Viva Dilma! Abaixo Janot!

Viva Dilma! Abaixo Janot!

06/03/2015 – 02h00

Na segunda parte deste artigo, darei vivas a Dilma Rousseff, demonstrando como ela está salvando o que resta do Brasil. Podem esperar. Nas linhas abaixo, vou malhar Rodrigo Janot.

Há exatamente um mês, no dia 6 de fevereiro, abri esta coluna assim: “Uma espécie de jacobinismo sem utopia (…) estava tomando conta do noticiário sobre a Operação Lava Jato. (…) A distorção era fruto da hegemonia cultural das esquerdas no geral e do petismo em particular (…)”. E o texto concluía: “Não se trata de saber se empreiteiros corrompem porque o PT se deixa corromper ou se o PT se deixa corromper porque empreiteiros corrompem. É besteira indagar quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. A resposta não está entre a ontologia e a zoologia. A questão que importa é saber quem mandava no galinheiro”.

Já estava claro para mim que se desenharia, como se desenhou, a farsa da “investigação rigorosa, doa a quem doer”, que terminaria por preservar… os donos do galinheiro. Lula nem sequer foi ouvido pelos “Heróis de Curitiba”. Heróis? O único que reconheço é o Superpateta, amigo do Mickey.

Rodrigo Janot não vê motivos para investigar nem Dilma Rousseff nem Aécio Neves, como se ambos exercessem, prestem atenção!, o mesmo “não papel” nessa história. A questão é de tal sorte absurda que nem errada consegue ser. Não existem denunciados no elenco escalado por Janot, só alvos de inquérito. Os políticos no geral, e os petistas em particular, seriam apenas atores coadjuvantes desse filme ruim, que disputa o Oscar de “Melhor Roteiro Adaptado”. A farsa original foi escrita no mensalão.

“Por que lembrar o que você escreveu?” Porque a *Folha* não obriga a que se faça “recall” de análise com defeito. É preciso matar a cobra e mostrar a cobra. O pau, qualquer um mostra. Vamos à segunda parte?

O país entrou em transe; a economia só não está parada porque encolhe; mesmo as iniciativas corretas – como a de tentar acordos de leniência – se perdem na bisonhice política de um Luís Inácio Adams. Uma linha de articuladores que reúne Aloizio Mercadante, Pepe Vargas, Miguel Rossetto e Jaques Wagner entrou numa competição desleal com o Íbis Sport Clube, agora apenas o segundo pior time do mundo.

Sim, a Petrobras foi à breca, o país está na lona, Joaquim Levy espicha seu olhar fiscalista até para as bolsas das velhinhas… Mas tanto desastre, vejam que bacana!, sepultou a reforma política do PT, que tinha ares de golpe branco na democracia; permitiu o avanço do que chamam por aí, de modo burro, de “PEC da Bengala”, o que deve preservar o STF de tentações momesco-bolivarianas; enterrou os delírios dos companheiros de “controle social da mídia”; transformou, desta feita, o estelionato eleitoral em “carnadura concreta” (by João Cabral).

Atenção! Em 2003, Lula jogou no lixo o programa com o qual se elegeu, e isso foi bom. Estelionatário, sim, mas, a seu modo, virtuoso. Desta feita, Dilma sepultou as  promessas da campanha – porque não tinha saída -, e a vida das pessoas piorou.

Saúdo, assim, a incompetência do governo. E não porque eu seja adepto do quanto pior, melhor! Mas porque a crise trouxe de volta a política. Janot, com as suas alegorias de mão, lustra o Brasil da impunidade. Dilma, com a sua ruindade, preserva o país, eis a ironia, da sanha petista, como veremos no próximo dia 15, nas ruas. Engraçado, né?

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo, jornalista, é colunista da *Folha* e autor de um blog na revista ‘Veja’. Escreveu, entre outros livros, ‘Contra o Consenso’ (ed. Barracuda), ‘O País dos Petralhas’ (ed. Record) e ‘Máximas de um País Mínimo’ (ed. Record). Escreve às sextas-feiras.

A vaca vai pro brejo?

Agora a ilustre Senadora e Psicóloga Marta Suplicy sai atirando para tudo quanto é lado. O que Dilma fez ao deixá-la de fora do ministério foi apenas vingaça. Dilma além de incompetente,  prepotente, arrogante e teimosa, também é conhecida por ser uma pessoa rancorosa e vingativa.

