Não são médicos cubanos, mas sim, escravos cubanos. São os “burros de carga” que sustentam o regime comunista tirânico, sanguinário, acéfalo, retrógrado e falido que os irmãos Castro impuseram ao povo cubano. Neste regime, chamado de ditadura do proletariado, o que há de concreto é uma escravidão do proletariado, que trabalha por migalhas para sustentar os tiranos que levam uma vida de reis despóticos e capitalistas. Esse é o regime que Dilma, Zé (corrupto) Dirceu e tantos outros tentaram implantar no Brasil pelo uso da guerrilha terrorista, mas que derrotados pelos Militares e agora, junto com a chaga Lula (maior desgraça que já pisou sobre a terra), tentam reimplantar nesta republiqueta de bananas, ajudados por um exército de militontos acéfalos que não sabem a diferença entre catraca de canhão e conhaque de alcatrão. Leia aqui
Cuba ameaça cassar diploma de médico com parentes no Brasil
Cláudia Colucci
DE SÃO PAULO
21/03/2015 – 02h00
O governo de Cuba está ameaçando cassar o diploma de profissionais do Mais Médicos que insistirem em manter seus familiares no Brasil. O programa é bandeira da presidente Dilma Rousseff.
Outra forma de pressão tem sido reter em Cuba o médico que sai de férias (e que precisa obrigatoriamente gozá-las na ilha). Ele só poderá retornar ao Brasil se, antes, o parente voltar para a ilha.

Há uma semana, a Folha revelou que o governo cubano ameaçava seus médicos de excluí-los do programa e substituí-los por outros.
Até dezembro, dos 14.462 profissionais trabalhando no Mais Médicos, 11.429 – quase 80% – eram cubanos. Não há estimativa de quantos estão com as famílias no Brasil.
A Folha contabilizou pelo menos 30 casos nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste.
Os médicos cubanos dizem que, quando assinaram o contrato para o Mais Médicos, foram informados que poderiam viver com suas famílias no Brasil. O artigo 18 do programa prevê a vinda de dependentes dos profissionais.
Férias
O governo brasileiro concede aos familiares dos médicos cubanos visto de permanência de 36 meses – mesmo tempo dado a eles.
Emissários do governo cubano têm dito aos médicos que o contrato prevê visitas, não moradia. Mas, como o documento não estipula prazo para as visitas, isso abriu brecha para que se estendam.
Segundo os médicos, já existem profissionais retidos na ilha. “Temos uma colega que trabalha em Rondônia que saiu de férias e seu marido ficou [no Brasil]. Ela tinha que ter regressado no início de março, mas o governo não deixa enquanto o marido não voltar para Cuba”, relatou um deles, que atua no Norte.
Outra médica, que atua no Estado de São Paulo, sofre por antecipação. Tem que sair de férias em abril, mas o marido (empregado numa fábrica) e a filha (matriculada em escola) ficarão no Brasil.
“Estamos cada dia mais acuados. Não quero que minha família volte, mas, se eu perder meu diploma, não sei como vai ser”, afirma ela.
Deserções
Em reuniões com os médicos no Brasil, representantes do governo cubano têm dito que a medida é para prevenir eventuais deserções, o que já ocorre na Venezuela.
Entre setembro de 2013 e o mesmo mês de 2014, mais de 700 médicos enviados por Havana para trabalhar na Venezuela desertaram, segundo a ONG americana SSF (Solidariedade Sem Fronteiras).
Até 2013, a média anual de deserções naquele país – onde atuam cerca de 30 mil médicos cubanos – era de 300.
Segundo o presidente da SSF, Julio César Alfonso, as principais causas de deserção na Venezuela são a crise econômica e a falta de segurança no país, onde morreram quase 70 médicos cubanos nos últimos anos.
Desde 2006, os EUA receberam 8.000 médicos cubanos, de acordo com Alfonso.
Outro lado
O Ministério da Saúde informou nesta sexta (20) que não pode interferir nas relações de trabalho do governo cubano com seus médicos.
Segundo a pasta, ao ministério cabe a supervisão das atividades dos médicos em território brasileiro e que está fora da sua alçada tomar parte na relação contratual deles com Cuba e a Opas – braço da Organização Mundial da Saúde que intermediou a vinda dos profissionais da ilha ao Brasil.
O ministério diz que a lei do Mais Médicos prevê que dependente legal do médico possa permanecer no Brasil com o mesmo prazo de validade do visto do titular.
Há uma semana, a *Folha* encaminha mensagens à vice-ministra da Saúde de Cuba, Estela Cristina Morales, que tem representado Cuba nas conversas com os médicos, mas não teve resposta. A Embaixada de Cuba e o Consulado em São Paulo também não se manifestaram.
Procurada ontem à tarde, a assessoria de imprensa da Opas no Brasil também não ligou de volta à reportagem.
