Distopias catarinenses: “humanidade” pelo cão e indiferença com o racismo humano – Jornal da USP

A questão é que o mimimi racista já esgotou a paciência do brasileiro que trabalha, paga impostos e não tolera mais ser preterido em vestibulares e concursos públicos por cotistas sem mérito nem capacidade intelectual, sustentar vagabundos de programas sociais eleitoreiros e enriquecer políticos corruptos, magistrados corrompidos, ministros covardes e cooptados e mais uma legião de parasitas lulopetistEs.

Com a falácia da dívida história da escravidão os negros brasileiros estão angariando apenas o desprezo e a repulsa do povo honrado, honesto e trabalhador a ponto de uma crueldade com um cachorro ofuscar o debate racial e racista imposto pelas inúteis ONGs de direitos humanos que geralmente são presididas por brancos racistas e que estão enriquecendo com processos judiciais que movem contra qualquer um que tenta abrir os olhos dos negros para a armadilha em que estão caindo.

E se eu, judeu, filho de alemães que fugiram do nazismo, resolver cobrar reparação história pela escravidão judaica desde o Egito dos faraós e também pelo holocausto do qual meus pais fugiram? Leia aqui