Marta apenas colheu a traição que plantou ao conspirar contra a presidenta e à favor de uma candidatura Lula, mas não adiantaria ter sido o molusco o candidato. Mesmo que ele vencesse as eleições, a encrenca estaria aí de qualquer jeito, pois foi Lula quem implantou e institucionalizou toda a corrupção vigente no Brasil. Lula ficou bilionário com os esquemas de corrupção que ele montou em seus dois desgovernos. Leia aqui

Ao excluir Dilma de lista, Janot enfraquece movimento pró-impeachment

JANOT É PAU-MANDADO DO DESGOVERNO!!! Essa é a única conclusão possível. Quem era o presidente do Conselho de Administração da PTbras quando da compra fraudulenta da refinaria falida de Pasadena? Quem comandava a PTBrás quando Lula nomeou a quadrilha que roubou e afundou a estatal? DILMA VANA ROUSSEFF LINHARES!!! A presidANTA do Brasil!!! Como não existe indícios contra ela??? Só quem é corrupto ou tem QI de ameba comatosa para concluir tal dispautério. Imepachment para Dilma é pouco. Ela e o Lula, o verdadeiro mentor da roubalheira e chefe da quadrilha, tem que apodrecer na cadeia. Leia aqui

Google nega participação da Mozilla em evento de programação

Não é apenas a ausência da Mozilla um péssimo indicativo de algo mais grave por trás da atitude do Google, mas algo que está no último parágrafo da reportagem título deste post deixa uma má impressão no ar: “Segundo a lista das “organizações mentoras”, outras empresas importantes do mundo open source também foram barradas: Linux e Tor”.

Linux fora do evento? Como assim? Se hoje existe o Android é graças ao Linux. O núcleo (ou kernel) do Android é o Linux. O Android sequer é um sistema operacional. É apenas uma distribuição Linux, assim como o Debian, o Slackware, o Fedora, o CentOS, o SuSE, e também o MacOS e o iOS que tem como núcleo o FreeBSD, um tio-avô do Linux.

Será que o Google pretende patentear o Android como se fosse um sistema operacional proprietário e incorporar o Linux, mudando seu nome e passando a cobrar por ele?

Esse filme todos os militantes, apaixonados e profissionais da informática já viram antes, pois foi exatamente isso o que Steve Jobs fez em 1986, quando surrupiou o núcleo do FreeBSD para criar o NextOS, patenteando-o como se fosse um sistema e não uma distribuição, e cobrando por ela. Os atuais MacOS e iOS são derivados ou aprimoramentos do NextOS. Leia aqui

Supremo extingue pena de José Genoino, condenado no mensalão

O petralha rouba, desvia dinheiro público, trafica influências, é pego com a “boca na botija” e, após condenado e encarceirado tem a pena extinta com base no induto de natal.

Os juízes PTistas do STF estão debochando do contribuinte e provando que, ou são idiotas, ou são paranóicos, ou esquizofrênicos hebefrênicos, que acreditam em lorotas infantis como a do papai noel.

Podem ter certeza que na próxima semana será a vez do terrorista comunistoide José Dirceu, sub-chefe da quadrilha do mensalão e envolvido até o pescoço no petrolão, ser agraciado com a extinção da pena. Por que o militares não nos livraram deles quando os tinham sob custódia? Estaríamos livres destas chagas.

O chefe das quadrilhas do petrolão e do mensalão e de todos os demais esquemas de corrupção implatandos na era PTista, o mundo inteiro sabe que é, mas tem muito brasileiro idiota, muito eleitor-jumento que o considera um estadista. Eu o considero um criminoso da pior espécie. Uma chaga que Deus colocou nesta terra amaldiçoada para zombar do povinho idiota que aqui vive. Leia aqui

A barrigada da The Economist

Excelente texto de Gilberto Simões Pires

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The Economist arrependida
A cada vez que a revista britânica – The Economist – resolve publicar alguma coisa sobre o nosso pobre Brasil, não consegue esconder o quanto está preocupada em recuperar a credibilidade que perdeu mundo afora por ter dedicado, em edição de 2009, extensa, porém comprovadamente falsa, reportagem sobre o Brasil, sem antes avaliar, corretamente, a Matriz Econômica (Bolivariana) imposta pelo PT.

Barrigada
Se muita gente até já deixou de comentar aquelas falsas e infundadas projeções econômicas promovidas pela The Economist, seus editores, ao contrário, continuam dando nítida impressão de que jamais vão esquecer aquela terrível -BARRIGADA-, que no jargão jornalístico significa TER COMETIDO GRAVE ERRO.