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Não devia nem ter começado. Este programa vergonhoso, ridículo, eleitoreiro e escravizante tem como único objetivo sustentar a tirania dos irmãos Castro em Cuba e ajeitar a situação dos brasileiros que se formaram em faculdades de medicina da América Latrina e de Cuba, e que não podem exercer a profissão no Brasil porque não conseguem passar no exame “revalida” para validar seus diplomas por aqui. O Brasil tem médicos sobrando, mas que se concentram nas grandes cidades e nas regiões sul e sudeste devido à falta de condições de trabalho no interior e aos baixos salários. O médico é um comerciante como outro qualquer. Ele vai onde está o dinheiro e o mercado. Ninguém exerce qualquer profissão por altruísmo ou idealismo. Todos tem que sobreviver e não é diferente para os médicos. Leia aqui
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A Petrobras pode quebrar?
Até pouco tempo atrás, uma pergunta como essa não teria o menor cabimento. A Petrobras ocupava o posto de maior empresa brasileira, dona das bilionárias reservas do pré-sal, com um faturamento de mais de R$ 300 bilhões –em resumo, era o orgulho nacional. Uma empresa como essa era inquebrável, inabalável, inatingível.
O problema é que o governo, que é o acionista controlador, acreditou nisso. A lógica das administrações Lula e Dilma é que a força da Petrobras está no tamanho de suas reservas e no mercado consumidor cativo. “A Petrobras está bem por duas razões: volume de petróleo e um mercado fabuloso em que o consumo cresce”, disse Graça Foster, ex-presidente da estatal, em entrevista a blogueiros “amigos” em meados do ano passado.
Com esse discurso nacionalista, a Petrobras gastou bilhões de reais construindo projetos que agradavam políticos aliados, bancando obras superfaturadas por empreiteiros, e, é claro, pagando propina a funcionários, doleiros, deputados, senadores etc.
O governo, no entanto, parece ter esquecido dois chavões da economia: dinheiro não aceita desaforo e não existe almoço grátis. Extrair petróleo do fundo do mar ou da terra é uma atividade caríssima. Com um volume enorme de investimentos previstos, a Petrobras contraiu uma dívida gigantesca.
Quando as investigações da Operação Lava Jato expuseram o esquema de corrupção estatal, as ações da Petrobras desabaram. Mas o mau humor do mercado não é apenas porque a empresa ainda não conseguiu sequer publicar seu balanço. Os investidores também começaram a cobrar caro pelos anos de má gestão.
A Petrobras hoje gasta mais do que ganha. De janeiro a setembro de 2014, último dado disponível, a empresa gerou R$ 47,3 bilhões de caixa, mas aplicou em suas obras R$ 56,4 bilhões. As contas só fecharam porque a companhia foi a mercado e pediu emprestados R$ 41,3 bilhões.
É normal que as empresas se alavanquem para crescer. Mas se esse investimento não é revertido em receita no médio prazo, o mecanismo cria um círculo vicioso. Em setembro do ano passado, a dívida da Petrobras estava em espantosos R$ 331,7 bilhões e deve ter aumentando significativamente já que 70% desse montante é devido em dólares.
Uma empresa está quebrada quando não tem dinheiro para honrar seus compromissos. É bem provável que a Petrobras disponha de recursos para pagar suas dívidas neste ano. Mas e em 2016? As contas podem não fechar. Não é à toa que a nova direção da estatal adotou uma política típica de empresas com problemas: negociar com os credores e vender tudo que puder.
Dilma Rousseff não seu deu conta do tamanho do problema e continua insistindo no mesmo blá, blá, blá. Quando a companhia perdeu o selo de boa pagadora da agência Moody’s, a presidente vociferou que era uma “falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras” e que “a empresa tem capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”.
Alguém em Brasília precisa avisá-la de que a situação é tenebrosa e que ela pode entrar para a história como a presidente que quebrou a Petrobras. A não ser, é claro, que mude radicalmente a gestão ou resolva salvar a estatal com dinheiro dos bancos públicos, criando outro problema. E, não, isso não é alarmismo. Só não vê quem não sabe fazer conta ou deixa a política turvar seu raciocínio.
Sérgio Guerra pediu ‘recompensa’ para frear CPI da Petrobras, diz delator
A oposição também está podre!!! Se resta uma coisa a fazer para salvar o Brasil: destituir tudo quanto é senador, deputado, ministro do STF e STJ, governante, ministro de estado, cargos de confiança, presidente e vice-presidente da república, e todos os demais ocupantes de cargo eletivo ou de confiança e começar tudo de novo. Investigar e arrancar de volta todo o dinheiro roubado por esta escória que ocupa (infesta) o desgoverno desta republiqueta de bananas. Privatizar tudo quanto é empresa estatal que não esteja relacionada aos objetivos do Estado definidos na Constituição Federal. Colocar toda a bandidada na cadeia, começando pelo chefe e intitucionalizador da corrupão (precisa dizer o nome do criminoso?). Nã há outra sáida para este país amaldiçoado e para este povo parasita que vota em políticos que prometem bolsa-esmola, leis e direitos que estimulam a vagabundice. Leia aqui
Cunha derrubou mais um
Esse cara não vale nada. É mais sujo que pau de galinheiro e ainda se esconde atrás do evangelismo para posar de santo. Virou o derrubador geral da república, conforme consta na matéria título deste post. Leia aqui
