parece ser um defensor da democracia e da liberdade.

Abaixo segue o texto reproduzido integralmente.

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A crise institucional avança. O governo perdeu o rumo. O que ainda resta de autoridade política no Palácio do Planalto emana da vice-presidência da República. Michel Temer tem dado um exemplo de sensatez num momento de insolvência política no núcleo do poder.

Pegue o exemplo do TCU. A corte deu um ultimato à presidente devido aos atentados contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Daí, o ex-secretário do Tesouro confessa o desvio e se oferece para assumir a culpa. Então vem à tona que a fraude contábil continua em vigor e que o rombo nos bancos públicos chega a 60 bilhões de reais.

Some-se a esse valor os 100 bilhões enterrados com as asneiras criminosas cometidas no setor elétrico. Mais 50 bilhões com má gestão e corrupção na Petrobras. Junte com os aditivos de Belo Monte, Jirau, Santo Antônio, ferrovia Norte-sul, Transnordestina, transposição do São Francisco, obras da Copa etc. O PT conseguiu quebrar o Brasil.

A estimativa de inflação para 2015 foi de 6,6% para 9%. A expectativa de recuo na economia foi de 0,5% para até 2% do PIB. O desemprego caminha para 10%. Cada ponto percentual de aumento nos juros injeta 30 bilhões na dívida pública. O investidor fugiu e o risco de perder o grau de investimento é real. E o governo, cadê?

O ministro-chefe da Casa Civil se ocupa de arquitetar rasteiras no vice-presidente. A base aliada só se une para derrotar o Planalto no Congresso. O PT rosna contra Joaquim Levy e aplaude João Vaccari Neto. Dos 38 ministérios não sai uma única ideia aproveitável. E Lula ridiculariza e abastarda a presidente Dilma sempre que pode. Como é possível?

O eleitor, incrédulo, tenta em vão entender o que aconteceu com o seu voto. Onde buscar alento nessa hora? Dilma insiste que a culpa é da crise internacional. O PT vê as digitais das elites por todos os lados. Lula sataniza a imprensa e mesmo Fernando Haddad, esse incapaz, se sente à vontade para hostilizar paulistanos insatisfeitos com a sua gestão.

Se não bastasse o caos político, a ruína econômica e a roubalheira, nossa presidente, uma vez confrontada com a hostilidade de bandoleiros bolivarianos contra uma comitiva do Senado brasileiro, se deixou rebaixar diante de um regime que mantém presos políticos a partir de delações arrancadas sob tortura. É inacreditável.

Dilma Rousseff caminha a passos largos para ocupar os rodapés da história do Brasil. Seu desempenho pessoal é tão medíocre que mesmo o antigo fiador, o cada vez mais enrolado Lula da Silva, faz o diabo para convencer a todos de que não tem mais nada a ver com isso. Como dizia Brizola, está costeando o alambrado. Vai pular a cerca? Afinal, Dilma não tem mais respaldo de quase ninguém.

A impressão que fica é de que Dilma, nascida para política por meio de um truque publicitário, confiava que sempre haveria alguém para segurá-la nos momentos de aperto. Deserdada por Lula, abandonada pelo partido e rejeitada pelo povo, Dilma é o rosto da própria ilegitimidade original: como virar estadista, se nasceu para ser poste?

José Aníbal é senador suplente pelo PSDB-SP. Foi deputado federal e presidente nacional