Para tentar alguma recuperação junto aos seus leitores, a revista dedicou uma nova capa e reportagem,  com o título: O ATOLEIRO DO BRASIL. A publicação mostra uma passista de escola de samba presa em um pântano. No editorial, a The Economist afirma: -A economia do Brasil está uma bagunça-.

Estrago
Na realidade o estrago sempre esteve no horizonte do PT de Lula e Dilma. A tempestade que está se iniciando no nosso pobre Brasil, prometendo ser muito duradoura e fortemente destrutível, foi plantada em 2002, bem antes, portanto, da reportagem da revista britânica. O que está acontecendo agora é apenas a colheita daquilo que foi plantado desde o primeiro dia que o PT assumiu o governo.,

Euforia falsa
É sempre importante repetir (à exaustão) que tudo aquilo que provocou a sensação de euforia no seio da sociedade brasileira e internacional se deve às atitudes populistas/assistencialistas promovidas pelo governo. Além do aumento espetacular de despesas públicas, os aumentos de salários (públicos e privados) foram muito acima do crescimento do PIB. Ou seja, muito acima do que a economia suporta.

Crédito
No quesito CRÉDITO, só para que os leitores tenham uma ideia dos problemas que teremos pela frente, vejam o que recebi do pensador e economista Ricardo Bergamini: –

1) Em 2002 o volume de operações de crédito era de R$ 378,0 bilhões (25,57% do PIB), sendo R$ 144,1 bilhões (9,75% do PIB) concedidos por bancos públicos (Caixa, BB, BNDES, etc.). A participação dos bancos oficiais públicos era de 38,13%.

2) Em 2014 o volume de operações de crédito era de R$ 3.021,8 bilhões (58,87%), sendo R$ 1.619,7 bilhões (31,55% do PIB) concedidos por bancos públicos (Caixa, BB, BNDES, etc.). A participação dos bancos oficiais públicos atingiu a marca de 53,60%. Pode?

3) Crescimento real do PIB no período de 2003 até 2014 foi de 38,70%.

Estatização bancária
O VOLUME DE CRÉDITO CRESCEU EM TERMOS REAIS EM RELAÇÃO AO PIB EM 130,23%, PARA UM CRESCIMENTO DO PIB DE 38,70% NO PERÍODO, ESSE DESEQUILÍBRIO GERA UMA ILUSÃO MONETÁRIA DE CRESCIMENTO.

O MAIS GRAVE É QUE NESSE CRESCIMENTO DE CRÉDITO HOUVE UM AUMENTO MONSTRUOSO DA PARTICIPAÇÃO DO SISTEMA BANCÁRIO PÚBLICO SAINDO DE 38,13% EM 2002 PARA 53,60% EM 2014, ULTRAPASSANDO O VOLUME DO SETOR PRIVADO. O QUE PROVA O AVANÇO DA ESTATIZAÇÃO BANCÁRIA NO BRASIL.

Aumento de impostos
Diante dos sérios problemas criados pela Matriz Econômica Bolivariana adotada desde o primeiro dia que o PT assumiu o governo, Dilma resolveu agir(???). Entretanto, por tudo que se lê, assiste e ouve em todos os meios de comunicação, a presidente só tem em mente aumentar impostos e/ou criar novos, com o propósito de elevar a arrecadação.

Cortar despesas, que seria justo, decente, sensato e muito mais lógico, infelizmente não passa pela cabeça (oca) de Dilma.

Mais: buscar eficiência tributária, como vem propondo, e defendendo, o MBE -Movimento Brasil Eficiente-, através de simplificação do sistema tributário, sequer cogita. Isto que o estudo prova, por A+B, que em 10 anos haveria uma economia equivalente a um PIB.

Jaques Wagner diz que pedido de investigação de políticos causará ‘turbulência’

O brasileiro sério, trabalhador, pagador de impostos (na marra para sustentar a corrupção) quer é honestidade, competência, JUSTIÇA, com corruptos presos e condenados; políticos incompetentes no “olho da rua”; parasitas dos programas estatais tendo que trabalhar e pagar impostos. Isso é o que o povo brasileiro almeja. Esta alegação do sr. Wagner é um insulto aos brasileiros que carregam este país nas costas. Esse senhor e todo seu partido já deveriam estar apodrecendo na cadeia há muito tempo. BASTA! CHEGA! Não aguentamos mais a roubalheira e ter que sustentar vagabundos. Leia este desaforo aqui

Jaques Wagner diz que pedido de investigação de políticos causará ‘turbulência’

jaques_wagner_besteirolUm dos ministros mais próximos da presidente Dilma Rousseff, o petista Jaques Wagner, da Defesa, afirmou nesta segunda-feira, 2, que o pedido de investigação de políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras causará “turbulência” no momento em que o País precisa de “calma e tranquilidade”. Esta semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que comanda a equipe de investigadores do Ministério Público Federal, apresentará os inquéritos ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Qualquer fato novo com esse tipo de característica de denúncia, de inquérito, tira a tranquilidade momentaneamente de qualquer instituição. Não sei qual é a dimensão, nem a quem atinge. É bom no sentido de que as coisas estão funcionando e é ruim no sentido de que tem turbulência e o País precisa de calma e tranquilidade para tocar. Não a calma da omissão, mas de separar inquérito do funcionamento normal do País”, afirmou o ministro, depois proferir aula magna no Curso Superior de Defesa da Escola de Guerra Naval, no Rio.

“A melhor forma para que as investigações continuem é elas estarem ladeadas pelo funcionamento normal do País. Porque, se começarem a perturbar tudo, daqui a pouco muita gente vai dizer `acaba logo essa investigação porque o País precisa voltar à normalidade’. É óbvio que tem turbulência”, disse Jaques Wagner em entrevista. Para o ministro, a nova CPI da Petrobras, que começa a analisar requerimentos esta semana, não chegará a fatos novos. “A CPI terá dificuldade de chegar além do Ministério Público Federal e do Judiciário (…) A CPI em si vira palco, mas dificilmente irá além do que a Polícia Federal já investigou”, declarou.

Jaques Wagner também comentou a resistência do PT e outros partidos da base da presidente Dilma Rousseff às medidas de ajuste fiscal do governo que serão submetidas ao Congresso. “É preciso esclarecer bem e espero que isso comece a ser feito agora com as comissões (na Câmara). O PT e todos os partidos da base têm que ser esclarecidos e, mesmo achando que não é o mais simpático, (compreender que) é necessário para recuperar a capacidade de a economia crescer. Depois do debate feito, a posição tomada será acompanhada pelo PT e pela base”, afirmou.

O ministro citou as mudanças nas regras do seguro-desemprego. “Não se quer tirar direitos, mas consolidar direitos. A pergunta que cabe é: `o seguro desemprego é causa ou efeito da rotatividade de mão de obra? (O trabalhador) recebe seguro-desemprego porque sai do emprego ou sai do emprego para receber seguro-desemprego?’. Sempre que se fala de ser humano, todo mundo quer operar em zona de mais conforto”, afirmou o ministro da Defesa.

Gustavo Patu: O PAC acabou

02/03/2015 // 02h00

A Joaquim Levy não basta o papel de mero capataz de um remendo emergencial nas contas do governo. O ministro, é visível, entende que a recuperação da economia depende de sua credibilidade, e sua credibilidade depende de demonstrar o fim da era de previsões irrealistas, números maquiados e pacotes de muito apelo publicitário e pouca solidez técnica.

O abandono da embromação econômica não se dará sem atritos. Em um pito público, Dilma Rousseff chamou de “infeliz” a declaração do titular da Fazenda segundo a qual o programa de desoneração tributária lançado no primeiro mandato da presidente é “grosseiro”.

Quem acompanhou a entrevista de Levy notou que sua preocupação, ao anunciar uma drástica revisão da iniciativa, era fazer crer que, agora, as decisões estão sendo tomadas com critério e conhecimento de causa: tabelas e gráficos apresentados descreveram em minúcias os custos e o impacto das medidas.

Mesmo que o vocabulário empregado tivesse sido mais diplomático, o recado era claro. Muitos rapapés ao tratar da obra do antecessor, aliás, podem dar a impressão de que o ajuste em curso não passa de um recuo inevitável e temporário.

Em seu discurso de posse, Levy atacou o patrimonialismo –a mistura entre interesses públicos e privados que pode descrever grande parte do intervencionismo petista na economia. De lá para cá, chamou de anacrônicas as regras do seguro-desemprego e previu uma retração da economia nacional, tendo de consertar depois as afirmações.

O ministro pode começar a escolher as palavras para anunciar que o PAC (o Programa de Aceleração do Crescimento, de maternidade atribuída a Dilma) acabou. Suas obras de infraestrutura, indicou-se na semana passada, perderam o privilégio de ficar a salvo do corte de despesas – que, espuma marqueteira à parte, era a essência do programa.